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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    2 Reis 25

  • 1. Então, no nono ano do reinado de Zedequias, no décimo dia do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, marchou contra Jerusalém com todo o seu exército. Ele acampou em frente da cidade e construiu rampas de ataque ao redor dela.
  • 2. A cidade foi mantida sob cerco até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
  • 3. No nono dia do quarto mês, a fome na cidade havia se tornado tão rigorosa que não havia nada para o povo comer.
  • 4. Então o muro da cidade foi rompido, e todos os soldados fugiram de noite pela porta entre os dois muros próximos ao jardim do rei, embora os babilônios estivessem em torno da cidade. Fugiram na direção da Arabá ,
  • 5. mas o exército babilônio perseguiu o rei e o alcançou nas planícies de Jericó. Todos os seus soldados o abandonaram,
  • 6. e ele foi capturado. Foi levado ao rei da Babilônia, em Ribla, onde pronunciaram a sentença contra ele.
  • 7. Executaram os filhos de Zedequias na sua frente, furaram os seus olhos, prenderam-no com algemas de bronze e o levaram para a Babilônia.
  • 8. No sétimo dia do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, comandante da guarda imperial, conselheiro do rei da Babilônia, foi a Jerusalém.
  • 9. Incendiou o templo do SENHOR, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes.
  • 10. Todo o exército babilônio que acompanhava Nebuzaradã derrubou os muros de Jerusalém.
  • 11. E ele levou para o exílio o povo que sobrou na cidade, os que passaram para o lado do rei da Babilônia e o restante da população.
  • 12. Mas o comandante deixou para trás alguns dos mais pobres do país, para trabalharem nas vinhas e nos campos.
  • 13. Os babilônios destruíram as colunas de bronze, os suportes e o tanque de bronze que estavam no templo do SENHOR e levaram o bronze para a Babilônia.
  • 14. Também levaram as panelas, as pás, os cortadores de pavio, as vasilhas e todos os utensílios de bronze utilizados no serviço do templo.
  • 15. O comandante da guarda imperial levou os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
  • 16. As duas colunas, o tanque e os suportes, que Salomão fizera para o templo do SENHOR, eram mais do que podia ser pesado.
  • 17. Cada coluna tinha oito metros e dez centímetros de altura. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor.
  • 18. O comandante da guarda levou como prisioneiros o sumo sacerdote Seraías, Sofonias, o segundo sacerdote, e os três guardas da porta.
  • 19. Dos que ainda estavam na cidade, ele levou o oficial responsável pelos homens de combate e cinco conselheiros reais. Também levou o secretário, principal líder responsável pelo alistamento militar no país, e sessenta homens do povo.
  • 20. O comandante Nebuzaradã levou todos ao rei da Babilônia, em Ribla.
  • 21. Lá, em Ribla, na terra de Hamate, o rei mandou executá-los. Assim Judá foi para o exílio, para longe da sua terra.
  • 22. Nabucodonosor, rei da Babilônia, nomeou Gedalias, filho de Aicam e neto de Safã, como governador do povo que havia sido deixado em Judá.
  • 23. Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho do netofatita Tanumete, e Jazanias, filho de um maacatita, todos os líderes do exército, souberam que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador, eles e os seus soldados foram falar com Gedalias em Mispá.
  • 24. Gedalias fez um juramento a esses líderes e a seus soldados, dizendo: “Não tenham medo dos oficiais babilônios. Estabeleçam-se nesta terra e sirvam o rei da Babilônia, e tudo lhes irá bem”.
  • 25. Mas, no sétimo mês, Ismael, filho de Netanias e neto de Elisama, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e os judeus e os babilônios que estavam com ele em Mispá.
  • 26. Então todo o povo, desde as crianças até os velhos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com medo dos babilônios.
  • 27. No trigésimo sétimo ano do exílio de Joaquim, rei de Judá, no ano em que Evil-Merodaque se tornou rei da Babilônia, ele tirou Joaquim da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.
  • 28. Ele o tratou com bondade e deu-lhe o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia.
  • 29. Assim, Joaquim deixou suas vestes de prisão e pelo resto de sua vida comeu à mesa do rei.
  • 30. E diariamente, enquanto viveu, Joaquim recebeu uma pensão do rei.
  • Hebreus 7

