Thus saith the LORD, The heaven is my throne, and the earth is my footstool: where is the house that ye build unto me? and where is the place of my rest? For all those things hath mine hand made, and all those things have been, saith the LORD: but to this man will I look, even to him that is poor and of a contrite spirit, and trembleth at my word. [Isaiah 66: 1-2]
Here, you automatically follow the current day's Bible reading, but you can freely navigate between days, versions, and plans as needed. This page was designed to be your daily starting point — simple, straightforward, and always within reach.
Complete Bible (365 dias)
Almeida Revista e Atualizada: 122 of 365 days
| Números: 9 |
|---|
| 1. Falou o SENHOR a Moisés no deserto do Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no mês primeiro, dizendo: |
| 2. Celebrem os filhos de Israel a Páscoa a seu tempo. |
| 3. No dia catorze deste mês, ao crepúsculo da tarde, a seu tempo a celebrareis; segundo todos os seus estatutos e segundo todos os seus ritos, a celebrareis. |
| 4. Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a Páscoa. |
| 5. Então, celebraram a Páscoa no dia catorze do mês primeiro, ao crepúsculo da tarde, no deserto do Sinai; segundo tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel. |
| 6. Houve alguns que se acharam imundos por terem tocado o cadáver de um homem, de maneira que não puderam celebrar a Páscoa naquele dia; por isso, chegando-se perante Moisés e Arão, |
| 7. disseram-lhes: Estamos imundos por termos tocado o cadáver de um homem; por que havemos de ser privados de apresentar a oferta do SENHOR, a seu tempo, no meio dos filhos de Israel? |
| 8. Respondeu-lhes Moisés: Esperai, e ouvirei o que o SENHOR vos ordenará. |
| 9. Então, disse o SENHOR a Moisés: |
| 10. Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós ou entre as vossas gerações achar-se imundo por causa de um morto ou se achar em jornada longe de vós, contudo, ainda celebrará a Páscoa ao SENHOR. |
| 11. No mês segundo, no dia catorze, no crepúsculo da tarde, a celebrarão; com pães asmos e ervas amargas a comerão. |
| 12. Dela nada deixarão até à manhã e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da Páscoa, a celebrarão. |
| 13. Porém, se um homem achar-se limpo, e não estiver de caminho, e deixar de celebrar a Páscoa, essa alma será eliminada do seu povo, porquanto não apresentou a oferta do SENHOR, a seu tempo; tal homem levará sobre si o seu pecado. |
| 14. Se um estrangeiro habitar entre vós e também celebrar a Páscoa ao SENHOR, segundo o estatuto da Páscoa e segundo o seu rito, assim a celebrará; um só estatuto haverá para vós outros, tanto para o estrangeiro como para o natural da terra. |
| 15. No dia em que foi erigido o tabernáculo, a nuvem o cobriu, a saber, a tenda do Testemunho; e, à tarde, estava sobre o tabernáculo uma aparência de fogo até à manhã. |
| 16. Assim era de contínuo: a nuvem o cobria, e, de noite, havia aparência de fogo. |
| 17. Quando a nuvem se erguia de sobre a tenda, os filhos de Israel se punham em marcha; e, no lugar onde a nuvem parava, aí os filhos de Israel se acampavam. |
| 18. Segundo o mandado do SENHOR, os filhos de Israel partiam e, segundo o mandado do SENHOR, se acampavam; por todo o tempo em que a nuvem pairava sobre o tabernáculo, permaneciam acampados. |
| 19. Quando a nuvem se detinha muitos dias sobre o tabernáculo, então, os filhos de Israel cumpriam a ordem do SENHOR e não partiam. |
| 20. Às vezes, a nuvem ficava poucos dias sobre o tabernáculo; então, segundo o mandado do SENHOR, permaneciam e, segundo a ordem do SENHOR, partiam. |
| 21. Às vezes, a nuvem ficava desde a tarde até à manhã; quando, pela manhã, a nuvem se erguia, punham-se em marcha; quer de dia, quer de noite, erguendo-se a nuvem, partiam. |
