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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    2 Samuel 13

  • 1. Depois de algum tempo, Amnom, filho de Davi, apaixonou-se por Tamar; ela era muito bonita e era irmã de Absalão, outro filho de Davi.
  • 2. Amnom ficou angustiado a ponto de adoecer por causa de sua meia-irmã Tamar, pois ela era virgem, e parecia-lhe impossível aproximar-se dela.
  • 3. Amnom tinha um amigo muito astuto chamado Jonadabe, filho de Simeia, irmão de Davi.
  • 4. Ele perguntou a Amnom: “Filho do rei, por que todo dia você está abatido? Quer me contar o que se passa?” Amnom lhe disse: “Estou apaixonado por Tamar, irmã de meu irmão Absalão”.
  • 5. “Vá para a cama e finja estar doente”, disse Jonadabe. “Quando seu pai vier visitá-lo, diga-lhe: Permite que minha irmã Tamar venha dar-me de comer. Gostaria que ela preparasse a comida aqui mesmo e me servisse. Assim poderei vê-la.”
  • 6. Amnom aceitou a ideia e deitou-se, fingindo-se doente. Quando o rei foi visitá-lo, Amnom lhe disse: “Eu gostaria que minha irmã Tamar viesse e preparasse dois bolos aqui mesmo e me servisse”.
  • 7. Davi mandou dizer a Tamar no palácio: “Vá à casa de seu irmão Amnom e prepare algo para ele comer”.
  • 8. Tamar foi à casa de seu irmão, que estava deitado. Ela amassou a farinha, preparou os bolos na presença dele e os assou.
  • 9. Depois pegou a assadeira e lhe serviu os bolos, mas ele não quis comer. Então Amnom deu ordem para que todos saíssem e, depois que todos saíram,
  • 10. disse a Tamar: “Traga os bolos e sirva-me aqui no meu quarto”. Tamar levou os bolos que havia preparado ao quarto de seu irmão.
  • 11. Mas, quando ela se aproximou para servi-lo, ele a agarrou e disse: “Deite-se comigo, minha irmã”.
  • 12. Mas ela lhe disse: “Não, meu irmão! Não me faça essa violência. Não se faz uma coisa dessas em Israel! Não cometa essa loucura.
  • 13. O que seria de mim? Como eu poderia livrar-me da minha desonra? E o que seria de você? Você cairia em desgraça em Israel. Fale com o rei; ele deixará que eu me case com você”.
  • 14. Mas Amnom não quis ouvi-la e, sendo mais forte que ela, violentou-a.
  • 15. Logo depois Amnom sentiu uma forte aversão por ela, mais forte que a paixão que sentira. E lhe disse: “Levante-se e saia!”
  • 16. Mas ela lhe disse: “Não, meu irmão, mandar-me embora seria pior do que o mal que você já me fez”. Ele, porém, não quis ouvi-la
  • 17. e, chamando seu servo, disse-lhe: “Ponha esta mulher para fora daqui e tranque a porta”.
  • 18. Então o servo a pôs para fora e trancou a porta. Ela estava vestindo uma túnica longa , pois esse era o tipo de roupa que as filhas virgens do rei usavam desde a puberdade.
  • 19. Tamar pôs cinza na cabeça, rasgou a túnica longa que estava usando e se pôs a caminho, com as mãos sobre a cabeça e chorando em alta voz.
  • 20. Absalão, seu irmão, lhe perguntou: “Seu irmão, Amnom, fez algum mal a você? Acalme-se, minha irmã; ele é seu irmão! Não se deixe dominar pela angústia”. E Tamar, muito triste, ficou na casa de seu irmão Absalão.
  • 21. Ao saber de tudo isso, o rei Davi ficou indignado.
  • 22. E Absalão não falou nada com Amnom, nem bem, nem mal, embora o odiasse por ter violentado sua irmã Tamar.
  • 23. Dois anos depois, quando os tosquiadores de ovelhas de Absalão estavam em Baal-Hazor, perto da fronteira de Efraim, Absalão convidou todos os filhos do rei para se reunirem com ele.
  • 24. Absalão foi ao rei e lhe disse: “Eu, teu servo, estou tosquiando as ovelhas e gostaria que o rei e os seus conselheiros estivessem comigo”.
  • 25. Respondeu o rei: “Não, meu filho. Não iremos todos, pois isso seria um peso para você”. Embora Absalão insistisse, ele se recusou a ir, mas o abençoou.
  • 26. Então Absalão lhe disse: “Se não queres ir, permite, por favor, que o meu irmão Amnom vá conosco”. O rei perguntou: “Por que ele iria com você?”
