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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 50

  • 1. José atirou-se sobre seu pai, chorou sobre ele e o beijou.
  • 2. Em seguida, deu ordens aos médicos, que estavam ao seu serviço, que embalsamassem seu pai Israel. E eles o embalsamaram.
  • 3. Levaram quarenta dias completos, pois esse era o tempo para o embalsamamento. E os egípcios choraram sua morte setenta dias.
  • 4. Passados os dias de luto, José disse à corte do faraó: “Se posso contar com a bondade de vocês, falem com o faraó em meu favor. Digam-lhe que
  • 5. meu pai fez-me prestar-lhe o seguinte juramento: ‘Estou à beira da morte; sepulte-me no túmulo que preparei para mim na terra de Canaã’. Agora, pois, peçam-lhe que me permita partir e sepultar meu pai; logo depois voltarei”.
  • 6. Respondeu o faraó: “Vá e faça o sepultamento de seu pai como este o fez jurar”.
  • 7. Então José partiu para sepultar seu pai. Com ele foram todos os conselheiros do faraó, as autoridades da sua corte e todas as autoridades do Egito,
  • 8. e, além deles, todos os da família de José, os seus irmãos e todos os da casa de seu pai. Somente as crianças, as ovelhas e os bois foram deixados em Gósen.
  • 9. Carruagens e cavaleiros também o acompanharam. A comitiva era imensa.
  • 10. Chegando à eira de Atade, perto do Jordão, lamentaram-se em alta voz, com grande amargura; e ali José guardou sete dias de pranto pela morte do seu pai.
  • 11. Quando os cananeus que lá habitavam viram aquele pranto na eira de Atade, disseram: “Os egípcios estão celebrando uma cerimônia de luto solene”. Por essa razão, aquele lugar, próximo ao Jordão, foi chamado Abel-Mizraim.
  • 12. Assim fizeram os filhos de Jacó o que este lhes havia ordenado:
  • 13. Levaram-no à terra de Canaã e o sepultaram na caverna do campo de Macpela, perto de Manre, que, com o campo, Abraão tinha comprado de Efrom, o hitita, para que lhe servisse de propriedade para sepultura.
  • 14. Depois de sepultar seu pai, José voltou ao Egito, com os seus irmãos e com todos os demais que o tinham acompanhado.
  • 15. Vendo os irmãos de José que seu pai havia morrido, disseram: “E se José tiver rancor contra nós e resolver retribuir todo o mal que lhe causamos?”
  • 16. Então mandaram um recado a José, dizendo: “Antes de morrer, teu pai nos ordenou
  • 17. que te disséssemos o seguinte: ‘Peço-lhe que perdoe os erros e pecados de seus irmãos que o trataram com tanta maldade!’ Agora, pois, perdoa os pecados dos servos do Deus do teu pai”. Quando recebeu o recado, José chorou.
  • 18. Depois vieram seus irmãos, prostraram-se diante dele e disseram: “Aqui estamos. Somos teus escravos!”
  • 19. José, porém, lhes disse: “Não tenham medo. Estaria eu no lugar de Deus?
  • 20. Vocês planejaram o mal contra mim, mas Deus o tornou em bem, para que hoje fosse preservada a vida de muitos.
  • 21. Por isso, não tenham medo. Eu sustentarei vocês e seus filhos”. E assim os tranquilizou e lhes falou amavelmente.
  • 22. José permaneceu no Egito, com toda a família de seu pai. Viveu cento e dez anos
  • 23. e viu a terceira geração dos filhos de Efraim. Além disso, recebeu como seus os filhos de Maquir, filho de Manassés.
  • 24. Antes de morrer José disse a seus irmãos: “Estou à beira da morte. Mas Deus certamente virá em auxílio de vocês e os tirará desta terra, levando-os para a terra que prometeu com juramento a Abraão, a Isaque e a Jacó”.
