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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 27

  • 1. Aproximaram-se as filhas de Zelofeade, filho de Héfer, neto de Gileade, bisneto de Maquir, trineto de Manassés; pertencia aos clãs de Manassés, filho de José. Os nomes das suas filhas eram Maalá, Noa, Hogla, Milca e Tirza.
  • 2. Elas se prostraram à entrada da Tenda do Encontro diante de Moisés, do sacerdote Eleazar, dos líderes de toda a comunidade, e disseram:
  • 3. “Nosso pai morreu no deserto. Ele não estava entre os seguidores de Corá, que se ajuntaram contra o SENHOR, mas morreu por causa do seu próprio pecado e não deixou filhos.
  • 4. Por que o nome de nosso pai deveria desaparecer de seu clã por não ter tido um filho? Dê-nos propriedade entre os parentes de nosso pai”.
  • 5. Moisés levou o caso perante o SENHOR,
  • 6. e o SENHOR lhe disse:
  • 7. “As filhas de Zelofeade têm razão. Você lhes dará propriedade como herança entre os parentes do pai delas e lhes passará a herança do pai.
  • 8. “Diga aos israelitas: Se um homem morrer e não deixar filho, transfiram a sua herança para a sua filha.
  • 9. Se ele não tiver filha, deem a sua herança aos irmãos dele.
  • 10. Se não tiver irmãos, deem-na aos irmãos de seu pai.
  • 11. Se ainda seu pai não tiver irmãos, deem a herança ao parente mais próximo em seu clã”. Esta será uma exigência legal para os israelitas, como o SENHOR ordenou a Moisés.
  • 12. Então o SENHOR disse a Moisés: “Suba este monte da serra de Abarim e veja a terra que dei aos israelitas.
  • 13. Depois de vê-la, você também será reunido ao seu povo, como seu irmão Arão,
  • 14. pois, quando a comunidade se rebelou nas águas do deserto de Zim, vocês dois desobedeceram à minha ordem de honrar minha santidade perante eles”. Isso aconteceu nas águas de Meribá, em Cades, no deserto de Zim.
  • 15. Moisés disse ao SENHOR:
  • 16. “Que o SENHOR, o Deus que a todos dá vida , designe um homem como líder desta comunidade
  • 17. para conduzi-los em suas batalhas, para que a comunidade do SENHOR não seja como ovelhas sem pastor”.
  • 18. Então o SENHOR disse a Moisés: “Chame Josué, filho de Num, homem em quem está o Espírito , e imponha as mãos sobre ele.
  • 19. Faça-o apresentar-se ao sacerdote Eleazar e a toda a comunidade e o comissione na presença deles.
  • 20. Dê-lhe parte da sua autoridade para que toda a comunidade de Israel lhe obedeça.
  • 21. Ele deverá apresentar-se ao sacerdote Eleazar, que lhe dará diretrizes ao consultar o Urim perante o SENHOR. Josué e toda a comunidade dos israelitas seguirão suas instruções quando saírem para a batalha”.
  • 22. Moisés fez como o SENHOR lhe ordenou. Chamou Josué e o apresentou ao sacerdote Eleazar e a toda a comunidade.
  • 23. Impôs as mãos sobre ele e o comissionou. Tudo conforme o SENHOR tinha dito por meio de Moisés.
  • Salmos 70

  • 1. Livra-me, ó Deus! Apressa-te, SENHOR, a ajudar-me!
  • 2. Sejam humilhados e frustrados os que procuram tirar-me a vida; retrocedam desprezados os que desejam a minha ruína.
  • 3. Retrocedam em desgraça os que zombam de mim.
  • 4. Mas regozijem-se e alegrem-se em ti todos os que te buscam; digam sempre os que amam a tua salvação: “Como Deus é grande!”
  • 5. Quanto a mim, sou pobre e necessitado; apressa-te, ó Deus. Tu és o meu socorro e o meu libertador; SENHOR, não te demores!
  • Salmos 71