  • 27. Mas Absalão insistiu tanto que o rei acabou deixando que Amnom e os seus outros filhos fossem com ele.
  • 28. Absalão ordenou aos seus homens: “Ouçam! Quando Amnom estiver embriagado de vinho e eu disser: ‘Matem Amnom!’, vocês o matarão. Não tenham medo; eu assumo a responsabilidade. Sejam fortes e corajosos!”
  • 29. Assim os homens de Absalão mataram Amnom, obedecendo às suas ordens. Então todos os filhos do rei montaram em suas mulas e fugiram.
  • 30. Estando eles ainda a caminho, chegou a seguinte notícia ao rei: “Absalão matou todos os teus filhos; nenhum deles escapou”.
  • 31. O rei levantou-se, rasgou as suas vestes, prostrou-se com o rosto em terra, e todos os conselheiros que estavam com ele também rasgaram as vestes.
  • 32. Mas Jonadabe, filho de Simeia, irmão de Davi, disse: “Não pense o meu senhor que mataram todos os seus filhos. Somente Amnom foi morto. Essa era a intenção de Absalão desde o dia em que Amnom violentou Tamar, irmã dele.
  • 33. O rei, meu senhor, não deve acreditar que todos os seus filhos estão mortos. Apenas Amnom morreu”.
  • 34. Enquanto isso, Absalão fugiu. Nesse meio-tempo a sentinela viu muita gente que vinha pela estrada de Horonaim, descendo pela encosta da colina, e disse ao rei: “Vejo homens vindo pela estrada de Horonaim, na encosta da colina”.
  • 35. E Jonadabe disse ao rei: “São os filhos do rei! Aconteceu como o teu servo disse”.
  • 36. Acabando de falar, os filhos do rei chegaram, chorando em alta voz. Também o rei e todos os seus conselheiros choraram muito.
  • 37. Absalão fugiu para o território de Talmai, filho de Amiúde, rei de Gesur. E o rei Davi pranteava por seu filho todos os dias.
  • 38. Depois que Absalão fugiu para Gesur e lá permaneceu três anos,
  • 39. a ira do rei contra Absalão cessou , pois ele se sentia consolado da morte de Amnom.
  • 2 Coríntios 6

  • 1. Como cooperadores de Deus, insistimos com vocês para não receberem em vão a graça de Deus.
  • 2. Pois ele diz: “Eu o ouvi no tempo favorável e o socorri no dia da salvação”. Digo que agora é o tempo favorável, agora é o dia da salvação!
  • 3. Não damos motivo de escândalo a ninguém, em circunstância alguma, para que o nosso ministério não caia em descrédito.
  • 4. Ao contrário, como servos de Deus, recomendamo-nos de todas as formas: em muita perseverança; em sofrimentos, privações e tristezas;
  • 5. em açoites, prisões e tumultos; em trabalhos árduos, noites sem dormir e jejuns;
  • 6. em pureza, conhecimento, paciência e bondade; no Espírito Santo e no amor sincero;
  • 7. na palavra da verdade e no poder de Deus; com as armas da justiça, quer de ataque quer de defesa ;
  • 8. por honra e por desonra; por difamação e por boa fama; tidos por enganadores, sendo verdadeiros;
  • 9. como desconhecidos, apesar de bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo, mas eis que vivemos; espancados, mas não mortos;
  • 10. entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo muitos outros; nada tendo, mas possuindo tudo.
  • 11. Falamos abertamente a vocês, coríntios, e abrimos todo o nosso coração!
  • 12. Não estamos limitando nosso afeto, mas vocês estão limitando o afeto que têm por nós.
  • 13. Numa justa compensação, falo como a meus filhos, abram também o coração para nós!
  • 14. Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?
  • 15. Que harmonia entre Cristo e Belial? Que há de comum entre o crente e o descrente?
  • 16. Que acordo há entre o templo de Deus e os ídolos? Pois somos santuário do Deus vivo. Como disse Deus: “Habitarei com eles e entre eles andarei; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo”.
  • 17. Portanto, “saiam do meio deles e separem-se”, diz o Senhor. “Não toquem em coisas impuras, e eu os receberei”
  • 18. “e serei o seu Pai, e vocês serão meus filhos e minhas filhas”, diz o Senhor todo-poderoso.
  • Ezequiel 20

  • 1. No décimo dia do quinto mês do sétimo ano do exílio, alguns dos líderes de Israel vieram consultar o SENHOR, e se sentaram diante de mim.
