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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 11

  • 1. Aconteceu que o povo começou a queixar-se das suas dificuldades aos ouvidos do SENHOR. Quando ele os ouviu, a sua ira acendeu-se, e fogo da parte do SENHOR queimou entre eles e consumiu algumas extremidades do acampamento.
  • 2. Então o povo clamou a Moisés, este orou ao SENHOR, e o fogo extinguiu-se.
  • 3. Por isso aquele lugar foi chamado Taberá, porque o fogo da parte do SENHOR queimou entre eles.
  • 4. Um bando de estrangeiros que havia no meio deles encheu-se de gula, e até os próprios israelitas tornaram a queixar-se e diziam: “Ah, se tivéssemos carne para comer!
  • 5. Nós nos lembramos dos peixes que comíamos de graça no Egito, e também dos pepinos, das melancias, dos alhos-porós, das cebolas e dos alhos.
  • 6. Mas agora perdemos o apetite; nunca vemos nada, a não ser este maná!”
  • 7. O maná era como semente de coentro e tinha aparência de resina.
  • 8. O povo saía recolhendo o maná nas redondezas e o moía num moinho manual ou socava-o num pilão; depois cozinhava o maná e com ele fazia bolos. Tinha gosto de bolo amassado com azeite de oliva.
  • 9. Quando o orvalho caía sobre o acampamento à noite, também caía o maná.
  • 10. Moisés ouviu gente de todas as famílias se queixando, cada uma à entrada de sua tenda. Então acendeu-se a ira do SENHOR, e isso pareceu mal a Moisés.
  • 11. E ele perguntou ao SENHOR: “Por que trouxeste este mal sobre o teu servo? Foi por não te agradares de mim, que colocaste sobre os meus ombros a responsabilidade de todo esse povo?
  • 12. Por acaso fui eu quem o concebeu? Fui eu quem o deu à luz? Por que me pedes para carregá-lo nos braços, como uma ama carrega um recém-nascido, para levá-lo à terra que prometeste sob juramento aos seus antepassados?
  • 13. Onde conseguirei carne para todo esse povo? Eles ficam se queixando contra mim, dizendo: ‘Dê-nos carne para comer!’
  • 14. Não posso levar todo esse povo sozinho; essa responsabilidade é grande demais para mim.
  • 15. Se é assim que vais me tratar, mata-me agora mesmo; se te agradas de mim, não me deixes ver a minha própria ruína”.
  • 16. E o SENHOR disse a Moisés: “Reúna setenta autoridades de Israel, que você sabe que são líderes e supervisores entre o povo. Leve-os à Tenda do Encontro, para que estejam ali com você.
  • 17. Eu descerei e falarei com você; e tirarei do Espírito que está sobre você e o porei sobre eles. Eles o ajudarão na árdua responsabilidade de conduzir o povo, de modo que você não tenha que assumir tudo sozinho.
  • 18. “Diga ao povo: Consagrem-se para amanhã, pois vocês comerão carne. O SENHOR os ouviu quando se queixaram a ele, dizendo: ‘Ah, se tivéssemos carne para comer! Estávamos melhor no Egito!’ Agora o SENHOR dará carne a vocês, e vocês a comerão.
  • 19. Vocês não comerão carne apenas um dia, ou dois, ou cinco, ou dez ou vinte,
  • 20. mas um mês inteiro, até que saia carne pelo nariz de vocês e vocês tenham nojo dela, porque rejeitaram o SENHOR, que está no meio de vocês, e se queixaram a ele, dizendo: ‘Por que saímos do Egito?’ ”
  • 21. Disse, porém, Moisés: “Aqui estou eu no meio de seiscentos mil homens em pé, e dizes: ‘Darei a eles carne para comerem durante um mês inteiro!’
  • 22. Será que haveria o suficiente para eles se todos os rebanhos fossem abatidos? Será que haveria o suficiente para eles se todos os peixes do mar fossem apanhados?”
  • 23. O SENHOR respondeu a Moisés: “Estará limitado o poder do SENHOR? Agora você verá se a minha palavra se cumprirá ou não”.