  • 25. E José fez que os filhos de Israel lhe prestassem um juramento, dizendo-lhes: “Quando Deus intervier em favor de vocês, levem os meus ossos daqui”.
  • 26. Morreu José com a idade de cento e dez anos. E, depois de embalsamado, foi colocado num sarcófago no Egito.
  • Lucas 5

  • 1. Certo dia Jesus estava perto do lago de Genesaré , e uma multidão o comprimia de todos os lados para ouvir a palavra de Deus.
  • 2. Viu à beira do lago dois barcos, deixados ali pelos pescadores, que estavam lavando as suas redes.
  • 3. Entrou num dos barcos, o que pertencia a Simão, e pediu-lhe que o afastasse um pouco da praia. Então sentou-se e do barco ensinava o povo.
  • 4. Tendo acabado de falar, disse a Simão: “Vá para onde as águas são mais fundas”, e a todos: “Lancem as redes para a pesca”.
  • 5. Simão respondeu: “Mestre, esforçamo-nos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, porque és tu quem está dizendo isto, vou lançar as redes”.
  • 6. Quando o fizeram, pegaram tal quantidade de peixes que as redes começaram a rasgar-se.
  • 7. Então fizeram sinais a seus companheiros no outro barco, para que viessem ajudá-los; e eles vieram e encheram ambos os barcos, ao ponto de começarem a afundar.
  • 8. Quando Simão Pedro viu isso, prostrou-se aos pés de Jesus e disse: “Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um homem pecador!”
  • 9. Pois ele e todos os seus companheiros estavam perplexos com a pesca que haviam feito,
  • 10. como também Tiago e João, os filhos de Zebedeu, sócios de Simão. Jesus disse a Simão: “Não tenha medo; de agora em diante você será pescador de homens”.
  • 11. Eles então arrastaram seus barcos para a praia, deixaram tudo e o seguiram.
  • 12. Estando Jesus numa das cidades, passou um homem coberto de lepra. Quando viu Jesus, prostrou-se com o rosto em terra e rogou-lhe: “Se quiseres, podes purificar-me”.
  • 13. Jesus estendeu a mão e tocou nele, dizendo: “Quero. Seja purificado!” E imediatamente a lepra o deixou.
  • 14. Então Jesus lhe ordenou: “Não conte isso a ninguém; mas vá mostrar-se ao sacerdote e ofereça pela sua purificação os sacrifícios que Moisés ordenou, para que sirva de testemunho”.
  • 15. Todavia, as notícias a respeito dele se espalhavam ainda mais, de forma que multidões vinham para ouvi-lo e para serem curadas de suas doenças.
  • 16. Mas Jesus retirava-se para lugares solitários e orava.
  • 17. Certo dia, quando ele ensinava, estavam sentados ali fariseus e mestres da lei, procedentes de todos os povoados da Galileia, da Judeia e de Jerusalém. E o poder do Senhor estava com ele para curar os doentes.
  • 18. Vieram alguns homens trazendo um paralítico numa maca e tentaram fazê-lo entrar na casa, para colocá-lo diante de Jesus.
  • 19. Não conseguindo fazer isso, por causa da multidão, subiram ao terraço e o baixaram em sua maca, através de uma abertura, até o meio da multidão, bem em frente de Jesus.
  • 20. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse: “Homem, os seus pecados estão perdoados”.
  • 21. Os fariseus e os mestres da lei começaram a pensar: “Quem é esse que blasfema? Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?”
  • 22. Jesus, sabendo o que eles estavam pensando, perguntou: “Por que vocês estão pensando assim?
  • 23. Que é mais fácil dizer: ‘Os seus pecados estão perdoados’, ou: ‘Levante-se e ande’?
  • 24. Mas para que vocês saibam que o Filho do homem tem na terra autoridade para perdoar pecados”—disse ao paralítico—“eu digo a você: Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa”.
  • 25. Imediatamente ele se levantou na frente deles, pegou a maca em que estivera deitado e foi para casa louvando a Deus.