  • 2. Então me veio esta palavra do SENHOR:
  • 3. “Filho do homem, fale com os líderes de Israel e diga-lhes: Assim diz o Soberano, o SENHOR: Vocês vieram consultar-me? Juro pela minha vida que não deixarei que vocês me consultem. Palavra do Soberano, o SENHOR.
  • 4. “Você os julgará? Você os julgará, filho do homem? Então confronte-os com as práticas repugnantes dos seus antepassados
  • 5. e diga-lhes: Assim diz o Soberano, o SENHOR: No dia em que escolhi Israel, jurei com mão erguida aos descendentes da família de Jacó e me revelei a eles no Egito. Com mão erguida eu lhes disse: Eu sou o SENHOR, o seu Deus.
  • 6. Naquele dia jurei a eles que os tiraria do Egito e os levaria para uma terra que eu havia procurado para eles, terra onde há leite e mel com fartura, a mais linda de todas as terras.
  • 7. E eu lhes disse: Desfaçam-se, todos vocês, das imagens repugnantes em que vocês puseram os seus olhos e não se contaminem com os ídolos do Egito. Eu sou o SENHOR, o seu Deus.
  • 8. “Mas eles se rebelaram contra mim e não quiseram ouvir-me; não se desfizeram das imagens repugnantes em que haviam posto os seus olhos nem abandonaram os ídolos do Egito. Por isso eu disse que derramaria a minha ira sobre eles e que lançaria a minha indignação contra eles no Egito.
  • 9. Mas, por amor do meu nome, eu agi, evitando que o meu nome fosse profanado aos olhos das nações entre as quais eles estavam e à vista de quem eu tinha me revelado aos israelitas para tirá-los do Egito.
  • 10. Por isso eu os tirei do Egito e os trouxe para o deserto.
  • 11. Eu lhes dei os meus decretos e lhes tornei conhecidas as minhas leis, pois aquele que lhes obedecer por elas viverá.
  • 12. Também lhes dei os meus sábados como um sinal entre nós, para que soubessem que eu, o SENHOR, fiz deles um povo santo.
  • 13. “Contudo, os israelitas se rebelaram contra mim no deserto. Não agiram segundo os meus decretos, mas profanaram os meus sábados e rejeitaram as minhas leis, mesmo sabendo que aquele que a elas obedecer por elas viverá. Por isso eu disse que derramaria a minha ira sobre eles e os destruiria no deserto.
  • 14. Mas, por amor do meu nome, eu agi, evitando que o meu nome fosse profanado aos olhos das nações à vista das quais eu os havia tirado do Egito.
  • 15. Com mão erguida, também jurei a eles que não os levaria para a terra que eu lhes dei, terra onde há leite e mel com fartura, a mais linda de todas as terras,
  • 16. porque eles rejeitaram as minhas leis, não agiram segundo os meus decretos e profanaram os meus sábados. Pois os seus corações estavam voltados para os seus ídolos.
  • 17. Olhei, porém, para eles com piedade e não os destruí, não os exterminei no deserto.
  • 18. Eu disse aos filhos deles no deserto: Não sigam as normas dos seus pais nem obedeçam às leis deles nem se contaminem com os seus ídolos.
  • 19. Eu sou o SENHOR, o seu Deus; ajam conforme os meus decretos e tenham o cuidado de obedecer às minhas leis.
  • 20. Santifiquem os meus sábados, para que eles sejam um sinal entre nós. Então vocês saberão que eu sou o SENHOR, o seu Deus.
  • 21. “Mas os filhos se rebelaram contra mim—não agiram de acordo com os meus decretos, não tiveram o cuidado de obedecer às minhas leis, mesmo sabendo que aquele que a elas obedecer por elas viverá, e profanaram os meus sábados. Por isso eu disse que derramaria a minha ira sobre eles e lançaria o meu furor contra eles no deserto.
  • 22. Mas contive o meu braço e, por amor do meu nome, agi, evitando que o meu nome fosse profanado aos olhos das nações à vista das quais eu os havia tirado do Egito.
  • 23. Com mão erguida, também jurei a eles no deserto que os espalharia entre as nações e os dispersaria por outras terras,
  • 24. porque não obedeceram às minhas leis, mas rejeitaram os meus decretos e profanaram os meus sábados, e os seus olhos cobiçaram os ídolos de seus pais.
  • 25. Também os abandonei a decretos que não eram bons e a leis pelas quais não conseguiam viver;
  • 26. deixei que se contaminassem por meio de suas ofertas, isto é, pelo sacrifício de cada filho mais velho, para que eu os enchesse de pavor e para que eles soubessem que eu sou o SENHOR.
