Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Complete Bible (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 43 of 365 days
| Gênesis: 44 |
|---|
| 1. Deu José esta ordem ao mordomo de sua casa: Enche de mantimento os sacos que estes homens trouxeram, quanto puderem levar, e põe o dinheiro de cada um na boca do saco de mantimento. |
| 2. O meu copo de prata pô-lo-ás na boca do saco de mantimento do mais novo, com o dinheiro do seu cereal. E assim se fez segundo José dissera. |
| 3. De manhã, quando já claro, despediram-se estes homens, eles com os seus jumentos. |
| 4. Tendo saído eles da cidade, não se havendo ainda distanciado, disse José ao mordomo de sua casa: Levanta-te e segue após esses homens; e, alcançando-os, lhes dirás: Por que pagastes mal por bem? |
| 5. Não é este o copo em que bebe meu senhor? E por meio do qual faz as suas adivinhações? Procedestes mal no que fizestes. |
| 6. E alcançou-os e lhes falou essas palavras. |
| 7. Então, lhe responderam: Por que diz meu senhor tais palavras? Longe estejam teus servos de praticar semelhante coisa. |
| 8. O dinheiro que achamos na boca dos sacos de mantimento, tornamos a trazer-te desde a terra de Canaã; como, pois, furtaríamos da casa do teu senhor prata ou ouro? |
| 9. Aquele dos teus servos, com quem for achado, morra; e nós ainda seremos escravos do meu senhor. |
| 10. Então, lhes respondeu: Seja conforme as vossas palavras; aquele com quem se achar será meu escravo, porém vós sereis inculpados. |
| 11. E se apressaram, e, tendo cada um posto o saco de mantimento em terra, o abriu. |
| 12. O mordomo os examinou, começando do mais velho e acabando no mais novo; e achou-se o copo no saco de mantimento de Benjamim. |
| 13. Então, rasgaram as suas vestes e, carregados de novo os jumentos, tornaram à cidade. |
| 14. E chegou Judá com seus irmãos à casa de José; este ainda estava ali; e prostraram-se em terra diante dele. |
| 15. Disse-lhes José: Que é isso que fizestes? Não sabíeis vós que tal homem como eu é capaz de adivinhar? |
| 16. Então, disse Judá: Que responderemos a meu senhor? Que falaremos? E como nos justificaremos? Achou Deus a iniquidade de teus servos; eis que somos escravos de meu senhor, tanto nós como aquele em cuja mão se achou o copo. |
| 17. Mas ele disse: Longe de mim que eu tal faça; o homem em cuja mão foi achado o copo, esse será meu servo; vós, no entanto, subi em paz para vosso pai. |
| 18. Então, Judá se aproximou dele e disse: Ah! Senhor meu, rogo-te, permite que teu servo diga uma palavra aos ouvidos do meu senhor, e não se acenda a tua ira contra o teu servo; porque tu és como o próprio Faraó. |
| 19. Meu senhor perguntou a seus servos: Tendes pai ou irmão? |
| 20. E respondemos a meu senhor: Temos pai já velho e um filho da sua velhice, o mais novo, cujo irmão é morto; e só ele ficou de sua mãe, e seu pai o ama. |
| 21. Então, disseste a teus servos: Trazei-mo, para que ponha os olhos sobre ele. |
| 22. Respondemos ao meu senhor: O moço não pode deixar o pai; se deixar o pai, este morrerá. |
| 23. Então, disseste a teus servos: Se vosso irmão mais novo não descer convosco, nunca mais me vereis o rosto. |
| 24. Tendo nós subido a teu servo, meu pai, e a ele repetido as palavras de meu senhor, |
| 25. disse nosso pai: Voltai, comprai-nos um pouco de mantimento. |
| 26. Nós respondemos: Não podemos descer; mas, se nosso irmão mais moço for conosco, desceremos; pois não podemos ver a face do homem, se este nosso irmão mais moço não estiver conosco. |
| 27. Então, nos disse o teu servo, nosso pai: Sabeis que minha mulher me deu dois filhos; |
| 28. um se ausentou de mim, e eu disse: Certamente foi despedaçado, e até agora não mais o vi; |
