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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 21

  • 1. Quando o rei cananeu de Arade, que vivia no Neguebe, soube que Israel vinha pela estrada de Atarim, atacou os israelitas e capturou alguns deles.
  • 2. Então Israel fez este voto ao SENHOR: “Se entregares este povo em nossas mãos, destruiremos totalmente as suas cidades”.
  • 3. O SENHOR ouviu o pedido de Israel e lhes entregou os cananeus. Israel os destruiu completamente, a eles e às suas cidades; de modo que o lugar foi chamado Hormá.
  • 4. Partiram eles do monte Hor pelo caminho do mar Vermelho, para contornarem a terra de Edom. Mas o povo ficou impaciente no caminho
  • 5. e falou contra Deus e contra Moisés, dizendo: “Por que vocês nos tiraram do Egito para morrermos no deserto? Não há pão! Não há água! E nós detestamos esta comida miserável!”
  • 6. Então o SENHOR enviou serpentes venenosas que morderam o povo, e muitos morreram.
  • 7. O povo foi a Moisés e disse: “Pecamos quando falamos contra o SENHOR e contra você. Ore pedindo ao SENHOR que tire as serpentes do meio de nós”. E Moisés orou pelo povo.
  • 8. O SENHOR disse a Moisés: “Faça uma serpente e coloque-a no alto de um poste; quem for mordido e olhar para ela viverá”.
  • 9. Moisés fez então uma serpente de bronze e a colocou num poste. Quando alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, permanecia vivo.
  • 10. Os israelitas partiram e acamparam em Obote.
  • 11. Depois partiram de Obote e acamparam em Ijé-Abarim, no deserto defronte de Moabe, ao leste.
  • 12. Dali partiram e acamparam no vale de Zerede.
  • 13. Partiram dali e acamparam do outro lado do Arnom, que fica no deserto que se estende até o território amorreu. O Arnom é a fronteira de Moabe, entre Moabe e os amorreus.
  • 14. É por isso que se diz no Livro das Guerras do SENHOR: “…Vaebe, em Sufá, e os vales, o Arnom
  • 15. e as ravinas dos vales que se estendem até a cidade de Ar e chegam até a fronteira de Moabe”.
  • 16. De lá prosseguiram até Beer, o poço onde o SENHOR disse a Moisés: “Reúna o povo, e eu lhe darei água”.
  • 17. Então Israel cantou esta canção: “Brote água, ó poço! Cantem a seu respeito,
  • 18. a respeito do poço que os líderes cavaram, que os nobres abriram com cetros e cajados”. Então saíram do deserto para Mataná,
  • 19. de Mataná para Naaliel, de Naaliel para Bamote,
  • 20. e de Bamote para o vale de Moabe, onde o topo do Pisga defronta com o deserto de Jesimom.
  • 21. Israel enviou mensageiros para dizer a Seom, rei dos amorreus:
  • 22. “Deixa-nos atravessar a tua terra. Não entraremos em nenhuma plantação, em nenhuma vinha, nem beberemos água de poço algum. Passaremos pela estrada do rei até que tenhamos atravessado o teu território”.
  • 23. Seom, porém, não deixou Israel atravessar o seu território. Convocou todo o seu exército e atacou Israel no deserto. Quando chegou a Jaza, lutou contra Israel.
  • 24. Porém Israel o destruiu com a espada e tomou-lhe as terras desde o Arnom até o Jaboque, até o território dos amonitas, pois Jazar estava na fronteira dos amonitas.
  • 25. Israel capturou todas as cidades dos amorreus e as ocupou, inclusive Hesbom e todos os seus povoados.
  • 26. Hesbom era a cidade de Seom, rei dos amorreus, que havia lutado contra o antigo rei de Moabe, tendo tomado todas as suas terras até o Arnom.
  • 27. É por isso que os poetas dizem: “Venham a Hesbom! Seja ela reconstruída; seja restaurada a cidade de Seom!
  • 28. “Fogo saiu de Hesbom, uma chama da cidade de Seom; consumiu Ar, de Moabe, os senhores do alto Arnom.
  • 29. Ai de você, Moabe! Você está destruído, ó povo de Camos! Ele fez de seus filhos, fugitivos, e de suas filhas, prisioneiras de Seom, rei dos amorreus.
  • 30. “Mas nós os derrotamos; Hesbom está destruída por todo o caminho até Dibom. Nós os arrasamos até Nofá, e até Medeba”.
  • 31. Assim Israel habitou na terra dos amorreus.
  • 32. Moisés enviou espiões a Jazar, e os israelitas tomaram os povoados ao redor e expulsaram os amorreus que ali estavam.
  • 33. Depois voltaram e subiram pelo caminho de Basã, e Ogue, rei de Basã, com todo o seu exército, marchou para enfrentá-los em Edrei.
  • 34. Mas o SENHOR disse a Moisés: “Não tenha medo dele, pois eu o entreguei a você, juntamente com todo o seu exército e com a sua terra. Você fará com ele o que fez com Seom, rei dos amorreus, que habitava em Hesbom”.
  • 35. Então eles o derrotaram, bem como os seus filhos e todo o seu exército, não lhes deixando sobrevivente algum. E tomaram posse da terra dele.
  • Salmos 60