  • 27. “Portanto, filho do homem, fale à nação de Israel e diga-lhes: Assim diz o Soberano, o SENHOR: Nisto os seus antepassados também blasfemaram contra mim ao me abandonarem:
  • 28. quando eu os trouxe para a terra que havia jurado dar-lhes, bastava que vissem um monte alto ou uma árvore frondosa, ali ofereciam os seus sacrifícios, faziam ofertas que provocaram a minha ira, apresentavam seu incenso aromático e derramavam suas ofertas de bebidas.
  • 29. Perguntei-lhes então: Que altar é este no monte para onde vocês vão?” Esse altar é chamado Bama até o dia de hoje.
  • 30. “Portanto, diga à nação de Israel: Assim diz o Soberano, o SENHOR: Vocês não estão se contaminando como os seus antepassados se contaminaram? E não estão cobiçando as suas imagens repugnantes?
  • 31. Quando vocês apresentam as suas ofertas, o sacrifício de seus filhos no fogo, continuam a contaminar-se com todos os seus ídolos até o dia de hoje. E eu deverei deixar que me consultem, ó nação de Israel? Juro pela minha vida, palavra do Soberano, o SENHOR, que não permitirei que vocês me consultem.
  • 32. “Vocês dizem: ‘Queremos ser como as nações, como os povos do mundo, que servem à madeira e à pedra’. Mas o que vocês têm em mente jamais acontecerá.
  • 33. Juro pela minha vida, palavra do Soberano, o SENHOR, que dominarei sobre vocês com mão poderosa e braço forte e com ira que já transbordou.
  • 34. Trarei vocês dentre as nações e os ajuntarei dentre as terras para onde vocês foram espalhados, com mão poderosa e braço forte e com ira que já transbordou.
  • 35. Trarei vocês para o deserto das nações e ali, face a face, os julgarei.
  • 36. Assim como julguei os seus antepassados no deserto do Egito, também os julgarei. Palavra do Soberano, o SENHOR.
  • 37. Contarei vocês enquanto estiverem passando debaixo da minha vara e os trarei para o vínculo da aliança.
  • 38. Eu os separarei daqueles que se revoltam e se rebelam contra mim. Embora eu os tire da terra onde habitam, eles não entrarão na terra de Israel. Então vocês saberão que eu sou o SENHOR.
  • 39. “Quanto a vocês, ó nação de Israel, assim diz o Soberano, o SENHOR: Vão prestar culto a seus ídolos, cada um de vocês! Mas depois disso certamente me ouvirão e não profanarão mais o meu santo nome com as suas ofertas e com os seus ídolos.
  • 40. Pois no meu santo monte, no alto monte de Israel, palavra do Soberano, o SENHOR, na sua terra, toda a nação de Israel me prestará culto, e ali eu os aceitarei. Ali exigirei as suas ofertas e as suas melhores dádivas , com todas as suas dádivas sagradas.
  • 41. Eu as aceitarei como incenso aromático, quando eu os tirar dentre as nações e os ajuntar dentre as terras pelas quais vocês foram espalhados, e me mostrarei santo no meio de vocês à vista das nações.
  • 42. Vocês saberão que eu sou o SENHOR, quando eu os trouxer para a terra de Israel, a terra que, de mão erguida, jurei dar aos seus antepassados.
  • 43. Ali vocês se lembrarão da conduta que tiveram e de todas as ações pelas quais vocês se contaminaram e terão nojo de vocês mesmos por causa de todo mal que fizeram.
  • 44. E saberão que eu sou o SENHOR, quando eu tratar com vocês por amor do meu nome e não de acordo com os seus caminhos maus e suas práticas perversas, ó nação de Israel. Palavra do Soberano, o SENHOR”.
  • 45. Veio a mim esta palavra do SENHOR:
  • 46. “Filho do homem, vire o rosto para o sul; pregue contra o sul e profetize contra a floresta da terra do Neguebe.
  • 47. Diga à floresta do Neguebe: Ouça a palavra do SENHOR. Assim diz o Soberano, o SENHOR: Estou a ponto de incendiá-la, consumindo assim todas as suas árvores, tanto as verdes quanto as secas. A chama abrasadora não será apagada, e todos os rostos, do Neguebe até o norte, serão ressecados por ela.
  • 48. Todos verão que eu, o SENHOR, a acendi; não será apagada”.
  • 49. Então eu disse: Ah, Soberano SENHOR! Estão dizendo a meu respeito: “Acaso ele não está apenas contando parábolas?”

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