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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    1 Samuel 14

  • 1. Certo dia, Jônatas, filho de Saul, disse ao seu jovem escudeiro: “Vamos ao destacamento filisteu, do outro lado”. Ele, porém, não contou isso a seu pai.
  • 2. Saul estava sentado debaixo de uma romãzeira na fronteira de Gibeá, em Migrom. Com ele estavam uns seiscentos soldados,
  • 3. entre os quais Aías, que levava o colete sacerdotal. Ele era filho de Aitube, irmão de Icabode, filho de Fineias e neto de Eli, o sacerdote do SENHOR em Siló. Ninguém sabia que Jônatas havia saído.
  • 4. Em cada lado do desfiladeiro que Jônatas pretendia atravessar para chegar ao destacamento filisteu, havia um penhasco íngreme; um se chamava Bozez; o outro, Sené.
  • 5. Havia um penhasco ao norte, na direção de Micmás, e outro ao sul, na direção de Geba.
  • 6. E Jônatas disse a seu escudeiro: “Vamos ao destacamento daqueles incircuncisos. Talvez o SENHOR aja em nosso favor, pois nada pode impedir o SENHOR de salvar, seja com muitos seja com poucos”.
  • 7. Disse o seu escudeiro: “Faze tudo o que tiveres em mente; eu irei contigo”.
  • 8. Jônatas disse: “Venha, vamos atravessar na direção dos soldados e deixaremos que nos avistem.
  • 9. Se nos disserem: ‘Esperem aí até que cheguemos perto’, ficaremos onde estivermos e não avançaremos.
  • 10. Mas, se disserem: ‘Subam até aqui’, subiremos, pois este será um sinal para nós de que o SENHOR os entregou em nossas mãos”.
  • 11. Então os dois se deixaram ver pelo destacamento dos filisteus, que disseram: “Vejam, os hebreus estão saindo dos buracos onde estavam escondidos”.
  • 12. E gritaram para Jônatas e seu escudeiro: “Subam até aqui e daremos uma lição em vocês”. Diante disso, Jônatas disse a seu escudeiro: “Siga-me; o SENHOR os entregou nas mãos de Israel”.
  • 13. Jônatas escalou o desfiladeiro, usando as mãos e os pés, e o escudeiro foi logo atrás. Jônatas os derrubava e seu escudeiro, logo atrás dele, os matava.
  • 14. Naquele primeiro ataque, Jônatas e seu escudeiro mataram cerca de vinte homens numa pequena área de terra.
  • 15. Então caiu terror sobre todo o exército, tanto sobre os que estavam no acampamento e no campo como sobre os que estavam nos destacamentos, e até mesmo nas tropas de ataque. O chão tremeu e houve um pânico terrível.
  • 16. As sentinelas de Saul em Gibeá de Benjamim viram o exército filisteu se dispersando, correndo em todas as direções.
  • 17. Então Saul disse aos seus soldados: “Contem os soldados e vejam quem está faltando”. Quando o fizeram, viram que Jônatas e seu escudeiro não estavam presentes.
  • 18. Saul ordenou a Aías: “Traga a arca de Deus”. Naquele tempo ela estava com os israelitas.
  • 19. Enquanto Saul falava com o sacerdote, o tumulto no acampamento filisteu ia crescendo cada vez mais. Então Saul disse ao sacerdote: “Não precisa trazer a arca”.
  • 20. Na mesma hora Saul e todos os soldados se reuniram e foram para a batalha. Encontraram os filisteus em total confusão, ferindo uns aos outros com suas espadas.
  • 21. Alguns hebreus que antes estavam do lado dos filisteus e que com eles tinham ido ao acampamento filisteu, passaram para o lado dos israelitas que estavam com Saul e Jônatas.
  • 22. Quando todos os israelitas que haviam se escondido nos montes de Efraim ouviram que os filisteus batiam em retirada, também entraram na batalha, perseguindo-os.
  • 23. Assim o SENHOR concedeu vitória a Israel naquele dia, e a batalha se espalhou para além de Bete-Áven.
  • 24. Os homens de Israel estavam exaustos naquele dia, pois Saul lhes havia imposto um juramento, dizendo: “Maldito seja todo o que comer antes do anoitecer, antes que eu tenha me vingado de meus inimigos!” Por isso ninguém tinha comido nada.
  • 25. O exército inteiro entrou num bosque, onde havia mel no chão.