  • 1. Em ti, SENHOR, busquei refúgio; nunca permitas que eu seja humilhado.
  • 2. Resgata-me e livra-me por tua justiça; inclina o teu ouvido para mim e salva-me.
  • 3. Peço-te que sejas a minha rocha de refúgio, para onde eu sempre possa ir; dá ordem para que me libertem, pois és a minha rocha e a minha fortaleza.
  • 4. Livra-me, ó meu Deus, das mãos dos ímpios, das garras dos perversos e cruéis.
  • 5. Pois tu és a minha esperança, ó Soberano SENHOR, em ti está a minha confiança desde a juventude.
  • 6. Desde o ventre materno dependo de ti; tu me sustentaste desde as entranhas de minha mãe. Eu sempre te louvarei!
  • 7. Tornei-me um exemplo para muitos, porque tu és o meu refúgio seguro.
  • 8. Do teu louvor transborda a minha boca, que o tempo todo proclama o teu esplendor.
  • 9. Não me rejeites na minha velhice; não me abandones quando se vão as minhas forças.
  • 10. Pois os meus inimigos me caluniam; os que estão à espreita juntam-se e planejam matar-me.
  • 11. “Deus o abandonou”, dizem eles; “persigam-no e prendam-no, pois ninguém o livrará.”
  • 12. Não fiques longe de mim, ó Deus; ó meu Deus, apressa-te em ajudar-me.
  • 13. Pereçam humilhados os meus acusadores; sejam cobertos de zombaria e vergonha os que querem prejudicar-me.
  • 14. Mas eu sempre terei esperança e te louvarei cada vez mais.
  • 15. A minha boca falará sem cessar da tua justiça e dos teus incontáveis atos de salvação.
  • 16. Falarei dos teus feitos poderosos, ó Soberano SENHOR; proclamarei a tua justiça, unicamente a tua justiça.
  • 17. Desde a minha juventude, ó Deus, tens me ensinado, e até hoje eu anuncio as tuas maravilhas.
  • 18. Agora que estou velho, de cabelos brancos, não me abandones, ó Deus, para que eu possa falar da tua força aos nossos filhos, e do teu poder às futuras gerações.
  • 19. Tua justiça chega até as alturas, ó Deus, tu, que tens feito coisas grandiosas. Quem se compara a ti, ó Deus?
  • 20. Tu, que me fizeste passar muitas e duras tribulações, restaurarás a minha vida, e das profundezas da terra de novo me farás subir.
  • 21. Tu me farás mais honrado e mais uma vez me consolarás.
  • 22. E eu te louvarei com a lira por tua fidelidade, ó meu Deus; cantarei louvores a ti com a harpa, ó Santo de Israel.
  • 23. Os meus lábios gritarão de alegria quando eu cantar louvores a ti, pois tu me redimiste.
  • 24. Também a minha língua sempre falará dos teus atos de justiça, pois os que queriam prejudicar-me foram humilhados e ficaram frustrados.
  • Isaías 17

  • 1. Advertência contra Damasco: Damasco deixará de ser cidade; vai se tornar um monte de ruínas.
  • 2. Suas cidades serão abandonadas; serão entregues aos rebanhos que ali se deitarão, e ninguém os espantará.
  • 3. Efraim deixará de ser uma fortaleza, e Damasco uma realeza; o remanescente de Arã será como a glória dos israelitas, anuncia o SENHOR dos Exércitos.
  • 4. Naquele dia, a glória de Jacó se definhará, e a gordura do seu corpo se consumirá.
  • 5. Será como quando um ceifeiro junta o trigo e colhe as espigas com o braço, como quando se apanham os feixes de trigo no vale de Refaim.
  • 6. Contudo, restarão algumas espigas, como, quando se sacode uma oliveira, ficam duas ou três azeitonas nos galhos mais altos e umas quatro ou cinco nos ramos mais produtivos, anuncia o SENHOR, o Deus de Israel.
  • 7. Naquele dia, os homens olharão para aquele que os fez e voltarão os olhos para o Santo de Israel.
  • 8. Não olharão para os altares, obra de suas mãos, e não darão a mínima atenção aos postes sagrados e aos altares de incenso que os seus dedos fizeram.
  • 9. Naquele dia, as suas cidades fortes, que tinham sido abandonadas por causa dos israelitas, serão como lugares entregues aos bosques e ao mato. E tudo será desolação.
  • 10. Porque vocês se esqueceram de Deus, do seu Salvador, e não se lembraram da Rocha, da fortaleza de vocês. Por isso, embora vocês cultivem as melhores plantas, videiras importadas,
  • 11. as façam crescer no dia em que as semearem e as façam florescer de manhã, não haverá colheita no dia da tristeza e do mal irremediável.
  • 12. Ah! O bramido das numerosas nações; bramam como o mar! Ah, o rugido dos povos; rugem como águas impetuosas!
  • 13. Embora os povos rujam como ondas encapeladas, quando ele os repreender, fugirão para longe, carregados pelo vento como palha nas colinas, como galhos arrancados pela ventania.
  • 14. Ao cair da tarde, pavor repentino! Antes do amanhecer, já se foram! Esse é o destino dos que nos saqueiam, essa é a parte que caberá aos que roubam.
  • Isaías 18

  • 1. Ai da terra do zumbido de insetos ao longo dos rios da Etiópia ,
  • 2. que manda emissários pelo mar em barcos de papiro sobre as águas. Vão, ágeis mensageiros, a um povo alto e de pele macia, a um povo temido pelos que estão perto e pelos que estão longe, nação agressiva e de fala estranha, cuja terra é dividida por rios.
  • 3. Todos vocês, habitantes do mundo, vocês que vivem na terra, quando a bandeira for erguida sobre os montes, vocês a verão, e, quando soar a trombeta, vocês a ouvirão.
  • 4. Assim diz o SENHOR: “Do lugar onde moro ficarei olhando, quieto como o ardor do sol reluzente, como a nuvem de orvalho no calor do tempo da colheita”.
  • 5. Pois, antes da colheita, quando a floração der lugar ao fruto e as uvas amadurecerem, ele cortará os brotos com a podadeira e tirará os ramos longos.
  • 6. Serão todos entregues aos abutres das montanhas e aos animais selvagens; as aves se alimentarão deles todo o verão, e os animais selvagens, todo o inverno.
  • 7. Naquela ocasião, dádivas serão trazidas ao SENHOR dos Exércitos da parte de um povo alto e de pele macia, da parte de um povo temido pelos que estão perto e pelos que estão longe, nação agressiva e de fala estranha, cuja terra é dividida por rios. As dádivas serão trazidas ao monte Sião, ao local do nome do SENHOR dos Exércitos.

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