  • 1. Tu nos rejeitaste e dispersaste, ó Deus; tu derramaste a tua ira; restaura-nos agora!
  • 2. Sacudiste a terra e abriste-lhe fendas; repara suas brechas, pois ameaça desmoronar-se.
  • 3. Fizeste passar o teu povo por tempos difíceis; deste-nos um vinho estonteante.
  • 4. Mas aos que te temem deste um sinal para que fugissem das flechas. [Pausa]
  • 5. Salva-nos com a tua mão direita e responde-nos, para que sejam libertos aqueles a quem amas.
  • 6. Do seu santuário Deus falou: “No meu triunfo dividirei Siquém e repartirei o vale de Sucote.
  • 7. Gileade é minha, Manassés também; Efraim é o meu capacete, Judá é o meu cetro.
  • 8. Moabe é a pia em que me lavo, em Edom atiro a minha sandália; sobre a Filístia dou meu brado de vitória!”
  • 9. Quem me levará à cidade fortificada? Quem me guiará a Edom?
  • 10. Não foste tu, ó Deus, que nos rejeitaste e deixaste de sair com os nossos exércitos?
  • 11. Dá-nos ajuda contra os adversários, pois inútil é o socorro do homem.
  • 12. Com Deus conquistaremos a vitória, e ele pisoteará os nossos adversários.
  • Salmos 61

  • 1. Ouve o meu clamor, ó Deus; atenta para a minha oração.
  • 2. Desde os confins da terra eu clamo a ti com o coração abatido; põe-me a salvo na rocha mais alta do que eu.
  • 3. Pois tu tens sido o meu refúgio, uma torre forte contra o inimigo.
  • 4. Para sempre anseio habitar na tua tenda e refugiar-me no abrigo das tuas asas. [Pausa]
  • 5. Pois ouviste os meus votos, ó Deus; deste-me a herança que concedes aos que temem o teu nome.
  • 6. Prolonga os dias do rei, por muitas gerações os seus anos de vida.
  • 7. Para sempre esteja ele em seu trono, diante de Deus; envia o teu amor e a tua fidelidade para protegê-lo.
  • 8. Então sempre cantarei louvores ao teu nome, cumprindo os meus votos cada dia.
  • Isaías 10

