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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 41

  • 1. Ao final de dois anos, o faraó teve um sonho. Ele estava em pé junto ao rio Nilo,
  • 2. quando saíram do rio sete vacas belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos.
  • 3. Depois saíram do rio mais sete vacas, feias e magras, que foram para junto das outras, à beira do Nilo.
  • 4. Então as vacas feias e magras comeram as sete vacas belas e gordas. Nisso o faraó acordou.
  • 5. Tornou a adormecer e teve outro sonho. Sete espigas de trigo, graúdas e boas, cresciam no mesmo pé.
  • 6. Depois brotaram outras sete espigas, mirradas e ressequidas pelo vento leste.
  • 7. As espigas mirradas engoliram as sete espigas graúdas e cheias. Então o faraó acordou; era um sonho.
  • 8. Pela manhã, perturbado, mandou chamar todos os magos e sábios do Egito e lhes contou os sonhos, mas ninguém foi capaz de interpretá-los.
  • 9. Então o chefe dos copeiros disse ao faraó: “Hoje me lembro de minhas faltas.
  • 10. Certa vez o faraó ficou irado com dois dos seus servos e mandou prender-me junto com o chefe dos padeiros, na casa do capitão da guarda.
  • 11. Certa noite cada um de nós teve um sonho, e cada sonho tinha uma interpretação.
  • 12. Pois bem, havia lá conosco um jovem hebreu, servo do capitão da guarda. Contamos a ele os nossos sonhos, e ele os interpretou, dando a cada um de nós a interpretação do seu próprio sonho.
  • 13. E tudo aconteceu conforme ele nos dissera: eu fui restaurado à minha posição, e o outro foi enforcado ”.
  • 14. O faraó mandou chamar José, que foi trazido depressa do calabouço. Depois de se barbear e trocar de roupa, apresentou-se ao faraó.
  • 15. O faraó disse a José: “Tive um sonho que ninguém consegue interpretar. Mas ouvi falar que você, ao ouvir um sonho, é capaz de interpretá-lo”.
  • 16. Respondeu-lhe José: “Isso não depende de mim, mas Deus dará ao faraó uma resposta favorável”.
  • 17. Então o faraó contou o sonho a José: “Sonhei que estava em pé, à beira do Nilo,
  • 18. quando saíram do rio sete vacas, belas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos.
  • 19. Depois saíram outras sete, raquíticas, muito feias e magras. Nunca vi vacas tão feias em toda a terra do Egito.
  • 20. As vacas magras e feias comeram as sete vacas gordas que tinham aparecido primeiro.
  • 21. Mesmo depois de havê-las comido, não parecia que o tivessem feito, pois continuavam tão magras como antes. Então acordei.
  • 22. “Depois tive outro sonho. Vi sete espigas de cereal, cheias e boas, que cresciam num mesmo pé.
  • 23. Depois delas, brotaram outras sete, murchas e mirradas, ressequidas pelo vento leste.
  • 24. As espigas magras engoliram as sete espigas boas. Contei isso aos magos, mas ninguém foi capaz de explicá-lo”.
  • 25. “O faraó teve um único sonho”, disse-lhe José. “Deus revelou ao faraó o que ele está para fazer.
  • 26. As sete vacas boas são sete anos, e as sete espigas boas são também sete anos; trata-se de um único sonho.
  • 27. As sete vacas magras e feias que surgiram depois das outras, e as sete espigas mirradas, queimadas pelo vento leste, são sete anos. Serão sete anos de fome.
  • 28. “É exatamente como eu disse ao faraó: Deus mostrou ao faraó aquilo que ele vai fazer.
  • 29. Sete anos de muita fartura estão para vir sobre toda a terra do Egito,
  • 30. mas depois virão sete anos de fome. Então todo o tempo de fartura será esquecido, pois a fome arruinará a terra.
  • 31. A fome que virá depois será tão rigorosa que o tempo de fartura não será mais lembrado na terra.
  • 32. O sonho veio ao faraó duas vezes porque a questão já foi decidida por Deus, que se apressa em realizá-la.