  • 1. Esse Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Deus Altíssimo, encontrou-se com Abraão quando este voltava, depois de derrotar os reis, e o abençoou;
  • 2. e Abraão lhe deu o dízimo de tudo. Em primeiro lugar, seu nome significa “rei de justiça”; depois, “rei de Salém”, que quer dizer “rei de paz”.
  • 3. Sem pai, sem mãe, sem genealogia, sem princípio de dias nem fim de vida, feito semelhante ao Filho de Deus, ele permanece sacerdote para sempre.
  • 4. Considerem a grandeza desse homem: até mesmo o patriarca Abraão lhe deu o dízimo dos despojos!
  • 5. A Lei requer dos sacerdotes entre os descendentes de Levi que recebam o dízimo do povo, isto é, dos seus irmãos, embora estes sejam descendentes de Abraão.
  • 6. Este homem, porém, que não pertencia à linhagem de Levi, recebeu os dízimos de Abraão e abençoou aquele que tinha as promessas.
  • 7. Sem dúvida alguma, o inferior é abençoado pelo superior.
  • 8. No primeiro caso, quem recebe o dízimo são homens mortais; no outro caso, é aquele de quem se declara que vive.
  • 9. Pode-se até dizer que Levi, que recebe os dízimos, entregou-os por meio de Abraão,
  • 10. pois, quando Melquisedeque se encontrou com Abraão, Levi ainda não havia sido gerado.
  • 11. Se fosse possível alcançar a perfeição por meio do sacerdócio levítico (visto que em sua vigência o povo recebeu a Lei), por que haveria ainda necessidade de se levantar outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque e não de Arão?
  • 12. Certo é que, quando há mudança de sacerdócio, é necessário que haja mudança de lei.
  • 13. Ora, aquele de quem se dizem essas coisas pertencia a outra tribo, da qual ninguém jamais havia servido diante do altar,
  • 14. pois é bem conhecido que o nosso Senhor descende de Judá, tribo da qual Moisés nada fala quanto a sacerdócio.
  • 15. O que acabamos de dizer fica ainda mais claro quando aparece outro sacerdote semelhante a Melquisedeque,
  • 16. alguém que se tornou sacerdote, não por regras relativas à linhagem, mas segundo o poder de uma vida indestrutível.
  • 17. Porquanto sobre ele é afirmado: “Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”.
  • 18. A ordenança anterior é revogada, porque era fraca e inútil
  • 19. (pois a Lei não havia aperfeiçoado coisa alguma), sendo introduzida uma esperança superior, pela qual nos aproximamos de Deus.
  • 20. E isso não aconteceu sem juramento! Outros se tornaram sacerdotes sem qualquer juramento,
  • 21. mas ele se tornou sacerdote com juramento, quando Deus lhe disse: “O Senhor jurou e não se arrependerá: ‘Tu és sacerdote para sempre’ ”.
  • 22. Jesus tornou-se, por isso mesmo, a garantia de uma aliança superior.
  • 23. Ora, daqueles sacerdotes tem havido muitos, porque a morte os impede de continuar em seu ofício;
  • 24. mas, visto que vive para sempre, Jesus tem um sacerdócio permanente.
  • 25. Portanto, ele é capaz de salvar definitivamente aqueles que, por meio dele, se aproximam de Deus, pois vive sempre para interceder por eles.
  • 26. É de um sumo sacerdote como esse que precisávamos: santo, inculpável, puro, separado dos pecadores, exaltado acima dos céus.
  • 27. Ao contrário dos outros sumos sacerdotes, ele não tem necessidade de oferecer sacrifícios dia após dia, primeiro por seus próprios pecados e, depois, pelos pecados do povo. E ele o fez uma vez por todas quando a si mesmo se ofereceu.
  • 28. Pois a Lei constitui sumos sacerdotes a homens que têm fraquezas; mas o juramento, que veio depois da Lei, constitui o Filho perfeito para sempre.
  • Amós 1

  • 1. Palavras que Amós, criador de ovelhas em Tecoa, recebeu em visões, a respeito de Israel, dois anos antes do terremoto. Nesse tempo, Uzias era rei de Judá e Jeroboão, filho de Jeoás, era rei de Israel.
  • 2. Ele disse: “O SENHOR ruge de Sião e troveja de Jerusalém; secam-se as pastagens dos pastores, e murcha o topo do Carmelo”.
  • 3. Assim diz o SENHOR: “Por três transgressões de Damasco e ainda mais por quatro, não anularei o castigo. Porque trilhou Gileade com trilhos de ferro pontudos,
  • 4. porei fogo na casa de Hazael, e as chamas consumirão as fortalezas de Ben-Hadade.
  • 5. Derrubarei a porta de Damasco; destruirei o rei que está no vale de Áven e aquele que segura o cetro em Bete-Éden. O povo da Síria irá para o exílio em Quir”, diz o SENHOR.
  • 6. Assim diz o SENHOR: “Por três transgressões de Gaza, e ainda mais por quatro, não anularei o castigo. Porque levou cativas comunidades inteiras e as vendeu a Edom,
  • 7. porei fogo nos muros de Gaza, e as chamas consumirão as suas fortalezas.
  • 8. Destruirei o rei de Asdode e aquele que segura o cetro em Ascalom. Erguerei a minha mão contra Ecrom, até que morra o último dos filisteus”, diz o SENHOR, o Soberano.
  • 9. Assim diz o SENHOR: “Por três transgressões de Tiro, e ainda mais por quatro, não anularei o castigo. Porque vendeu comunidades inteiras de cativos a Edom, desprezando irmãos,
  • 10. porei fogo nos muros de Tiro, e as chamas consumirão as suas fortalezas”.
  • 11. Assim diz o SENHOR: “Por três transgressões de Edom, e ainda mais por quatro, não anularei o castigo. Porque com a espada perseguiu seu irmão e reprimiu toda a compaixão, mutilando-o furiosamente e perpetuando para sempre a sua ira,
  • 12. porei fogo em Temã, e as chamas consumirão as fortalezas de Bozra”.
  • 13. Assim diz o SENHOR: “Por três transgressões de Amom, e ainda mais por quatro, não anularei o castigo. Porque rasgou ao meio as grávidas de Gileade a fim de ampliar as suas fronteiras,
  • 14. porei fogo nos muros de Rabá, e as chamas consumirão as suas fortalezas em meio a gritos de guerra no dia do combate, em meio a ventos violentos num dia de tempestade.
  • 15. O seu rei irá para o exílio, ele e toda a sua corte”, diz o SENHOR.

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