Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Complete Bible (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 85 of 365 days
| Êxodo: 36 |
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| 1. Assim, trabalharam Bezalel, e Aoliabe, e todo homem hábil a quem o SENHOR dera habilidade e inteligência para saberem fazer toda obra para o serviço do santuário, segundo tudo o que o SENHOR havia ordenado. |
| 2. Moisés chamou a Bezalel, e a Aoliabe, e a todo homem hábil em cujo coração o SENHOR tinha posto sabedoria, isto é, a todo homem cujo coração o impeliu a se chegar à obra para fazê-la. |
| 3. Estes receberam de Moisés todas as ofertas que os filhos de Israel haviam trazido para a obra do serviço do santuário, para fazê-la; e, ainda, cada manhã o povo trazia a Moisés ofertas voluntárias. |
| 4. Então, deixando cada um a obra que fazia, vieram todos os homens sábios que se ocupavam em toda a obra do santuário |
| 5. e disseram a Moisés: O povo traz muito mais do que é necessário para o serviço da obra que o SENHOR ordenou se fizesse. |
| 6. Então, ordenou Moisés — e a ordem foi proclamada no arraial, dizendo: Nenhum homem ou mulher faça mais obra alguma para a oferta do santuário. Assim, o povo foi proibido de trazer mais. |
| 7. Porque o material que tinham era suficiente para toda a obra que se devia fazer e ainda sobejava. |
| 8. Assim, todos os homens hábeis, entre os que faziam a obra, fizeram o tabernáculo com dez cortinas de linho fino retorcido, estofo azul, púrpura e carmesim com querubins; de obra de artista as fizeram. |
| 9. O comprimento de cada cortina era de vinte e oito côvados, e a largura, de quatro côvados; todas as cortinas eram de igual medida. |
| 10. Cinco cortinas eram ligadas uma à outra; e as outras cinco também ligadas uma à outra. |
| 11. Fizeram laçadas de estofo azul na orla da cortina, que estava na extremidade do primeiro agrupamento; e de igual modo fizeram na orla da cortina, que estava na extremidade do segundo agrupamento. |
| 12. Cinquenta laçadas fizeram numa cortina, e cinquenta, na outra cortina na extremidade do segundo agrupamento; as laçadas eram contrapostas uma à outra. |
| 13. Fizeram cinquenta colchetes de ouro, com os quais prenderam as cortinas uma à outra; e o tabernáculo passou a ser um todo. |
| 14. Fizeram também de pelos de cabra cortinas para servirem de tenda sobre o tabernáculo; fizeram onze cortinas. |
| 15. O comprimento de cada cortina era de trinta côvados, e a largura, de quatro côvados; as onze cortinas eram de igual medida. |
| 16. Ajuntaram à parte cinco cortinas entre si e, de igual modo, as seis restantes. |
| 17. E fizeram cinquenta laçadas na orla da cortina, que estava na extremidade do primeiro agrupamento. |
| 18. Fizeram também cinquenta colchetes de bronze para ajuntar a tenda, para que viesse a ser um todo. |
| 19. Fizeram também de peles de carneiro tintas de vermelho uma coberta para a tenda e outra coberta de peles finas. |
| 20. Fizeram também de madeira de acácia as tábuas para o tabernáculo, as quais eram colocadas verticalmente. |
| 21. Cada uma das tábuas tinha dez côvados de comprimento e côvado e meio de largura. |
| 22. Cada tábua tinha dois encaixes, travados um com o outro; assim fizeram com todas as tábuas do tabernáculo. |
| 23. No preparar as tábuas para o tabernáculo, fizeram vinte delas para o lado sul. |
| 24. Fizeram também quarenta bases de prata debaixo das vinte tábuas: duas bases debaixo de uma tábua para os seus dois encaixes e duas bases debaixo de outra tábua para os seus dois encaixes. |
| 25. Também fizeram vinte tábuas ao outro lado do tabernáculo, para o lado norte, |