| 22. Se a nuvem se detinha sobre o tabernáculo por dois dias, ou um mês, ou por mais tempo, enquanto pairava sobre ele, os filhos de Israel permaneciam acampados e não se punham em marcha; mas, erguendo-se ela, partiam. |
| 23. Segundo o mandado do SENHOR, se acampavam e, segundo o mandado do SENHOR, se punham em marcha; cumpriam o seu dever para com o SENHOR, segundo a ordem do SENHOR por intermédio de Moisés. |
| Salmos: 45 |
| 1. De boas palavras transborda o meu coração. Ao Rei consagro o que compus; a minha língua é como a pena de habilidoso escritor. |
| 2. Tu és o mais formoso dos filhos dos homens; nos teus lábios se extravasou a graça; por isso, Deus te abençoou para sempre. |
| 3. Cinge a espada no teu flanco, herói; cinge a tua glória e a tua majestade! |
| 4. E nessa majestade cavalga prosperamente, pela causa da verdade e da justiça; e a tua destra te ensinará proezas. |
| 5. As tuas setas são agudas, penetram o coração dos inimigos do Rei; os povos caem submissos a ti. |
| 6. O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de equidade é o cetro do teu reino. |
| 7. Amas a justiça e odeias a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros. |
| 8. Todas as tuas vestes recendem a mirra, aloés e cássia; de palácios de marfim ressoam instrumentos de cordas que te alegram. |
| 9. Filhas de reis se encontram entre as tuas damas de honra; à tua direita está a rainha adornada de ouro finíssimo de Ofir. |
| 10. Ouve, filha; vê, dá atenção; esquece o teu povo e a casa de teu pai. |
| 11. Então, o Rei cobiçará a tua formosura; pois ele é o teu senhor; inclina-te perante ele. |
| 12. A ti virá a filha de Tiro trazendo donativos; os mais ricos do povo te pedirão favores. |
| 13. Toda formosura é a filha do Rei no interior do palácio; a sua vestidura é recamada de ouro. |
| 14. Em roupagens bordadas conduzem-na perante o Rei; as virgens, suas companheiras que a seguem, serão trazidas à tua presença. |
| 15. Serão dirigidas com alegria e regozijo; entrarão no palácio do Rei. |
| 16. Em vez de teus pais, serão teus filhos, os quais farás príncipes por toda a terra. |
| 17. O teu nome, eu o farei celebrado de geração a geração, e, assim, os povos te louvarão para todo o sempre. |
| Cânticos: 7 |
| 1. Que formosos são os teus passos dados de sandálias, ó filha do príncipe! Os meneios dos teus quadris são como colares trabalhados por mãos de artista. |
| 2. O teu umbigo é taça redonda, a que não falta bebida; o teu ventre é monte de trigo, cercado de lírios. |
| 3. Os teus dois seios, como duas crias, gêmeas de uma gazela. |
| 4. O teu pescoço, como torre de marfim; os teus olhos são as piscinas de Hesbom, junto à porta de Bate-Rabim; o teu nariz, como a torre do Líbano, que olha para Damasco. |
| 5. A tua cabeça é como o monte Carmelo, a tua cabeleira, como a púrpura; um rei está preso nas tuas tranças. |
| 6. Quão formosa e quão aprazível és, ó amor em delícias! |
| 7. Esse teu porte é semelhante à palmeira, e os teus seios, a seus cachos. |
| 8. Dizia eu: subirei à palmeira, pegarei em seus ramos. Sejam os teus seios como os cachos da vide, e o aroma da tua respiração, como o das maçãs. |
| 9. Os teus beijos são como o bom vinho, vinho que se escoa suavemente para o meu amado, deslizando entre seus lábios e dentes. |
| 10. Eu sou do meu amado, e ele tem saudades de mim. |
| 11. Vem, ó meu amado, saiamos ao campo, passemos as noites nas aldeias. |
| 12. Levantemo-nos cedo de manhã para ir às vinhas; vejamos se florescem as vides, se se abre a flor, se já brotam as romeiras; dar-te-ei ali o meu amor. |
| 13. As mandrágoras exalam o seu perfume, e às nossas portas há toda sorte de excelentes frutos, novos e velhos; eu tos reservei, ó meu amado. |
Almeida Revista e Atualizada: 122 of 365 days