  • 24. Então Moisés saiu e contou ao povo o que o SENHOR tinha dito. Reuniu setenta autoridades dentre eles e as dispôs ao redor da Tenda.
  • 25. O SENHOR desceu na nuvem e lhe falou e tirou do Espírito que estava sobre Moisés e o pôs sobre as setenta autoridades. Quando o Espírito veio sobre elas, profetizaram, mas depois nunca mais tornaram a fazê-lo.
  • 26. Entretanto, dois homens, chamados Eldade e Medade, tinham ficado no acampamento. Ambos estavam na lista das autoridades, mas não tinham ido para a Tenda. O Espírito também veio sobre eles, e profetizaram no acampamento.
  • 27. Então, certo jovem correu e contou a Moisés: “Eldade e Medade estão profetizando no acampamento”.
  • 28. Josué, filho de Num, que desde jovem era auxiliar de Moisés, interferiu e disse: “Moisés, meu senhor, proíba-os!”
  • 29. Mas Moisés respondeu: “Você está com ciúmes por mim? Quem dera todo o povo do SENHOR fosse profeta e que o SENHOR pusesse o seu Espírito sobre eles!”
  • 30. Então Moisés e as autoridades de Israel voltaram para o acampamento.
  • 31. Depois disso, veio um vento da parte do SENHOR que trouxe codornizes do mar e as fez cair por todo o acampamento, a uma altura de noventa centímetros , espalhando-as em todas as direções num raio de um dia de caminhada.
  • 32. Durante todo aquele dia e aquela noite e durante todo o dia seguinte, o povo saiu e recolheu codornizes. Ninguém recolheu menos de dez barris. Então eles as estenderam para secar ao redor de todo o acampamento.
  • 33. Mas, enquanto a carne ainda estava entre os seus dentes e antes que a ingerissem, a ira do SENHOR acendeu-se contra o povo, e ele o feriu com uma praga terrível.
  • 34. Por isso o lugar foi chamado Quibrote-Hataavá, porque ali foram enterrados os que tinham sido dominados pela gula.
  • 35. De Quibrote-Hataavá o povo partiu para Hazerote, e lá ficou.
  • Salmos 48

  • 1. Grande é o SENHOR, e digno de todo louvor na cidade do nosso Deus.
  • 2. Seu santo monte, belo e majestoso, é a alegria de toda a terra. Como as alturas do Zafom é o monte Sião, a cidade do grande Rei.
  • 3. Nas suas cidadelas Deus se revela como sua proteção.
  • 4. Vejam! Os reis somaram forças, e juntos avançaram contra ela.
  • 5. Quando a viram, ficaram atônitos, fugiram aterrorizados.
  • 6. Ali mesmo o pavor os dominou; contorceram-se como a mulher no parto.
  • 7. Foste como o vento oriental quando destruiu os navios de Társis.
  • 8. Como já temos ouvido, agora também temos visto na cidade do SENHOR dos Exércitos, na cidade de nosso Deus: Deus a preserva firme para sempre. [Pausa]
  • 9. No teu templo, ó Deus, meditamos em teu amor leal.
  • 10. Como o teu nome, ó Deus, o teu louvor alcança os confins da terra; a tua mão direita está cheia de justiça.
  • 11. O monte Sião se alegra, as cidades de Judá exultam por causa das tuas decisões justas.
  • 12. Percorram Sião, contornando-a, contem as suas torres,
  • 13. observem bem as suas muralhas, examinem as suas cidadelas, para que vocês falem à próxima geração
  • 14. que este Deus é o nosso Deus para todo o sempre; ele será o nosso guia até o fim.
  • Isaías 1

  • 1. Visão que Isaías, filho de Amoz, teve a respeito de Judá e Jerusalém durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá.
  • 2. Ouçam, ó céus! Escute, ó terra! Pois o SENHOR falou: “Criei filhos e os fiz crescer, mas eles se revoltaram contra mim.
  • 3. O boi reconhece o seu dono, e o jumento conhece a manjedoura do seu proprietário, mas Israel nada sabe, o meu povo nada compreende”.
  • 4. Ah, nação pecadora, povo carregado de iniquidade! Raça de malfeitores, filhos dados à corrupção! Abandonaram o SENHOR, desprezaram o Santo de Israel e o rejeitaram.