| 26. com as suas quarenta bases de prata: duas bases debaixo de uma tábua e duas bases debaixo de outra tábua; |
| 27. ao lado do tabernáculo para o ocidente, fizeram seis tábuas. |
| 28. Fizeram também duas tábuas para os cantos do tabernáculo de ambos os lados, |
| 29. as quais, por baixo, estavam separadas, mas, em cima, se ajustavam à primeira argola; assim se fez com as duas tábuas nos dois cantos. |
| 30. Assim eram as oito tábuas com as suas bases de prata, dezesseis bases: duas bases debaixo de uma tábua e duas debaixo de outra tábua. |
| 31. Fizeram também travessas de madeira de acácia; cinco para as tábuas de um lado do tabernáculo, |
| 32. cinco para as tábuas do outro lado do tabernáculo e cinco para as tábuas do tabernáculo, ao lado posterior, que olha para o ocidente. |
| 33. A travessa do meio passava ao meio das tábuas, de uma extremidade à outra. |
| 34. Cobriram de ouro as tábuas e de ouro fizeram as suas argolas, pelas quais passavam as travessas; e cobriram também de ouro as travessas. |
| 35. Fizeram também o véu de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido; com querubins o fizeram de obra de artista. |
| 36. E fizeram-lhe quatro colunas de madeira de acácia, cobertas de ouro; os seus colchetes eram de ouro, sobre quatro bases de prata. |
| 37. Fizeram também para a porta da tenda um reposteiro de estofo azul, púrpura, carmesim e linho fino retorcido, obra de bordador, |
| 38. e as suas cinco colunas, e os seus colchetes; as suas cabeças e as suas molduras cobriram de ouro, mas as suas cinco bases eram de bronze. |
| João: 16 |
| 1. Tenho-vos dito estas coisas para que não vos escandalizeis. |
| 2. Eles vos expulsarão das sinagogas; mas vem a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus. |
| 3. Isto farão porque não conhecem o Pai, nem a mim. |
| 4. Ora, estas coisas vos tenho dito para que, quando a hora chegar, vos recordeis de que eu vo-las disse. Não vo-las disse desde o princípio, porque eu estava convosco. |
| 5. Mas, agora, vou para junto daquele que me enviou, e nenhum de vós me pergunta: Para onde vais? |
| 6. Pelo contrário, porque vos tenho dito estas coisas, a tristeza encheu o vosso coração. |
| 7. Mas eu vos digo a verdade: convém-vos que eu vá, porque, se eu não for, o Consolador não virá para vós outros; se, porém, eu for, eu vo-lo enviarei. |
| 8. Quando ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo: |
| 9. do pecado, porque não creem em mim; |
| 10. da justiça, porque vou para o Pai, e não me vereis mais; |
| 11. do juízo, porque o príncipe deste mundo já está julgado. |
| 12. Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora; |
| 13. quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir. |
| 14. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar. |
| 15. Tudo quanto o Pai tem é meu; por isso é que vos disse que há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar. |
| 16. Um pouco, e não mais me vereis; outra vez um pouco, e ver-me-eis. |
| 17. Então, alguns dos seus discípulos disseram uns aos outros: Que vem a ser isto que nos diz: Um pouco, e não mais me vereis, e outra vez um pouco, e ver-me-eis; e: Vou para o Pai? |
| 18. Diziam, pois: Que vem a ser esse — um pouco? Não compreendemos o que quer dizer. |
| 19. Percebendo Jesus que desejavam interrogá-lo, perguntou-lhes: Indagais entre vós a respeito disto que vos disse: Um pouco, e não me vereis, e outra vez um pouco, e ver-me-eis? |
| 20. Em verdade, em verdade eu vos digo que chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará; vós ficareis tristes, mas a vossa tristeza se converterá em alegria. |