  • 26. Todos ficaram atônitos e glorificavam a Deus e, cheios de temor, diziam: “Hoje vimos coisas extraordinárias!”
  • 27. Depois disso, Jesus saiu e viu um publicano chamado Levi, sentado na coletoria, e disse-lhe: “Siga-me”.
  • 28. Levi levantou-se, deixou tudo e o seguiu.
  • 29. Então Levi ofereceu um grande banquete a Jesus em sua casa. Havia muita gente comendo com eles: publicanos e outras pessoas.
  • 30. Mas os fariseus e aqueles mestres da lei que eram da mesma facção queixaram-se aos discípulos de Jesus: “Por que vocês comem e bebem com publicanos e pecadores?”
  • 31. Jesus lhes respondeu: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes.
  • 32. Eu não vim chamar justos, mas pecadores ao arrependimento”.
  • 33. E eles lhe disseram: “Os discípulos de João jejuam e oram frequentemente, bem como os discípulos dos fariseus; mas os teus vivem comendo e bebendo”.
  • 34. Jesus respondeu: “Podem vocês fazer os convidados do noivo jejuar enquanto o noivo está com eles?
  • 35. Mas virão dias quando o noivo lhes será tirado; naqueles dias jejuarão”.
  • 36. Então lhes contou esta parábola: “Ninguém tira um remendo de roupa nova e o costura em roupa velha; se o fizer, estragará a roupa nova, além do que o remendo da nova não se ajustará à velha.
  • 37. E ninguém põe vinho novo em vasilha de couro velha; se o fizer, o vinho novo rebentará a vasilha, se derramará, e a vasilha se estragará.
  • 38. Ao contrário, vinho novo deve ser posto em vasilha de couro nova.
  • 39. E ninguém, depois de beber o vinho velho, prefere o novo, pois diz: ‘O vinho velho é melhor!’ ”
  • Jó 18

  • 1. Então Bildade, de Suá, respondeu:
  • 2. “Quando você vai parar de falar? Proceda com sensatez, e depois poderemos conversar.
  • 3. Por que somos considerados como animais e somos ignorantes aos seus olhos?
  • 4. Ah, você, que se dilacera de ira! Deve-se abandonar a terra por sua causa? Ou devem as rochas mudar de lugar?
  • 5. “A lâmpada do ímpio se apaga, e a chama do seu fogo se extingue.
  • 6. Na sua tenda a luz se escurece; a lâmpada de sua vida se apaga.
  • 7. O vigor dos seus passos se enfraquece, e os seus próprios planos o lançam por terra.
  • 8. Por seus próprios pés você se prende na rede, e se perde na sua malha.
  • 9. A armadilha o pega pelo calcanhar; o laço o prende firme.
  • 10. O nó corredio está escondido na terra para pegá-lo, há uma armadilha em seu caminho.
  • 11. Terrores de todos os lados o assustam e o perseguem em todos os seus passos.
  • 12. A calamidade tem fome de alcançá-lo; a desgraça está à espera de sua queda
  • 13. e consome partes da sua pele; o primogênito da morte devora os membros do seu corpo.
  • 14. Ele é arrancado da segurança de sua tenda, e o levam à força ao rei dos terrores.
  • 15. O fogo mora na tenda dele; espalham enxofre ardente sobre a sua habitação.
  • 16. Suas raízes secam-se embaixo, e seus ramos murcham em cima.
  • 17. Sua lembrança desaparece da terra, e nome não tem, em parte alguma.
  • 18. É lançado da luz para as trevas; é banido do mundo.
  • 19. Não tem filhos nem descendentes entre o seu povo, nem lhe restou sobrevivente algum nos lugares onde antes vivia.
  • 20. Os homens do ocidente assustam-se com a sua ruína, e os do oriente enchem-se de pavor.
  • 21. É assim a habitação do perverso; essa é a situação de quem não conhece a Deus”.

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