  • 33. “Procure agora o faraó um homem criterioso e sábio e ponha-o no comando da terra do Egito.
  • 34. O faraó também deve estabelecer supervisores para recolher um quinto da colheita do Egito durante os sete anos de fartura.
  • 35. Eles deverão recolher o que puderem nos anos bons que virão e fazer estoques de trigo que, sob o controle do faraó, serão armazenados nas cidades.
  • 36. Esse estoque servirá de reserva para os sete anos de fome que virão sobre o Egito, para que a terra não seja arrasada pela fome.”
  • 37. O plano pareceu bom ao faraó e a todos os seus conselheiros.
  • 38. Por isso o faraó lhes perguntou: “Será que vamos achar alguém como este homem, em quem está o espírito divino?”
  • 39. Disse, pois, o faraó a José: “Uma vez que Deus lhe revelou todas essas coisas, não há ninguém tão criterioso e sábio como você.
  • 40. Você terá o comando de meu palácio, e todo o meu povo se sujeitará às suas ordens. Somente em relação ao trono serei maior que você”.
  • 41. E o faraó prosseguiu: “Entrego a você agora o comando de toda a terra do Egito”.
  • 42. Em seguida, o faraó tirou do dedo o seu anel-selo e o colocou no dedo de José. Mandou-o vestir linho fino e colocou uma corrente de ouro em seu pescoço.
  • 43. Também o fez subir em sua segunda carruagem real, e à frente os arautos iam gritando: “Abram caminho!” Assim José foi posto no comando de toda a terra do Egito.
  • 44. Disse ainda o faraó a José: “Eu sou o faraó, mas sem a sua palavra ninguém poderá levantar a mão nem o pé em todo o Egito”.
  • 45. O faraó deu a José o nome de Zafenate-Paneia e lhe deu por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om. Depois José foi inspecionar toda a terra do Egito.
  • 46. José tinha trinta anos de idade quando começou a servir ao faraó, rei do Egito. Ele se ausentou da presença do faraó e foi percorrer todo o Egito.
  • 47. Durante os sete anos de fartura a terra teve grande produção.
  • 48. José recolheu todo o excedente dos sete anos de fartura no Egito e o armazenou nas cidades. Em cada cidade ele armazenava o trigo colhido nas lavouras das redondezas.
  • 49. Assim José estocou muito trigo, como a areia do mar. Tal era a quantidade que ele parou de anotar, porque ia além de toda medida.
  • 50. Antes dos anos de fome, Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, deu a José dois filhos.
  • 51. Ao primeiro, José deu o nome de Manassés, dizendo: “Deus me fez esquecer todo o meu sofrimento e toda a casa de meu pai”.
  • 52. Ao segundo filho, chamou Efraim, dizendo: “Deus me fez prosperar na terra onde tenho sofrido”.
  • 53. Assim chegaram ao fim os sete anos de fartura no Egito,
  • 54. e começaram os sete anos de fome, como José tinha predito. Houve fome em todas as terras, mas em todo o Egito havia alimento.
  • 55. Quando todo o Egito começou a sofrer com a fome, o povo clamou ao faraó por comida, e este respondeu a todos os egípcios: “Dirijam-se a José e façam o que ele disser”.
  • 56. Quando a fome já se havia espalhado por toda a terra, José mandou abrir os locais de armazenamento e começou a vender trigo aos egípcios, pois a fome se agravava em todo o Egito.
  • 57. E de toda a terra vinha gente ao Egito para comprar trigo de José, porquanto a fome se agravava em toda parte.
  • Marcos 12

  • 1. Então Jesus começou a lhes falar por parábolas: “Certo homem plantou uma vinha, colocou uma cerca ao redor dela, cavou um tanque para prensar as uvas e construiu uma torre. Depois arrendou a vinha a alguns lavradores e foi fazer uma viagem.
  • 2. Na época da colheita, enviou um servo aos lavradores, para receber deles parte do fruto da vinha.
