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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 15

  • 1. Depois dessas coisas o SENHOR falou a Abrão numa visão: “Não tenha medo, Abrão! Eu sou o seu escudo; grande será a sua recompensa!”
  • 2. Mas Abrão perguntou: “Ó Soberano Senhor, que me darás, se continuo sem filhos e o herdeiro do que possuo é Eliézer de Damasco?”
  • 3. E acrescentou: “Tu não me deste filho algum! Um servo da minha casa será o meu herdeiro!”
  • 4. Então o SENHOR deu-lhe a seguinte resposta: “Seu herdeiro não será esse. Um filho gerado por você mesmo será o seu herdeiro”.
  • 5. Levando-o para fora da tenda, disse-lhe: “Olhe para o céu e conte as estrelas, se é que pode contá-las”. E prosseguiu: “Assim será a sua descendência”.
  • 6. Abrão creu no SENHOR, e isso lhe foi creditado como justiça.
  • 7. Disse-lhe ainda: “Eu sou o SENHOR, que o tirei de Ur dos caldeus para dar a você esta terra como herança”.
  • 8. Perguntou-lhe Abrão: “Ó Soberano SENHOR, como posso saber que tomarei posse dela?”
  • 9. Respondeu-lhe o SENHOR: “Traga-me uma novilha, uma cabra e um carneiro, todos com três anos de vida, e também uma rolinha e um pombinho”.
  • 10. Abrão trouxe todos esses animais, cortou-os ao meio e colocou cada metade em frente à outra; as aves, porém, ele não cortou.
  • 11. Nisso, aves de rapina começaram a descer sobre os cadáveres, mas Abrão as enxotava.
  • 12. Ao pôr do sol, Abrão foi tomado de sono profundo, e eis que vieram sobre ele trevas densas e apavorantes.
  • 13. Então o SENHOR lhe disse: “Saiba que os seus descendentes serão estrangeiros numa terra que não lhes pertencerá, onde também serão escravizados e oprimidos por quatrocentos anos.
  • 14. Mas eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens.
  • 15. Você, porém, irá em paz a seus antepassados e será sepultado em boa velhice.
  • 16. Na quarta geração, os seus descendentes voltarão para cá, porque a maldade dos amorreus ainda não atingiu a medida completa”.
  • 17. Depois que o sol se pôs e veio a escuridão, eis que um fogareiro esfumaçante, com uma tocha acesa, passou por entre os pedaços dos animais.
  • 18. Naquele dia, o SENHOR fez a seguinte aliança com Abrão: “Aos seus descendentes dei esta terra, desde o ribeiro do Egito até o grande rio, o Eufrates:
  • 19. a terra dos queneus, dos quenezeus, dos cadmoneus,
  • 20. dos hititas, dos ferezeus, dos refains,
  • 21. dos amorreus, dos cananeus, dos girgaseus e dos jebuseus”.
  • Mateus 14

  • 1. Por aquele tempo Herodes, o tetrarca , ouviu os relatos a respeito de Jesus
  • 2. e disse aos que o serviam: “Este é João Batista; ele ressuscitou dos mortos! Por isso estão operando nele poderes milagrosos”.
  • 3. Pois Herodes havia prendido e amarrado João, colocando-o na prisão por causa de Herodias, mulher de Filipe, seu irmão,
  • 4. porquanto João lhe dizia: “Não te é permitido viver com ela”.
  • 5. Herodes queria matá-lo, mas tinha medo do povo, porque este o considerava profeta.
  • 6. No aniversário de Herodes, a filha de Herodias dançou diante de todos e agradou tanto a Herodes
  • 7. que ele prometeu sob juramento dar-lhe o que ela pedisse.
  • 8. Influenciada por sua mãe, ela disse: “Dá-me aqui, num prato, a cabeça de João Batista”.
  • 9. O rei ficou aflito, mas, por causa do juramento e dos convidados, ordenou que lhe fosse dado o que ela pedia
  • 10. e mandou decapitar João na prisão.
  • 11. Sua cabeça foi levada num prato e entregue à jovem, que a levou à sua mãe.
  • 12. Os discípulos de João vieram, levaram o seu corpo e o sepultaram. Depois foram contar isso a Jesus.
  • 13. Ouvindo o que havia ocorrido, Jesus retirou-se de barco, em particular, para um lugar deserto. As multidões, ao ouvirem falar disso, saíram das cidades e o seguiram a pé.
  • 14. Quando Jesus saiu do barco e viu tão grande multidão, teve compaixão deles e curou os seus doentes.
  • 15. Ao cair da tarde, os discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Este é um lugar deserto, e já está ficando tarde. Manda embora a multidão para que possam ir aos povoados comprar comida”.
  • 16. Respondeu Jesus: “Eles não precisam ir. Deem-lhes vocês algo para comer”.
  • 17. Eles lhe disseram: “Tudo o que temos aqui são cinco pães e dois peixes”.
  • 18. “Tragam-nos aqui para mim”, disse ele.
  • 19. E ordenou que a multidão se assentasse na grama. Tomando os cinco pães e os dois peixes e, olhando para o céu, deu graças e partiu os pães. Em seguida, deu-os aos discípulos, e estes à multidão.
  • 20. Todos comeram e ficaram satisfeitos, e os discípulos recolheram doze cestos cheios de pedaços que sobraram.
  • 21. Os que comeram foram cerca de cinco mil homens, sem contar mulheres e crianças.
  • 22. Logo em seguida, Jesus insistiu com os discípulos para que entrassem no barco e fossem adiante dele para o outro lado, enquanto ele despedia a multidão.
  • 23. Tendo despedido a multidão, subiu sozinho a um monte para orar. Ao anoitecer, ele estava ali sozinho,
  • 24. mas o barco já estava a considerável distância da terra, fustigado pelas ondas, porque o vento soprava contra ele.
  • 25. Alta madrugada , Jesus dirigiu-se a eles, andando sobre o mar.
  • 26. Quando o viram andando sobre o mar, ficaram aterrorizados e disseram: “É um fantasma!” E gritaram de medo.
  • 27. Mas Jesus imediatamente lhes disse: “Coragem! Sou eu. Não tenham medo!”
  • 28. “Senhor”, disse Pedro, “se és tu, manda-me ir ao teu encontro por sobre as águas”.
  • 29. “Venha”, respondeu ele. Então Pedro saiu do barco, andou sobre as águas e foi na direção de Jesus.
  • 30. Mas, quando reparou no vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou: “Senhor, salva-me!”
  • 31. Imediatamente Jesus estendeu a mão e o segurou. E disse: “Homem de pequena fé, por que você duvidou?”
  • 32. Quando entraram no barco, o vento cessou.
  • 33. Então os que estavam no barco o adoraram, dizendo: “Verdadeiramente tu és o Filho de Deus”.
  • 34. Depois de atravessarem o mar, chegaram a Genesaré.
  • 35. Quando os homens daquele lugar reconheceram Jesus, espalharam a notícia em toda aquela região e lhe trouxeram os seus doentes.
  • 36. Suplicavam-lhe que apenas pudessem tocar na borda do seu manto; e todos os que nele tocaram foram curados.
  • Neemias 4