  • 1. Ai daqueles que fazem leis injustas, que escrevem decretos opressores,
  • 2. para privar os pobres dos seus direitos e da justiça os oprimidos do meu povo, fazendo das viúvas sua presa e roubando dos órfãos!
  • 3. Que farão vocês no dia do castigo, quando a destruição vier de um lugar distante? Atrás de quem vocês correrão em busca de ajuda? Onde deixarão todas as suas riquezas?
  • 4. Nada poderão fazer, a não ser encolher-se entre os prisioneiros ou cair entre os mortos. Apesar disso tudo, a ira divina não se desviou; sua mão continua erguida.
  • 5. “Ai dos assírios, a vara do meu furor, em cujas mãos está o bastão da minha ira!
  • 6. Eu os envio contra uma nação ímpia, contra um povo que me enfurece, para saqueá-lo e arrancar-lhe os bens, e para pisoteá-lo como a lama das ruas.
  • 7. Mas não é o que eles pretendem, não é o que têm planejado; antes, o seu propósito é destruir e dar fim a muitas nações.
  • 8. ‘Os nossos comandantes não são todos reis?’, eles perguntam.
  • 9. Acaso não aconteceu a Calno o mesmo que a Carquemis? Hamate não é como Arpade e Samaria como Damasco?
  • 10. Assim como esses reinos idólatras foram conquistados por minha mão, reinos cujas imagens eram mais numerosas que as de Jerusalém e de Samaria,
  • 11. eu tratarei Jerusalém e suas imagens como tratei Samaria e seus ídolos.”
  • 12. Quando o Senhor terminar toda a sua obra contra o monte Sião e contra Jerusalém, ele dirá: “Castigarei o rei da Assíria pelo orgulho obstinado de seu coração e pelo seu olhar arrogante.
  • 13. Pois ele diz: “ ‘Com a força da minha mão eu o fiz, e com a minha sabedoria, porque tenho entendimento. Removi as fronteiras das nações, saqueei os seus tesouros; como um poderoso subjuguei seus habitantes.
  • 14. Como se estica o braço para alcançar um ninho, assim estiquei o braço para apanhar a riqueza das nações; como os que ajuntam ovos abandonados, assim ajuntei toda a terra; não houve ninguém que batesse as asas ou que desse um pio’ ”.
  • 15. Será que o machado se exalta acima daquele que o maneja, ou a serra se vangloria contra aquele que a usa? Seria como se uma vara manejasse quem a ergue, ou o bastão levantasse quem não é madeira!
  • 16. Por isso o Soberano, o SENHOR dos Exércitos, enviará uma enfermidade devastadora sobre os seus fortes guerreiros; no lugar da sua glória se acenderá um fogo como chama abrasadora.
  • 17. A Luz de Israel se tornará um fogo; o seu Santo, uma chama. Num único dia ela queimará e consumirá os seus espinheiros e as suas roseiras bravas.
  • 18. A glória das suas florestas e dos seus campos férteis se extinguirá totalmente como definha um enfermo.
  • 19. E as árvores que sobrarem nas suas florestas serão tão poucas que até uma criança poderá contá-las.
  • 20. Naquele dia, o remanescente de Israel, os sobreviventes da descendência de Jacó, já não confiarão naquele que os feriu; antes confiarão no SENHOR, no Santo de Israel, com toda a fidelidade.
  • 21. Um remanescente voltará , sim, o remanescente de Jacó voltará para o Deus Poderoso.
  • 22. Embora o seu povo, ó Israel, seja como a areia do mar, apenas um remanescente voltará. A destruição já foi decretada e virá transbordante de justiça.
  • 23. O Soberano, o SENHOR dos Exércitos, executará a destruição decretada contra todo o país.
  • 24. Por isso o Soberano, o SENHOR dos Exércitos, diz: “Povo meu que vive em Sião, não tenha medo dos assírios quando eles o espancam com uma vara e erguem contra você um bastão como fez o Egito.
  • 25. Muito em breve o meu furor passará, e a minha ira se voltará para a destruição deles”.
  • 26. O SENHOR dos Exércitos os flagelará com um chicote, como fez quando feriu Midiã na rocha de Orebe; ele erguerá o seu cajado contra o mar como fez no Egito.
  • 27. Naquele dia, o fardo deles será tirado dos seus ombros, e o jugo deles do seu pescoço; o jugo se quebrará porque vocês estarão muito gordos!
  • 28. Eles entram em Aiate; passam por Migrom; guardam suprimentos em Micmás.
  • 29. Atravessam o vale e dizem: “Passaremos a noite acampados em Geba”. Ramá treme; Gibeá de Saul foge.
  • 30. Clamem, ó habitantes de Galim! Escute, ó Laís! Pobre Anatote!
  • 31. Madmena está em fuga; o povo de Gebim esconde-se.
  • 32. Hoje eles vão parar em Nobe; sacudirão o punho para o monte da cidade de Sião, para a colina de Jerusalém.
  • 33. Vejam! O Soberano, o SENHOR dos Exércitos, cortará os galhos com grande força. As árvores altivas serão derrubadas, as altas serão lançadas por terra.
  • 34. Com um machado ele ceifará a floresta; o Líbano cairá diante do Poderoso.

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