Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
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Complete Bible (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 33 of 365 days
| Gênesis: 34 |
|---|
| 1. Ora, Diná, filha que Lia dera à luz a Jacó, saiu para ver as filhas da terra. |
| 2. Viu-a Siquém, filho do heveu Hamor, que era príncipe daquela terra, e, tomando-a, a possuiu e assim a humilhou. |
| 3. Sua alma se apegou a Diná, filha de Jacó, e amou a jovem, e falou-lhe ao coração. |
| 4. Então, disse Siquém a Hamor, seu pai: Consegue-me esta jovem para esposa. |
| 5. Quando soube Jacó que Diná, sua filha, fora violada por Siquém, estavam os seus filhos no campo com o gado; calou-se, pois, até que voltassem. |
| 6. E saiu Hamor, pai de Siquém, para falar com Jacó. |
| 7. Vindo os filhos de Jacó do campo e ouvindo o que acontecera, indignaram-se e muito se iraram, pois Siquém praticara um desatino em Israel, violentando a filha de Jacó, o que se não devia fazer. |
| 8. Disse-lhes Hamor: A alma de meu filho Siquém está enamorada fortemente de vossa filha; peço-vos que lha deis por esposa. |
| 9. Aparentai-vos conosco, dai-nos as vossas filhas e tomai as nossas; |
| 10. habitareis conosco, a terra estará ao vosso dispor; habitai e negociai nela e nela tende possessões. |
| 11. E o próprio Siquém disse ao pai e aos irmãos de Diná: Ache eu mercê diante de vós e vos darei o que determinardes. |
| 12. Majorai de muito o dote de casamento e as dádivas, e darei o que me pedirdes; dai-me, porém, a jovem por esposa. |
| 13. Então, os filhos de Jacó, por causa de lhes haver Siquém violado a irmã, Diná, responderam com dolo a Siquém e a seu pai Hamor e lhes disseram: |
| 14. Não podemos fazer isso, dar nossa irmã a um homem incircunciso; porque isso nos seria ignomínia. |
| 15. Sob uma única condição permitiremos: que vos torneis como nós, circuncidando-se todo macho entre vós; |
| 16. então, vos daremos nossas filhas, tomaremos para nós as vossas, habitaremos convosco e seremos um só povo. |
| 17. Se, porém, não nos ouvirdes e não vos circuncidardes, tomaremos a nossa filha e nos retiraremos embora. |
| 18. Tais palavras agradaram a Hamor e a Siquém, seu filho. |
| 19. Não tardou o jovem em fazer isso, porque amava a filha de Jacó e era o mais honrado de toda a casa de seu pai. |
| 20. Vieram, pois, Hamor e Siquém, seu filho, à porta da sua cidade e falaram aos homens da cidade: |
| 21. Estes homens são pacíficos para conosco; portanto, habitem na terra e negociem nela. A terra é bastante espaçosa para contê-los; recebamos por mulheres a suas filhas e demos-lhes também as nossas. |
| 22. Somente, porém, consentirão os homens em habitar conosco, tornando-nos um só povo, se todo macho entre nós se circuncidar, como eles são circuncidados. |
| 23. O seu gado, as suas possessões e todos os seus animais não serão nossos? Consintamos, pois, com eles, e habitarão conosco. |
| 24. E deram ouvidos a Hamor e a Siquém, seu filho, todos os que saíam da porta da cidade; e todo homem foi circuncidado, dos que saíam pela porta da sua cidade. |
| 25. Ao terceiro dia, quando os homens sentiam mais forte a dor, dois filhos de Jacó, Simeão e Levi, irmãos de Diná, tomaram cada um a sua espada, entraram inesperadamente na cidade e mataram os homens todos. |
| 26. Passaram também ao fio da espada a Hamor e a seu filho Siquém; tomaram a Diná da casa de Siquém e saíram. |
| 27. Sobrevieram os filhos de Jacó aos mortos e saquearam a cidade, porque sua irmã fora violada. |
| 28. Levaram deles os rebanhos, os bois, os jumentos e o que havia na cidade e no campo; |
| 29. todos os seus bens, e todos os seus meninos, e as suas mulheres levaram cativos e pilharam tudo o que havia nas casas. |
| 30. Então, disse Jacó a Simeão e a Levi: Vós me afligistes e me fizestes odioso entre os moradores desta terra, entre os cananeus e os ferezeus; sendo nós pouca gente, reunir-se-ão contra mim, e serei destruído, eu e minha casa. |
| 31. Responderam: Abusaria ele de nossa irmã, como se fosse prostituta? |
| Marcos: 5 |
| 1. Entrementes, chegaram à outra margem do mar, à terra dos gerasenos. |
| 2. Ao desembarcar, logo veio dos sepulcros, ao seu encontro, um homem possesso de espírito imundo, |
| 3. o qual vivia nos sepulcros, e nem mesmo com cadeias alguém podia prendê-lo; |
| 4. porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram quebradas por ele, e os grilhões, despedaçados. E ninguém podia subjugá-lo. |
| 5. Andava sempre, de noite e de dia, clamando por entre os sepulcros e pelos montes, ferindo-se com pedras. |
| 6. Quando, de longe, viu Jesus, correu e o adorou, |
