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Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]

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Complete Bible (365 dias)

Almeida Revista e Atualizada: 49 of 365 days

Gênesis: 50
1. Então, José se lançou sobre o rosto de seu pai, e chorou sobre ele, e o beijou.
2. Ordenou José a seus servos, aos que eram médicos, que embalsamassem a seu pai; e os médicos embalsamaram a Israel,
3. gastando nisso quarenta dias, pois assim se cumprem os dias do embalsamamento; e os egípcios o choraram setenta dias.
4. Passados os dias de o chorarem, falou José à casa de Faraó: Se agora achei mercê perante vós, rogo-vos que faleis aos ouvidos de Faraó, dizendo:
5. Meu pai me fez jurar, declarando: Eis que eu morro; no meu sepulcro que abri para mim na terra de Canaã, ali me sepultarás. Agora, pois, desejo subir e sepultar meu pai, depois voltarei.
6. Respondeu Faraó: Sobe e sepulta o teu pai como ele te fez jurar.
7. José subiu para sepultar o seu pai; e subiram com ele todos os oficiais de Faraó, os principais da sua casa e todos os principais da terra do Egito,
8. como também toda a casa de José, e seus irmãos, e a casa de seu pai; somente deixaram na terra de Gósen as crianças, e os rebanhos, e o gado.
9. E subiram também com ele tanto carros como cavaleiros; e o cortejo foi grandíssimo.
10. Chegando eles, pois, à eira de Atade, que está além do Jordão, fizeram ali grande e intensa lamentação; e José pranteou seu pai durante sete dias.
11. Tendo visto os moradores da terra, os cananeus, o luto na eira de Atade, disseram: Grande pranto é este dos egípcios. E por isso se chamou aquele lugar de Abel-Mizraim, que está além do Jordão.
12. Fizeram-lhe seus filhos como lhes havia ordenado:
13. levaram-no para a terra de Canaã e o sepultaram na caverna do campo de Macpela, que Abraão comprara com o campo, por posse de sepultura, a Efrom, o heteu, fronteiro a Manre.
14. Depois disso, voltou José para o Egito, ele, seus irmãos e todos os que com ele subiram a sepultar o seu pai.
15. Vendo os irmãos de José que seu pai já era morto, disseram: É o caso de José nos perseguir e nos retribuir certamente o mal todo que lhe fizemos.
16. Portanto, mandaram dizer a José: Teu pai ordenou, antes da sua morte, dizendo:
17. Assim direis a José: Perdoa, pois, a transgressão de teus irmãos e o seu pecado, porque te fizeram mal; agora, pois, te rogamos que perdoes a transgressão dos servos do Deus de teu pai. José chorou enquanto lhe falavam.
18. Depois, vieram também seus irmãos, prostraram-se diante dele e disseram: Eis-nos aqui por teus servos.
19. Respondeu-lhes José: Não temais; acaso, estou eu em lugar de Deus?
20. Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida.
21. Não temais, pois; eu vos sustentarei a vós outros e a vossos filhos. Assim, os consolou e lhes falou ao coração.
22. José habitou no Egito, ele e a casa de seu pai; e viveu cento e dez anos.
23. Viu José os filhos de Efraim até à terceira geração; também os filhos de Maquir, filho de Manassés, os quais José tomou sobre seus joelhos.
24. Disse José a seus irmãos: Eu morro; porém Deus certamente vos visitará e vos fará subir desta terra para a terra que jurou dar a Abraão, a Isaque e a Jacó.
25. José fez jurar os filhos de Israel, dizendo: Certamente Deus vos visitará, e fareis transportar os meus ossos daqui.
26. Morreu José da idade de cento e dez anos; embalsamaram-no e o puseram num caixão no Egito.
Lucas: 5
1. Aconteceu que, ao apertá-lo a multidão para ouvir a palavra de Deus, estava ele junto ao lago de Genesaré;
2. e viu dois barcos junto à praia do lago; mas os pescadores, havendo desembarcado, lavavam as redes.
3. Entrando em um dos barcos, que era o de Simão, pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia; e, assentando-se, ensinava do barco as multidões.
4. Quando acabou de falar, disse a Simão: Faze-te ao largo, e lançai as vossas redes para pescar.
5. Respondeu-lhe Simão: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos, mas sob a tua palavra lançarei as redes.
6. Isto fazendo, apanharam grande quantidade de peixes; e rompiam-se-lhes as redes.
7. Então, fizeram sinais aos companheiros do outro barco, para que fossem ajudá-los. E foram e encheram ambos os barcos, a ponto de quase irem a pique.
8. Vendo isto, Simão Pedro prostrou-se aos pés de Jesus, dizendo: Senhor, retira-te de mim, porque sou pecador.
9. Pois, à vista da pesca que fizeram, a admiração se apoderou dele e de todos os seus companheiros,
10. bem como de Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram seus sócios. Disse Jesus a Simão: Não temas; doravante serás pescador de homens.
11. E, arrastando eles os barcos sobre a praia, deixando tudo, o seguiram.
12. Aconteceu que, estando ele numa das cidades, veio à sua presença um homem coberto de lepra; ao ver a Jesus, prostrando-se com o rosto em terra, suplicou-lhe: Senhor, se quiseres, podes purificar-me.