  • 26. Eles viram o mel escorrendo, contudo ninguém comeu, pois temiam o juramento.
  • 27. Jônatas, porém, não sabia do juramento que seu pai havia imposto ao exército, de modo que estendeu a ponta da vara que tinha na mão e a molhou no favo de mel. Quando comeu, seus olhos brilharam.
  • 28. Então um dos soldados lhe disse: “Seu pai impôs ao exército um juramento severo, dizendo: ‘Maldito seja todo o que comer hoje!’ Por isso os homens estão exaustos”.
  • 29. Jônatas disse: “Meu pai trouxe desgraça para nós. Veja como meus olhos brilham desde que provei um pouco deste mel.
  • 30. Como teria sido bem melhor se os homens tivessem comido hoje um pouco do que tomaram dos seus inimigos. A matança de filisteus não teria sido ainda maior?”
  • 31. Naquele dia, depois de derrotarem os filisteus, desde Micmás até Aijalom, os israelitas estavam completamente exaustos.
  • 32. Eles então se lançaram sobre os despojos e pegaram ovelhas, bois e bezerros; mataram-nos ali mesmo e comeram a carne com o sangue.
  • 33. E alguém disse a Saul: “Veja, os soldados estão pecando contra o SENHOR, comendo carne com sangue”. Ele disse: “Vocês foram infiéis. Rolem uma grande pedra até aqui.
  • 34. Saiam entre os soldados e digam-lhes: Cada um traga a mim seu boi ou sua ovelha, abatam-nos e comam a carne aqui. Não pequem contra o SENHOR comendo carne com sangue”. Assim, cada um levou seu boi naquela noite e ali o abateu.
  • 35. Então, Saul edificou um altar para o SENHOR; foi a primeira vez que fez isso.
  • 36. Saul disse ainda: “Desçamos atrás dos filisteus à noite; vamos saqueá-los até o amanhecer e não deixemos vivo nem um só deles”. Eles responderam: “Faze o que achares melhor”. O sacerdote, porém, disse: “Consultemos aqui a Deus”.
  • 37. Então Saul perguntou a Deus: “Devo perseguir os filisteus? Tu os entregarás nas mãos de Israel?” Mas naquele dia Deus não lhe respondeu.
  • 38. Disse então Saul: “Venham cá, todos vocês que são líderes do exército, e descubramos que pecado foi cometido hoje.
  • 39. Juro pelo nome do SENHOR, o libertador de Israel; mesmo que seja meu filho Jônatas, ele morrerá”. Mas ninguém disse uma só palavra.
  • 40. A seguir disse Saul a todos os israelitas: “Fiquem vocês de um lado; eu e meu filho Jônatas ficaremos do outro”. E eles responderam: “Faze o que achares melhor”.
  • 41. E Saul orou ao SENHOR, ao Deus de Israel: “Dá-me a resposta certa”. A sorte caiu em Jônatas e Saul, e os soldados saíram livres.
  • 42. Saul disse: “Lancem sortes entre mim e meu filho Jônatas”. E Jônatas foi indicado.
  • 43. Então Saul disse a Jônatas: “Diga-me o que você fez”. E Jônatas lhe contou: “Eu provei um pouco de mel com a ponta de minha vara. Estou pronto para morrer”.
  • 44. Saul disse: “Que Deus me castigue com todo rigor, caso você não morra, Jônatas!”
  • 45. Os soldados, porém, disseram a Saul: “Será que Jônatas, que trouxe esta grande libertação para Israel, deve morrer? Nunca! Juramos pelo nome do SENHOR: Nem um só cabelo de sua cabeça cairá ao chão, pois o que ele fez hoje foi com o auxílio de Deus”. Então os homens resgataram Jônatas, e ele não foi morto.
  • 46. E Saul parou de perseguir os filisteus, e eles voltaram para a sua própria terra.
  • 47. Quando Saul assumiu o reinado sobre Israel, lutou contra os seus inimigos em redor: moabitas, amonitas, edomitas, os reis de Zobá e os filisteus. Para qualquer lado que fosse, infligia-lhes castigo.
  • 48. Lutou corajosamente e derrotou os amalequitas, libertando Israel das mãos daqueles que os saqueavam.
  • 49. Os filhos de Saul foram Jônatas, Isvi e Malquisua. O nome de sua filha mais velha era Merabe, e o da mais nova era Mical.
  • 50. Sua mulher chamava-se Ainoã e era filha de Aimaás. O nome do comandante do exército de Saul era Abner, filho de Ner, tio de Saul.