| 29. se agora também tirardes este da minha presença, e lhe acontecer algum desastre, fareis descer as minhas cãs com pesar à sepultura. |
| 30. Agora, pois, indo eu a teu servo, meu pai, e não indo o moço conosco, visto a sua alma estar ligada com a alma dele, |
| 31. vendo ele que o moço não está conosco, morrerá; e teus servos farão descer as cãs de teu servo, nosso pai, com tristeza à sepultura. |
| 32. Porque teu servo se deu por fiador por este moço para com o meu pai, dizendo: Se eu o não tornar a trazer-te, serei culpado para com o meu pai todos os dias. |
| 33. Agora, pois, fique teu servo em lugar do moço por servo de meu senhor, e o moço que suba com seus irmãos. |
| 34. Porque como subirei eu a meu pai, se o moço não for comigo? Para que não veja eu o mal que a meu pai sobrevirá. |
| Marcos: 15 |
| 1. Logo pela manhã, entraram em conselho os principais sacerdotes com os anciãos, os escribas e todo o Sinédrio; e, amarrando a Jesus, levaram-no e o entregaram a Pilatos. |
| 2. Pilatos o interrogou: És tu o rei dos judeus? Respondeu Jesus: Tu o dizes. |
| 3. Então, os principais sacerdotes o acusavam de muitas coisas. |
| 4. Tornou Pilatos a interrogá-lo: Nada respondes? Vê quantas acusações te fazem! |
| 5. Jesus, porém, não respondeu palavra, a ponto de Pilatos muito se admirar. |
| 6. Ora, por ocasião da festa, era costume soltar ao povo um dos presos, qualquer que eles pedissem. |
| 7. Havia um, chamado Barrabás, preso com amotinadores, os quais em um tumulto haviam cometido homicídio. |
| 8. Vindo a multidão, começou a pedir que lhes fizesse como de costume. |
| 9. E Pilatos lhes respondeu, dizendo: Quereis que eu vos solte o rei dos judeus? |
| 10. Pois ele bem percebia que por inveja os principais sacerdotes lho haviam entregado. |
| 11. Mas estes incitaram a multidão no sentido de que lhes soltasse, de preferência, Barrabás. |
| 12. Mas Pilatos lhes perguntou: Que farei, então, deste a quem chamais o rei dos judeus? |
| 13. Eles, porém, clamavam: Crucifica-o! |
| 14. Mas Pilatos lhes disse: Que mal fez ele? E eles gritavam cada vez mais: Crucifica-o! |
| 15. Então, Pilatos, querendo contentar a multidão, soltou-lhes Barrabás; e, após mandar açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado. |
| 16. Então, os soldados o levaram para dentro do palácio, que é o pretório, e reuniram todo o destacamento. |
| 17. Vestiram-no de púrpura e, tecendo uma coroa de espinhos, lha puseram na cabeça. |
| 18. E o saudavam, dizendo: Salve, rei dos judeus! |
| 19. Davam-lhe na cabeça com um caniço, cuspiam nele e, pondo-se de joelhos, o adoravam. |
| 20. Depois de o terem escarnecido, despiram-lhe a púrpura e o vestiram com as suas próprias vestes. Então, conduziram Jesus para fora, com o fim de o crucificarem. |
| 21. E obrigaram a Simão Cireneu, que passava, vindo do campo, pai de Alexandre e de Rufo, a carregar-lhe a cruz. |
| 22. E levaram Jesus para o Gólgota, que quer dizer Lugar da Caveira. |
| 23. Deram-lhe a beber vinho com mirra; ele, porém, não tomou. |
| 24. Então, o crucificaram e repartiram entre si as vestes dele, lançando-lhes sorte, para ver o que levaria cada um. |
| 25. Era a hora terceira quando o crucificaram. |
| 26. E, por cima, estava, em epígrafe, a sua acusação: O REI DOS JUDEUS. |
| 27. Com ele crucificaram dois ladrões, um à sua direita, e outro à sua esquerda. |
| 28. [E cumpriu-se a Escritura que diz: Com malfeitores foi contado. ] |
| 29. Os que iam passando, blasfemavam dele, meneando a cabeça e dizendo: Ah! Tu que destróis o santuário e, em três dias, o reedificas! |
| 30. Salva-te a ti mesmo, descendo da cruz! |
| 31. De igual modo, os principais sacerdotes com os escribas, escarnecendo, entre si diziam: Salvou os outros, a si mesmo não pode salvar-se; |