| 21. A mulher, quando está para dar à luz, tem tristeza, porque a sua hora é chegada; mas, depois de nascido o menino, já não se lembra da aflição, pelo prazer que tem de ter nascido ao mundo um homem. |
| 22. Assim também agora vós tendes tristeza; mas outra vez vos verei; o vosso coração se alegrará, e a vossa alegria ninguém poderá tirar. |
| 23. Naquele dia, nada me perguntareis. Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa ao Pai, ele vo-la concederá em meu nome. |
| 24. Até agora nada tendes pedido em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa. |
| 25. Estas coisas vos tenho dito por meio de figuras; vem a hora em que não vos falarei por meio de comparações, mas vos falarei claramente a respeito do Pai. |
| 26. Naquele dia, pedireis em meu nome; e não vos digo que rogarei ao Pai por vós. |
| 27. Porque o próprio Pai vos ama, visto que me tendes amado e tendes crido que eu vim da parte de Deus. |
| 28. Vim do Pai e entrei no mundo; todavia, deixo o mundo e vou para o Pai. |
| 29. Disseram os seus discípulos: Agora é que falas claramente e não empregas nenhuma figura. |
| 30. Agora, vemos que sabes todas as coisas e não precisas de que alguém te pergunte; por isso, cremos que, de fato, vieste de Deus. |
| 31. Respondeu-lhes Jesus: Credes agora? |
| 32. Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo. |
| 33. Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. |
| Provérbios: 13 |
| 1. O filho sábio ouve a instrução do pai, mas o escarnecedor não atende à repreensão. |
| 2. Do fruto da boca o homem comerá o bem, mas o desejo dos pérfidos é a violência. |
| 3. O que guarda a boca conserva a sua alma, mas o que muito abre os lábios a si mesmo se arruína. |
| 4. O preguiçoso deseja e nada tem, mas a alma dos diligentes se farta. |
| 5. O justo aborrece a palavra de mentira, mas o perverso faz vergonha e se desonra. |
| 6. A justiça guarda ao que anda em integridade, mas a malícia subverte ao pecador. |
| 7. Uns se dizem ricos sem terem nada; outros se dizem pobres, sendo mui ricos. |
| 8. Com as suas riquezas se resgata o homem, mas ao pobre não ocorre ameaça. |
| 9. A luz dos justos brilha intensamente, mas a lâmpada dos perversos se apagará. |
| 10. Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria. |
| 11. Os bens que facilmente se ganham, esses diminuem, mas o que ajunta à força do trabalho terá aumento. |
| 12. A esperança que se adia faz adoecer o coração, mas o desejo cumprido é árvore de vida. |
| 13. O que despreza a palavra a ela se apenhora, mas o que teme o mandamento será galardoado. |
| 14. O ensino do sábio é fonte de vida, para que se evitem os laços da morte. |
| 15. A boa inteligência consegue favor, mas o caminho dos pérfidos é intransitável. |
| 16. Todo prudente procede com conhecimento, mas o insensato espraia a sua loucura. |
| 17. O mau mensageiro se precipita no mal, mas o embaixador fiel é medicina. |
| 18. Pobreza e afronta sobrevêm ao que rejeita a instrução, mas o que guarda a repreensão será honrado. |
| 19. O desejo que se cumpre agrada a alma, mas apartar-se do mal é abominável para os insensatos. |
| 20. Quem anda com os sábios será sábio, mas o companheiro dos insensatos se tornará mau. |
| 21. A desventura persegue os pecadores, mas os justos serão galardoados com o bem. |
| 22. O homem de bem deixa herança aos filhos de seus filhos, mas a riqueza do pecador é depositada para o justo. |
| 23. A terra virgem dos pobres dá mantimento em abundância, mas a falta de justiça o dissipa. |
| 24. O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, cedo, o disciplina. |
| 25. O justo tem o bastante para satisfazer o seu apetite, mas o estômago dos perversos passa fome. |
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