  • 51. Quis, pai de Saul, e Ner, pai de Abner, eram filhos de Abiel.
  • 52. Houve guerra acirrada contra os filisteus durante todo o reinado de Saul. Por isso, sempre que Saul conhecia um homem forte e corajoso, alistava-o no seu exército.
  • Romanos 12

  • 1. Portanto, irmãos, rogo pelas misericórdias de Deus que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus; este é o culto racional de vocês.
  • 2. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
  • 3. Por isso, pela graça que me foi dada digo a todos vocês: Ninguém tenha de si mesmo um conceito mais elevado do que deve ter; mas, ao contrário, tenha um conceito equilibrado, de acordo com a medida da fé que Deus lhe concedeu.
  • 4. Assim como cada um de nós tem um corpo com muitos membros e esses membros não exercem todos a mesma função,
  • 5. assim também em Cristo nós, que somos muitos, formamos um corpo, e cada membro está ligado a todos os outros.
  • 6. Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar , use-o na proporção da sua fé.
  • 7. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine;
  • 8. se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente; se é exercer liderança, que a exerça com zelo; se é mostrar misericórdia, que o faça com alegria.
  • 9. O amor deve ser sincero. Odeiem o que é mau; apeguem-se ao que é bom.
  • 10. Dediquem-se uns aos outros com amor fraternal. Prefiram dar honra aos outros mais do que a vocês.
  • 11. Nunca falte a vocês o zelo, sejam fervorosos no espírito, sirvam ao Senhor.
  • 12. Alegrem-se na esperança, sejam pacientes na tribulação, perseverem na oração.
  • 13. Compartilhem o que vocês têm com os santos em suas necessidades. Pratiquem a hospitalidade.
  • 14. Abençoem aqueles que os perseguem; abençoem-nos, não os amaldiçoem.
  • 15. Alegrem-se com os que se alegram; chorem com os que choram.
  • 16. Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos.
  • 17. Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos.
  • 18. Façam todo o possível para viver em paz com todos.
  • 19. Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: “Minha é a vingança; eu retribuirei” , diz o Senhor.
  • 20. Ao contrário: “Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber. Fazendo isso, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele”.
  • 21. Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem.
  • Jeremias 51

  • 1. Assim diz o SENHOR: “Vejam! Levantarei um vento destruidor contra a Babilônia, contra o povo de Lebe-Camai.
  • 2. Enviarei estrangeiros para a Babilônia a fim de peneirá-la como trigo e devastar a sua terra. No dia de sua desgraça virão contra ela de todos os lados.
  • 3. Que o arqueiro não arme o seu arco nem vista a sua armadura. Não poupem os seus jovens guerreiros, destruam completamente o seu exército.
  • 4. Eles cairão mortos na Babilônia , mortalmente feridos em suas ruas.
  • 5. Israel e Judá não foram abandonadas como viúvas pelo seu Deus, o SENHOR dos Exércitos, embora a terra dos babilônios esteja cheia de culpa diante do Santo de Israel.
  • 6. “Fujam da Babilônia! Cada um por si! Não sejam destruídos por causa da iniquidade dela. É hora da vingança do SENHOR; ele lhe pagará o que ela merece.
  • 7. A Babilônia era um cálice de ouro nas mãos do SENHOR; ela embriagou a terra toda. As nações beberam o seu vinho; por isso enlouqueceram.
  • 8. A Babilônia caiu de repente e ficou arruinada. Lamentem-se por ela! Consigam bálsamo para a sua ferida; talvez ela possa ser curada.
  • 9. “ ‘Gostaríamos de ter curado Babilônia, mas ela não pode ser curada; deixem-na e vamos, cada um para a sua própria terra, pois o julgamento dela chega ao céu, eleva-se tão alto quanto as nuvens.
  • 10. “ ‘O SENHOR defendeu o nosso nome; venham, contemos em Sião o que o SENHOR, o nosso Deus, tem feito’.
  • 11. “Afiem as flechas, peguem os escudos! O SENHOR incitou o espírito dos reis dos medos, porque seu propósito é destruir a Babilônia. O SENHOR se vingará, se vingará de seu templo.
  • 12. Ergam o sinal para atacar as muralhas da Babilônia! Reforcem a guarda! Posicionem as sentinelas! Preparem uma emboscada! O SENHOR executará o seu plano, o que ameaçou fazer contra os habitantes da Babilônia.