| 32. desça agora da cruz o Cristo, o rei de Israel, para que vejamos e creiamos. Também os que com ele foram crucificados o insultavam. |
| 33. Chegada a hora sexta, houve trevas sobre toda a terra até a hora nona. |
| 34. À hora nona, clamou Jesus em alta voz: Eloí, Eloí, lamá sabactâni? Que quer dizer: Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? |
| 35. Alguns dos que ali estavam, ouvindo isto, diziam: Vede, chama por Elias! |
| 36. E um deles correu a embeber uma esponja em vinagre e, pondo-a na ponta de um caniço, deu-lhe de beber, dizendo: Deixai, vejamos se Elias vem tirá-lo! |
| 37. Mas Jesus, dando um grande brado, expirou. |
| 38. E o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. |
| 39. O centurião que estava em frente dele, vendo que assim expirara, disse: Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. |
| 40. Estavam também ali algumas mulheres, observando de longe; entre elas, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, o menor, e de José, e Salomé; |
| 41. as quais, quando Jesus estava na Galileia, o acompanhavam e serviam; e, além destas, muitas outras que haviam subido com ele para Jerusalém. |
| 42. Ao cair da tarde, por ser o dia da preparação, isto é, a véspera do sábado, |
| 43. vindo José de Arimateia, ilustre membro do Sinédrio, que também esperava o reino de Deus, dirigiu-se resolutamente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus. |
| 44. Mas Pilatos admirou-se de que ele já tivesse morrido. E, tendo chamado o centurião, perguntou-lhe se havia muito que morrera. |
| 45. Após certificar-se, pela informação do comandante, cedeu o corpo a José. |
| 46. Este, baixando o corpo da cruz, envolveu-o em um lençol que comprara e o depositou em um túmulo que tinha sido aberto numa rocha; e rolou uma pedra para a entrada do túmulo. |
| 47. Ora, Maria Madalena e Maria, mãe de José, observaram onde ele foi posto. |
| Jó: 11 |
| 1. Então, respondeu Zofar, o naamatita: |
| 2. Porventura, não se dará resposta a esse palavrório? Acaso, tem razão o tagarela? |
| 3. Será o caso de as tuas parolas fazerem calar os homens? E zombarás tu sem que ninguém te envergonhe? |
| 4. Pois dizes: A minha doutrina é pura, e sou limpo aos teus olhos. |
| 5. Oh! Falasse Deus, e abrisse os seus lábios contra ti, |
| 6. e te revelasse os segredos da sabedoria, da verdadeira sabedoria, que é multiforme! Sabe, portanto, que Deus permite seja esquecida parte da tua iniquidade. |
| 7. Porventura, desvendarás os arcanos de Deus ou penetrarás até à perfeição do Todo-Poderoso? |
| 8. Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás fazer? Mais profunda é ela do que o abismo; que poderás saber? |
| 9. A sua medida é mais longa do que a terra e mais larga do que o mar. |
| 10. Se ele passa, prende a alguém e chama a juízo, quem o poderá impedir? |
| 11. Porque ele conhece os homens vãos e, sem esforço, vê a iniquidade. |
| 12. Mas o homem estúpido se tornará sábio, quando a cria de um asno montês nascer homem. |
| 13. Se dispuseres o coração e estenderes as mãos para Deus; |
| 14. se lançares para longe a iniquidade da tua mão e não permitires habitar na tua tenda a injustiça, |
| 15. então, levantarás o rosto sem mácula, estarás seguro e não temerás. |
| 16. Pois te esquecerás dos teus sofrimentos e deles só terás lembrança como de águas que passaram. |
| 17. A tua vida será mais clara que o meio-dia; ainda que lhe haja trevas, serão como a manhã. |
| 18. Sentir-te-ás seguro, porque haverá esperança; olharás em derredor e dormirás tranquilo. |
| 19. Deitar-te-ás, e ninguém te espantará; e muitos procurarão obter o teu favor. |
| 20. Mas os olhos dos perversos desfalecerão, o seu refúgio perecerá; sua esperança será o render do espírito. |
Almeida Revista e Atualizada: 43 of 365 days