| 7. exclamando com alta voz: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Conjuro-te por Deus que não me atormentes! |
| 8. Porque Jesus lhe dissera: Espírito imundo, sai desse homem! |
| 9. E perguntou-lhe: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião é o meu nome, porque somos muitos. |
| 10. E rogou-lhe encarecidamente que os não mandasse para fora do país. |
| 11. Ora, pastava ali pelo monte uma grande manada de porcos. |
| 12. E os espíritos imundos rogaram a Jesus, dizendo: Manda-nos para os porcos, para que entremos neles. |
| 13. Jesus o permitiu. Então, saindo os espíritos imundos, entraram nos porcos; e a manada, que era cerca de dois mil, precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, onde se afogaram. |
| 14. Os porqueiros fugiram e o anunciaram na cidade e pelos campos. Então, saiu o povo para ver o que sucedera. |
| 15. Indo ter com Jesus, viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido, em perfeito juízo; e temeram. |
| 16. Os que haviam presenciado os fatos contaram-lhes o que acontecera ao endemoninhado e acerca dos porcos. |
| 17. E entraram a rogar-lhe que se retirasse da terra deles. |
| 18. Ao entrar Jesus no barco, suplicava-lhe o que fora endemoninhado que o deixasse estar com ele. |
| 19. Jesus, porém, não lho permitiu, mas ordenou-lhe: Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti. |
| 20. Então, ele foi e começou a proclamar em Decápolis tudo o que Jesus lhe fizera; e todos se admiravam. |
| 21. Tendo Jesus voltado no barco, para o outro lado, afluiu para ele grande multidão; e ele estava junto do mar. |
| 22. Eis que se chegou a ele um dos principais da sinagoga, chamado Jairo, e, vendo-o, prostrou-se a seus pés |
| 23. e insistentemente lhe suplicou: Minha filhinha está à morte; vem, impõe as mãos sobre ela, para que seja salva, e viverá. |
| 24. Jesus foi com ele. Grande multidão o seguia, comprimindo-o. |
| 25. Aconteceu que certa mulher, que, havia doze anos, vinha sofrendo de uma hemorragia |
| 26. e muito padecera à mão de vários médicos, tendo despendido tudo quanto possuía, sem, contudo, nada aproveitar, antes, pelo contrário, indo a pior, |
| 27. tendo ouvido a fama de Jesus, vindo por trás dele, por entre a multidão, tocou-lhe a veste. |
| 28. Porque, dizia: Se eu apenas lhe tocar as vestes, ficarei curada. |
| 29. E logo se lhe estancou a hemorragia, e sentiu no corpo estar curada do seu flagelo. |
| 30. Jesus, reconhecendo imediatamente que dele saíra poder, virando-se no meio da multidão, perguntou: Quem me tocou nas vestes? |
| 31. Responderam-lhe seus discípulos: Vês que a multidão te aperta e dizes: Quem me tocou? |
| 32. Ele, porém, olhava ao redor para ver quem fizera isto. |
| 33. Então, a mulher, atemorizada e tremendo, cônscia do que nela se operara, veio, prostrou-se diante dele e declarou-lhe toda a verdade. |
| 34. E ele lhe disse: Filha, a tua fé te salvou; vai-te em paz e fica livre do teu mal. |
| 35. Falava ele ainda, quando chegaram alguns da casa do chefe da sinagoga, a quem disseram: Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre? |
| 36. Mas Jesus, sem acudir a tais palavras, disse ao chefe da sinagoga: Não temas, crê somente. |
| 37. Contudo, não permitiu que alguém o acompanhasse, senão Pedro e os irmãos Tiago e João. |
| 38. Chegando à casa do chefe da sinagoga, viu Jesus o alvoroço, os que choravam e os que pranteavam muito. |
| 39. Ao entrar, lhes disse: Por que estais em alvoroço e chorais? A criança não está morta, mas dorme. |
| 40. E riam-se dele. Tendo ele, porém, mandado sair a todos, tomou o pai e a mãe da criança e os que vieram com ele e entrou onde ela estava. |
| 41. Tomando-a pela mão, disse: Talitá cumi!, que quer dizer: Menina, eu te mando, levanta-te! |
| 42. Imediatamente, a menina se levantou e pôs-se a andar; pois tinha doze anos. Então, ficaram todos sobremaneira admirados. |
| 43. Mas Jesus ordenou-lhes expressamente que ninguém o soubesse; e mandou que dessem de comer à menina. |
| Ester: 10 |
| 1. Depois disto, o rei Assuero impôs tributo sobre a terra e sobre as terras do mar. |
| 2. Quanto aos mais atos do seu poder e do seu valor e ao relatório completo da grandeza de Mordecai, a quem o rei exaltou, porventura, não estão escritos no Livro da História dos Reis da Média e da Pérsia? |
| 3. Pois o judeu Mordecai foi o segundo depois do rei Assuero, e grande para com os judeus, e estimado pela multidão de seus irmãos, tendo procurado o bem-estar do seu povo e trabalhado pela prosperidade de todo o povo da sua raça. |
Almeida Revista e Atualizada: 33 of 365 days