  • 5. Por que haveriam de continuar a ser castigados? Por que insistem na revolta? A cabeça toda está ferida, todo o coração está sofrendo.
  • 6. Da sola do pé ao alto da cabeça não há nada são; somente machucados, vergões e ferimentos abertos, que não foram limpos nem enfaixados nem tratados com azeite.
  • 7. A terra de vocês está devastada, suas cidades foram destruídas a fogo; os seus campos estão sendo tomados por estrangeiros diante de vocês e devastados como a ruína que eles costumam causar.
  • 8. Só restou a cidade de Sião como tenda numa vinha, como abrigo numa plantação de melões, como uma cidade sitiada.
  • 9. Se o SENHOR dos Exércitos não tivesse poupado alguns de nós, já estaríamos como Sodoma e semelhantes a Gomorra.
  • 10. Governantes de Sodoma, ouçam a palavra do SENHOR! Vocês, povo de Gomorra, escutem a instrução de nosso Deus!
  • 11. “Para que me oferecem tantos sacrifícios?”, pergunta o SENHOR. “Para mim, chega de holocaustos de carneiros e da gordura de novilhos gordos. Não tenho nenhum prazer no sangue de novilhos, de cordeiros e de bodes!
  • 12. Quando vocês vêm à minha presença, quem pediu que pusessem os pés em meus átrios?
  • 13. Parem de trazer ofertas inúteis! O incenso de vocês é repugnante para mim. Luas novas, sábados e reuniões! Não consigo suportar suas assembleias cheias de iniquidade.
  • 14. Suas festas da lua nova e suas festas fixas, eu as odeio. Tornaram-se um fardo para mim; não as suporto mais!
  • 15. Quando vocês estenderem as mãos em oração, esconderei de vocês os meus olhos; mesmo que multipliquem as suas orações, não as escutarei! As suas mãos estão cheias de sangue!
  • 16. Lavem-se! Limpem-se! Removam suas más obras para longe da minha vista! Parem de fazer o mal,
  • 17. aprendam a fazer o bem! Busquem a justiça, acabem com a opressão. Lutem pelos direitos do órfão, defendam a causa da viúva.
  • 18. “Venham, vamos refletir juntos”, diz o SENHOR. “Embora os seus pecados sejam vermelhos como escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; embora sejam rubros como púrpura, como a lã se tornarão.
  • 19. Se vocês estiverem dispostos a obedecer, comerão os melhores frutos desta terra;
  • 20. mas, se resistirem e se rebelarem, serão devorados pela espada.” Pois o SENHOR é quem fala!
  • 21. Vejam como a cidade fiel se tornou prostituta! Antes cheia de justiça e habitada pela retidão, agora está cheia de assassinos!
  • 22. Sua prata tornou-se escória, seu licor ficou aguado.
  • 23. Seus líderes são rebeldes, amigos de ladrões; todos eles amam o suborno e andam atrás de presentes. Eles não defendem os direitos do órfão, e não tomam conhecimento da causa da viúva.
  • 24. Por isso o Soberano, o SENHOR dos Exércitos, o Poderoso de Israel, anuncia: “Ah! Derramarei minha ira sobre os meus adversários e me vingarei dos meus inimigos.
  • 25. Voltarei minha mão contra você; tirarei toda a sua escória e removerei todas as suas impurezas.
  • 26. Restaurarei os seus juízes como no passado; os seus conselheiros, como no princípio. Depois disso você será chamada cidade de retidão, cidade fiel”.
  • 27. Sião será redimida com justiça, com retidão os que se arrependerem.
  • 28. Mas os rebeldes e os pecadores serão destruídos, e os que abandonam o SENHOR perecerão.
  • 29. “Vocês se envergonharão dos carvalhos sagrados que tanto apreciam; ficarão decepcionados com os jardins sagrados que escolheram.
  • 30. Vocês serão como um terebinto cujas folhas estão caindo, como um jardim sem água.
  • 31. O poderoso se tornará como estopa, e sua obra como fagulha; ambos serão queimados juntos sem que ninguém apague o fogo”.

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