  • 1. Quando Sambalate soube que estávamos reconstruindo o muro, ficou furioso. Ridicularizou os judeus
  • 2. e, na presença de seus compatriotas e dos poderosos de Samaria, disse: “O que aqueles frágeis judeus estão fazendo? Será que vão restaurar o seu muro? Irão oferecer sacrifícios? Irão terminar a obra num só dia? Será que vão conseguir ressuscitar pedras de construção daqueles montes de entulho e de pedras queimadas?”
  • 3. Tobias, o amonita, que estava ao seu lado, completou: “Pois que construam! Basta que uma raposa suba lá, para que esse muro de pedras desabe!”
  • 4. Ouve-nos, ó Deus, pois estamos sendo desprezados. Faze cair sobre eles a zombaria. E sejam eles levados prisioneiros como despojo para outra terra.
  • 5. Não perdoes os seus pecados nem apagues as suas maldades, pois provocaram a tua ira diante dos construtores.
  • 6. Nesse meio tempo fomos reconstruindo o muro, até que em toda a sua extensão chegamos à metade da sua altura, pois o povo estava totalmente dedicado ao trabalho.
  • 7. Quando, porém, Sambalate, Tobias, os árabes, os amonitas e os homens de Asdode souberam que os reparos nos muros de Jerusalém tinham avançado e que as brechas estavam sendo fechadas, ficaram furiosos.
  • 8. Todos juntos planejaram atacar Jerusalém e causar confusão.
  • 9. Mas nós oramos ao nosso Deus e colocamos guardas de dia e de noite para proteger-nos deles.
  • 10. Enquanto isso, o povo de Judá começou a dizer: “Os trabalhadores já não têm mais forças e ainda há muito entulho. Por nós mesmos não conseguiremos reconstruir o muro”.
  • 11. E os nossos inimigos diziam: “Antes que descubram qualquer coisa ou nos vejam, estaremos bem ali no meio deles; vamos matá-los e acabar com o trabalho deles”.
  • 12. Os judeus que moravam perto deles dez vezes nos preveniram: “Para onde quer que vocês se virarem, saibam que seremos atacados de todos os lados”.
  • 13. Por isso posicionei alguns do povo atrás dos pontos mais baixos do muro, nos lugares abertos, divididos por famílias, armados de espadas, lanças e arcos.
  • 14. Fiz uma rápida inspeção e imediatamente disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: Não tenham medo deles. Lembrem-se de que o Senhor é grande e temível e lutem por seus irmãos, por seus filhos e por suas filhas, por suas mulheres e por suas casas.
  • 15. Quando os nossos inimigos descobriram que sabíamos de tudo e que Deus tinha frustrado a sua trama, todos nós voltamos para o muro, cada um para o seu trabalho.
  • 16. Daquele dia em diante, enquanto a metade dos meus homens fazia o trabalho, a outra metade permanecia armada de lanças, escudos, arcos e couraças. Os oficiais davam apoio a todo o povo de Judá
  • 17. que estava construindo o muro. Aqueles que transportavam material faziam o trabalho com uma das mãos e com a outra seguravam uma arma,
  • 18. e cada um dos construtores trazia na cintura uma espada enquanto trabalhava; e comigo ficava um homem pronto para tocar a trombeta.
  • 19. Então eu disse aos nobres, aos oficiais e ao restante do povo: A obra é grande e extensa, e estamos separados, distantes uns dos outros, ao longo do muro.
  • 20. Do lugar de onde ouvirem o som da trombeta, juntem-se a nós ali. Nosso Deus lutará por nós!
  • 21. Dessa maneira prosseguimos o trabalho com metade dos homens empunhando espadas desde o raiar da alvorada até o cair da tarde.
  • 22. Naquela ocasião, eu também disse ao povo: Cada um de vocês e o seu ajudante devem ficar à noite em Jerusalém, para que possam servir de guarda à noite e trabalhar durante o dia.
  • 23. Eu, os meus irmãos, os meus homens de confiança e os guardas que estavam comigo nem tirávamos a roupa, e cada um permanecia de arma na mão.

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