13. E ele, estendendo a mão, tocou-lhe, dizendo: Quero, fica limpo! E, no mesmo instante, lhe desapareceu a lepra.
14. Ordenou-lhe Jesus que a ninguém o dissesse, mas vai, disse, mostra-te ao sacerdote e oferece, pela tua purificação, o sacrifício que Moisés determinou, para servir de testemunho ao povo.
15. Porém o que se dizia a seu respeito cada vez mais se divulgava, e grandes multidões afluíam para o ouvirem e serem curadas de suas enfermidades.
16. Ele, porém, se retirava para lugares solitários e orava.
17. Ora, aconteceu que, num daqueles dias, estava ele ensinando, e achavam-se ali assentados fariseus e mestres da Lei, vindos de todas as aldeias da Galileia, da Judeia e de Jerusalém. E o poder do Senhor estava com ele para curar.
18. Vieram, então, uns homens trazendo em um leito um paralítico; e procuravam introduzi-lo e pô-lo diante de Jesus.
19. E, não achando por onde introduzi-lo por causa da multidão, subindo ao eirado, o desceram no leito, por entre os ladrilhos, para o meio, diante de Jesus.
20. Vendo-lhes a fé, Jesus disse ao paralítico: Homem, estão perdoados os teus pecados.
21. E os escribas e fariseus arrazoavam, dizendo: Quem é este que diz blasfêmias? Quem pode perdoar pecados, senão Deus?
22. Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse-lhes: Que arrazoais em vosso coração?
23. Qual é mais fácil, dizer: Estão perdoados os teus pecados ou: Levanta-te e anda?
24. Mas, para que saibais que o Filho do Homem tem sobre a terra autoridade para perdoar pecados — disse ao paralítico: Eu te ordeno: Levanta-te, toma o teu leito e vai para casa.
25. Imediatamente, se levantou diante deles e, tomando o leito em que permanecera deitado, voltou para casa, glorificando a Deus.
26. Todos ficaram atônitos, davam glória a Deus e, possuídos de temor, diziam: Hoje, vimos prodígios.
27. Passadas estas coisas, saindo, viu um publicano, chamado Levi, assentado na coletoria, e disse-lhe: Segue-me!
28. Ele se levantou e, deixando tudo, o seguiu.
29. Então, lhe ofereceu Levi um grande banquete em sua casa; e numerosos publicanos e outros estavam com eles à mesa.
30. Os fariseus e seus escribas murmuravam contra os discípulos de Jesus, perguntando: Por que comeis e bebeis com os publicanos e pecadores?
31. Respondeu-lhes Jesus: Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.
32. Não vim chamar justos, e sim pecadores, ao arrependimento.
33. Disseram-lhe eles: Os discípulos de João e bem assim os dos fariseus frequentemente jejuam e fazem orações; os teus, entretanto, comem e bebem.
34. Jesus, porém, lhes disse: Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo?
35. Dias virão, contudo, em que lhes será tirado o noivo; naqueles dias, sim, jejuarão.
36. Também lhes disse uma parábola: Ninguém tira um pedaço de veste nova e o põe em veste velha; pois rasgará a nova, e o remendo da nova não se ajustará à velha.
37. E ninguém põe vinho novo em odres velhos, pois o vinho novo romperá os odres; entornar-se-á o vinho, e os odres se estragarão.
38. Pelo contrário, vinho novo deve ser posto em odres novos [e ambos se conservam].
39. E ninguém, tendo bebido o vinho velho, prefere o novo; porque diz: O velho é excelente.
Jó: 18
1. Então, respondeu Bildade, o suíta:
2. Até quando andarás à caça de palavras? Considera bem, e, então, falaremos.
3. Por que somos reputados por animais, e aos teus olhos passamos por curtos de inteligência?
4. Oh! Tu, que te despedaças na tua ira, será a terra abandonada por tua causa? Remover-se-ão as rochas do seu lugar?
5. Na verdade, a luz do perverso se apagará, e para seu fogo não resplandecerá a faísca;
6. a luz se escurecerá nas suas tendas, e a sua lâmpada sobre ele se apagará;
7. os seus passos fortes se estreitarão, e a sua própria trama o derribará.
8. Porque por seus próprios pés é lançado na rede e andará na boca de forje.
9. A armadilha o apanhará pelo calcanhar, e o laço o prenderá.
10. A corda está-lhe escondida na terra, e a armadilha, na vereda.
11. Os assombros o espantarão de todos os lados e o perseguirão a cada passo.
12. A calamidade virá faminta sobre ele, e a miséria estará alerta ao seu lado,
13. a qual lhe devorará os membros do corpo; serão devorados pelo primogênito da morte.
14. O perverso será arrancado da sua tenda, onde está confiado, e será levado ao rei dos terrores.
15. Nenhum dos seus morará na sua tenda, espalhar-se-á enxofre sobre a sua habitação.
16. Por baixo secarão as suas raízes, e murcharão por cima os seus ramos.
17. A sua memória desaparecerá da terra, e pelas praças não terá nome.
18. Da luz o lançarão nas trevas e o afugentarão do mundo.
19. Não terá filho nem posteridade entre o seu povo, nem sobrevivente algum ficará nas suas moradas.
20. Do seu dia se espantarão os do Ocidente, e os do Oriente serão tomados de horror.
21. Tais são, na verdade, as moradas do perverso, e este é o paradeiro do que não conhece a Deus.

Almeida Revista e Atualizada: 49 of 365 days


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