  • 3. Mas eles o agarraram, o espancaram e o mandaram embora de mãos vazias.
  • 4. Então enviou-lhes outro servo; e eles lhe bateram na cabeça e o humilharam.
  • 5. E enviou ainda outro, o qual mataram. Enviou muitos outros; em alguns bateram, a outros mataram.
  • 6. “Faltava-lhe ainda um para enviar: seu filho amado. Por fim o enviou, dizendo: ‘A meu filho respeitarão’.
  • 7. “Mas os lavradores disseram uns aos outros: ‘Este é o herdeiro. Venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa’.
  • 8. Assim eles o agarraram, o mataram e o lançaram para fora da vinha.
  • 9. “O que fará então o dono da vinha? Virá e matará aqueles lavradores e dará a vinha a outros.
  • 10. Vocês nunca leram esta passagem das Escrituras? “ ‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular;
  • 11. isso vem do Senhor e é algo maravilhoso para nós’ ”.
  • 12. Então começaram a procurar um meio de prendê-lo, pois perceberam que era contra eles que ele havia contado aquela parábola. Mas tinham medo da multidão; por isso o deixaram e foram embora.
  • 13. Mais tarde enviaram a Jesus alguns dos fariseus e herodianos para o apanharem em alguma coisa que ele dissesse.
  • 14. Estes se aproximaram dele e disseram: “Mestre, sabemos que és íntegro e que não te deixas influenciar por ninguém, porque não te prendes à aparência dos homens, mas ensinas o caminho de Deus conforme a verdade. É certo pagar imposto a César ou não?
  • 15. Devemos pagar ou não?” Mas Jesus, percebendo a hipocrisia deles, perguntou: “Por que vocês estão me pondo à prova? Tragam-me um denário para que eu o veja”.
  • 16. Eles lhe trouxeram a moeda, e ele lhes perguntou: “De quem é esta imagem e esta inscrição?” “De César”, responderam eles.
  • 17. Então Jesus lhes disse: “Deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”. E ficaram admirados com ele.
  • 18. Depois os saduceus, que dizem que não há ressurreição, aproximaram-se dele com a seguinte questão:
  • 19. “Mestre, Moisés nos deixou escrito que, se um homem morrer e deixar mulher sem filhos, seu irmão deverá casar-se com a viúva e ter filhos para seu irmão.
  • 20. Havia sete irmãos. O primeiro casou-se e morreu sem deixar filhos.
  • 21. O segundo casou-se com a viúva, mas também morreu sem deixar filhos. O mesmo aconteceu com o terceiro.
  • 22. Nenhum dos sete deixou filhos. Finalmente, morreu também a mulher.
  • 23. Na ressurreição, de quem ela será esposa, visto que os sete foram casados com ela?”
  • 24. Jesus respondeu: “Vocês estão enganados!, pois não conhecem as Escrituras nem o poder de Deus!
  • 25. Quando os mortos ressuscitam, não se casam nem são dados em casamento, mas são como os anjos nos céus.
  • 26. Quanto à ressurreição dos mortos, vocês não leram no livro de Moisés, no relato da sarça, como Deus lhe disse: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó’?
  • 27. Ele não é Deus de mortos, mas de vivos. Vocês estão muito enganados!”
  • 28. Um dos mestres da lei aproximou-se e os ouviu discutindo. Notando que Jesus lhes dera uma boa resposta, perguntou-lhe: “De todos os mandamentos, qual é o mais importante?”
  • 29. Respondeu Jesus: “O mais importante é este: ‘Ouça, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus, o Senhor é o único Senhor.
  • 30. Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todo o seu entendimento e de todas as suas forças’.
  • 31. O segundo é este: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Não existe mandamento maior do que estes”.
  • 32. “Muito bem, mestre”, disse o homem. “Estás certo ao dizeres que Deus é único e que não existe outro além dele.
  • 33. Amá-lo de todo o coração, de todo o entendimento e de todas as forças, e amar ao próximo como a si mesmo é mais importante do que todos os sacrifícios e ofertas”.