  • 13. Você que vive junto a muitas águas e está rico de tesouros, chegou o seu fim, a hora de você ser eliminado.
  • 14. O SENHOR dos Exércitos jurou por si mesmo: Com certeza a encherei de homens, como um enxame de gafanhotos, e eles gritarão triunfantes sobre você.
  • 15. “Mas foi Deus quem fez a terra com o seu poder; firmou o mundo com a sua sabedoria e estendeu os céus com o seu entendimento.
  • 16. Ao som do seu trovão, as águas no céu rugem; ele faz com que as nuvens se levantem desde os confins da terra. Ele faz relâmpagos para a chuva e faz sair o vento de seus depósitos.
  • 17. “São todos eles estúpidos e ignorantes; cada ourives é envergonhado pela imagem que esculpiu. Suas imagens esculpidas são uma fraude, elas não têm fôlego de vida.
  • 18. Elas são inúteis, são objeto de zombaria. Quando vier o julgamento delas, perecerão.
  • 19. Aquele que é a Porção de Jacó não é como esses, pois ele é quem forma todas as coisas, e Israel é a tribo de sua propriedade; SENHOR dos Exércitos é o seu nome.
  • 20. “Você é o meu martelo, a minha arma de guerra. Com você eu despedaço nações, com você eu destruo reinos,
  • 21. com você despedaço cavalo e cavaleiro, com você despedaço carro de guerra e cocheiro,
  • 22. com você despedaço homem e mulher, com você despedaço velho e jovem, com você despedaço rapaz e moça,
  • 23. com você despedaço pastor e rebanho, com você despedaço lavrador e bois, com você despedaço governadores e oficiais.
  • 24. “Retribuirei à Babilônia e a todos os que vivem na Babilônia toda a maldade que fizeram em Sião diante dos olhos de vocês”, declara o SENHOR.
  • 25. “Estou contra você, ó montanha destruidora, você que destrói a terra inteira”, declara o SENHOR. “Estenderei minha mão contra você, eu a farei rolar dos penhascos, e farei de você uma montanha calcinada.
  • 26. Nenhuma pedra sua será cortada para servir de pedra angular, nem para um alicerce, pois você estará arruinada para sempre”, declara o SENHOR.
  • 27. “Ergam um estandarte na terra! Toquem a trombeta entre as nações! Preparem as nações para o combate contra ela; convoquem contra ela estes reinos: Ararate, Mini e Asquenaz. Nomeiem um comandante contra ela; lancem os cavalos ao ataque como um enxame de gafanhotos.
  • 28. Preparem as nações para o combate contra ela: os reis dos medos, seus governadores e todos os seus oficiais e todos os países que governam.
  • 29. A terra treme e se contorce de dor, pois permanecem em pé os planos do SENHOR contra a Babilônia: desolar a terra da Babilônia para que fique desabitada.
  • 30. Os guerreiros da Babilônia pararam de lutar; permanecem em suas fortalezas. A força deles acabou; tornaram-se como mulheres. As habitações dela estão incendiadas; as trancas de suas portas estão quebradas.
  • 31. Um emissário vai após outro, e um mensageiro sai após outro mensageiro para anunciar ao rei da Babilônia que sua cidade inteira foi capturada,
  • 32. os vaus do rio foram tomados, a vegetação dos pântanos foi incendiada, e os soldados ficaram aterrorizados.”
  • 33. Assim diz o SENHOR dos Exércitos, Deus de Israel: “A cidade de Babilônia é como uma eira; a época da colheita logo chegará para ela”.
  • 34. “Nabucodonosor, rei da Babilônia, devorou-nos, lançou-nos em confusão, fez de nós um jarro vazio. Tal como uma serpente ele nos engoliu, encheu seu estômago com nossas finas comidas e então nos vomitou.
  • 35. Que a violência cometida contra nossa carne esteja sobre a Babilônia”, dizem os habitantes de Sião. “Que o nosso sangue esteja sobre aqueles que moram na Babilônia”, diz Jerusalém.
  • 36. Por isso, assim diz o SENHOR: “Vejam, defenderei a causa de vocês e os vingarei; secarei o seu mar e esgotarei as suas fontes.
  • 37. A Babilônia se tornará um amontoado de ruínas, uma habitação de chacais, objeto de pavor e de zombaria, um lugar onde ninguém vive.
  • 38. O seu povo todo ruge como leõezinhos, rosnam como filhotes de leão.
  • 39. Mas, enquanto estiverem excitados, prepararei um banquete para eles e os deixarei bêbados, para que fiquem bem alegres e, então, durmam e jamais acordem”, declara o SENHOR.
  • 40. “Eu os levarei como cordeiros para o matadouro, como carneiros e bodes.
  • 41. “Como Sesaque será capturada! Como o orgulho de toda a terra será tomado! Que horror a Babilônia será entre as nações!
  • 42. O mar se levantará sobre a Babilônia; suas ondas agitadas a cobrirão.
  • 43. Suas cidades serão arrasadas, uma terra seca e deserta, uma terra onde ninguém mora, pela qual nenhum homem passa.
  • 44. Castigarei Bel na Babilônia e o farei vomitar o que engoliu. As nações não mais acorrerão a ele. E a muralha da Babilônia cairá.
  • 45. “Saia dela, meu povo! Cada um salve a sua própria vida, da ardente ira do SENHOR.
  • 46. Não desanimem nem tenham medo quando ouvirem rumores na terra; um rumor chega este ano, outro no próximo, rumor de violência na terra e de governante contra governante.
  • 47. Portanto, certamente vêm os dias quando castigarei as imagens esculpidas da Babilônia; toda a sua terra será envergonhada, e todos os seus mortos jazerão caídos dentro dela.
  • 48. Então o céu e a terra e tudo o que existe neles gritarão de alegria por causa da Babilônia, pois do norte destruidores a atacarão”, declara o SENHOR.
  • 49. “A Babilônia cairá por causa dos mortos de Israel, assim como os mortos de toda a terra caíram por causa da Babilônia.
  • 50. Vocês que escaparam da espada, saiam! Não permaneçam! Lembrem-se do SENHOR numa terra distante, e pensem em Jerusalém.
  • 51. “Vocês dirão: ‘Estamos envergonhados, pois fomos insultados e a vergonha cobre o nosso rosto, porque estrangeiros penetraram nos lugares santos do templo do SENHOR’.
  • 52. “Portanto, certamente vêm os dias”, declara o SENHOR, “quando castigarei as suas imagens esculpidas, e por toda a sua terra os feridos gemerão.
  • 53. Mesmo que a Babilônia chegue ao céu e fortifique no alto a sua fortaleza, enviarei destruidores contra ela”, declara o SENHOR.
  • 54. “Vem da Babilônia o som de um grito; o som de grande destruição vem da terra dos babilônios.
  • 55. O SENHOR destruirá a Babilônia; ele silenciará o seu grande ruído. Ondas de inimigos avançarão como grandes águas; o rugir de suas vozes ressoará.
  • 56. Um destruidor virá contra a Babilônia; seus guerreiros serão capturados, e seus arcos serão quebrados. Pois o SENHOR é um Deus de retribuição; ele retribuirá plenamente.
  • 57. Embebedarei os seus líderes e os seus sábios; os seus governadores, os seus oficiais e os seus guerreiros. Eles dormirão para sempre e jamais acordarão”, declara o Rei, cujo nome é SENHOR dos Exércitos.
  • 58. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: “A larga muralha da Babilônia será desmantelada e suas altas portas serão incendiadas. Os povos se exaurem por nada, o trabalho das nações não passa de combustível para as chamas”.
  • 59. Esta é a mensagem que Jeremias deu ao responsável pelo acampamento, Seraías, filho de Nerias, filho de Maaseias, quando ele foi à Babilônia com o rei Zedequias de Judá, no quarto ano do seu reinado.
  • 60. Jeremias escreveu num rolo todas as desgraças que sobreviriam à Babilônia, tudo que fora registrado acerca da Babilônia.
  • 61. Ele disse a Seraías: “Quando você chegar à Babilônia, tenha o cuidado de ler todas estas palavras em alta voz.
  • 62. Então diga: Ó SENHOR, disseste que destruirás este lugar, para que nem homem nem animal viva nele, pois ficará em ruínas para sempre.
  • 63. Quando você terminar de ler este rolo, amarre nele uma pedra e atire-o no Eufrates.
  • 64. Então diga: Assim Babilônia afundará para não mais se erguer, por causa da desgraça que trarei sobre ela. E seu povo cairá”. Aqui terminam as palavras de Jeremias.

Nova Versão Internacional

229 | 230 | 231 | 232 | 233 | Dia 234 | 235 | 236 | 237 | 238 | 239 |


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