  • 34. Vendo que ele tinha respondido sabiamente, Jesus lhe disse: “Você não está longe do Reino de Deus”. Daí por diante ninguém mais ousava lhe fazer perguntas.
  • 35. Ensinando no templo, Jesus perguntou: “Como os mestres da lei dizem que o Cristo é filho de Davi?
  • 36. O próprio Davi, falando pelo Espírito Santo, disse: “ ‘O Senhor disse ao meu Senhor: Senta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos debaixo de teus pés’.
  • 37. O próprio Davi o chama ‘Senhor’. Como pode, então, ser ele seu filho?” E a grande multidão o ouvia com prazer.
  • 38. Ao ensinar, Jesus dizia: “Cuidado com os mestres da lei. Eles fazem questão de andar com roupas especiais, de receber saudações nas praças
  • 39. e de ocupar os lugares mais importantes nas sinagogas e os lugares de honra nos banquetes.
  • 40. Eles devoram as casas das viúvas, e, para disfarçar, fazem longas orações. Esses receberão condenação mais severa!”
  • 41. Jesus sentou-se em frente do lugar onde eram colocadas as contribuições e observava a multidão colocando o dinheiro nas caixas de ofertas. Muitos ricos lançavam ali grandes quantias.
  • 42. Então, uma viúva pobre chegou-se e colocou duas pequeninas moedas de cobre, de muito pouco valor.
  • 43. Chamando a si os seus discípulos, Jesus declarou: “Afirmo que esta viúva pobre colocou na caixa de ofertas mais do que todos os outros.
  • 44. Todos deram do que lhes sobrava; mas ela, da sua pobreza, deu tudo o que possuía para viver”.
  • Jó 8

  • 1. Então Bildade, de Suá, respondeu:
  • 2. “Até quando você vai falar desse modo? Suas palavras são um grande vendaval!
  • 3. Acaso Deus torce a justiça? Será que o Todo-poderoso torce o que é direito?
  • 4. Quando os seus filhos pecaram contra ele, ele os castigou pelo mal que fizeram.
  • 5. Mas, se você procurar Deus e implorar junto ao Todo-poderoso,
  • 6. se você for íntegro e puro, ele se levantará agora mesmo em seu favor e o restabelecerá no lugar que por justiça cabe a você.
  • 7. O seu começo parecerá modesto, mas o seu futuro será de grande prosperidade.
  • 8. “Pergunte às gerações anteriores e veja o que os seus pais aprenderam,
  • 9. pois nós nascemos ontem e não sabemos nada. Nossos dias na terra não passam de uma sombra.
  • 10. Acaso eles não o instruirão, não lhe falarão? Não proferirão palavras vindas do entendimento?
  • 11. Poderá o papiro crescer senão no pântano? Sem água cresce o junco?
  • 12. Mal cresce e, antes de ser colhido, seca-se, mais depressa que qualquer grama.
  • 13. Esse é o destino de todo o que se esquece de Deus; assim perece a esperança dos ímpios.
  • 14. Aquilo em que ele confia é frágil, aquilo em que se apoia é uma teia de aranha.
  • 15. Encosta-se em sua teia, mas ela cede; agarra-se a ela, mas ela não aguenta.
  • 16. Ele é como uma planta bem regada ao brilho do sol, espalhando seus brotos pelo jardim;
  • 17. entrelaça as raízes em torno de um monte de pedras e procura um lugar entre as rochas.
  • 18. Mas, quando é arrancada do seu lugar, este a rejeita e diz: ‘Nunca a vi’.
  • 19. Esse é o fim da sua vida, e do solo brotam outras plantas.
  • 20. “Pois o certo é que Deus não rejeita o íntegro e não fortalece as mãos dos que fazem o mal.
  • 21. Mas, quanto a você, ele encherá de riso a sua boca e de brados de alegria os seus lábios.
  • 22. Seus inimigos se vestirão de vergonha, e as tendas dos ímpios não mais existirão”.

Nova Versão Internacional

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