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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura do Antigo Testamento em 324 dias

Nova Versão Internacional: 86 de 324 dias.

    1 Samuel 13

  • 1. Saul tinha trinta anos de idade quando começou a reinar e reinou sobre Israel quarenta e dois anos.
  • 2. Saul escolheu três mil homens de Israel; dois mil ficaram com ele em Micmás e nos montes de Betel e mil ficaram com Jônatas em Gibeá de Benjamim. O restante dos homens ele mandou de volta para suas tendas.
  • 3. Jônatas atacou os destacamentos dos filisteus em Gibeá , e os filisteus foram informados disso. Então Saul mandou tocar a trombeta por todo o país, dizendo: “Que os hebreus fiquem sabendo disto!”
  • 4. E todo o Israel ouviu a notícia de que Saul tinha atacado o destacamento dos filisteus, atraindo o ódio dos filisteus sobre Israel. Então os homens foram convocados para se unirem a Saul em Gilgal.
  • 5. Os filisteus reuniram-se para lutar contra Israel com três mil carros de guerra, seis mil condutores de carros e tantos soldados quanto a areia da praia. Eles foram a Micmás, a leste de Bete-Áven, e lá acamparam.
  • 6. Quando os soldados de Israel viram que a situação era difícil e que o seu exército estava sendo muito pressionado, esconderam-se em cavernas e buracos, entre as rochas e em poços e cisternas.
  • 7. Alguns hebreus até atravessaram o Jordão para chegar à terra de Gade e de Gileade. Saul ficou em Gilgal, e os soldados que estavam com ele tremiam de medo.
  • 8. Ele esperou sete dias, o prazo estabelecido por Samuel; mas este não chegou a Gilgal, e os soldados de Saul começaram a se dispersar.
  • 9. E ele ordenou: “Tragam-me o holocausto e os sacrifícios de comunhão ”. Saul então ofereceu o holocausto;
  • 10. quando terminou de oferecê-lo, Samuel chegou, e Saul foi saudá-lo.
  • 11. Perguntou-lhe Samuel: “O que você fez?” Saul respondeu: “Quando vi que os soldados estavam se dispersando e que não tinhas chegado no prazo estabelecido, e que os filisteus estavam reunidos em Micmás,
  • 12. pensei: Agora, os filisteus me atacarão em Gilgal, e eu não busquei o SENHOR. Por isso senti-me obrigado a oferecer o holocausto”.
  • 13. Disse Samuel: “Você agiu como tolo, desobedecendo ao mandamento que o SENHOR, o seu Deus, deu a você; se tivesse obedecido, ele teria estabelecido para sempre o seu reinado sobre Israel.
  • 14. Mas agora o seu reinado não permanecerá; o SENHOR procurou um homem segundo o seu coração e o designou líder de seu povo, pois você não obedeceu ao mandamento do SENHOR”.
  • 15. Então Samuel partiu de Gilgal e foi a Gibeá de Benjamim, e Saul contou os soldados que estavam com ele. Eram cerca de seiscentos.
  • 16. Saul e seu filho Jônatas, acompanhados de seus soldados, ficaram em Gibeá de Benjamim, enquanto os filisteus estavam acampados em Micmás.
  • 17. Uma tropa de ataque saiu do acampamento filisteu em três divisões. Uma foi em direção a Ofra, nos arredores de Sual,
  • 18. outra em direção a Bete-Horom, e a terceira em direção à região fronteiriça de onde se avista o vale de Zeboim, diante do deserto.
  • 19. Naquela época não havia nem mesmo um único ferreiro em toda a terra de Israel, pois os filisteus não queriam que os hebreus fizessem espadas e lanças.
  • 20. Assim, eles tinham que ir aos filisteus para afiar seus arados, enxadas, machados e foices.
  • 21. O preço para afiar rastelos e enxadas era oito gramas de prata, e quatro gramas de prata para afiar tridentes, machados e pontas de aguilhadas.
  • 22. Por isso, no dia da batalha, nenhum soldado de Saul e Jônatas tinha espada ou lança nas mãos, exceto o próprio Saul e seu filho Jônatas.
  • 23. Aconteceu que um destacamento filisteu foi para o desfiladeiro de Micmás.
  • 1 Samuel 14

  • 1. Certo dia, Jônatas, filho de Saul, disse ao seu jovem escudeiro: “Vamos ao destacamento filisteu, do outro lado”. Ele, porém, não contou isso a seu pai.
  • 2. Saul estava sentado debaixo de uma romãzeira na fronteira de Gibeá, em Migrom. Com ele estavam uns seiscentos soldados,
  • 3. entre os quais Aías, que levava o colete sacerdotal. Ele era filho de Aitube, irmão de Icabode, filho de Fineias e neto de Eli, o sacerdote do SENHOR em Siló. Ninguém sabia que Jônatas havia saído.
  • 4. Em cada lado do desfiladeiro que Jônatas pretendia atravessar para chegar ao destacamento filisteu, havia um penhasco íngreme; um se chamava Bozez; o outro, Sené.
  • 5. Havia um penhasco ao norte, na direção de Micmás, e outro ao sul, na direção de Geba.
  • 6. E Jônatas disse a seu escudeiro: “Vamos ao destacamento daqueles incircuncisos. Talvez o SENHOR aja em nosso favor, pois nada pode impedir o SENHOR de salvar, seja com muitos seja com poucos”.
  • 7. Disse o seu escudeiro: “Faze tudo o que tiveres em mente; eu irei contigo”.
  • 8. Jônatas disse: “Venha, vamos atravessar na direção dos soldados e deixaremos que nos avistem.
  • 9. Se nos disserem: ‘Esperem aí até que cheguemos perto’, ficaremos onde estivermos e não avançaremos.
  • 10. Mas, se disserem: ‘Subam até aqui’, subiremos, pois este será um sinal para nós de que o SENHOR os entregou em nossas mãos”.
  • 11. Então os dois se deixaram ver pelo destacamento dos filisteus, que disseram: “Vejam, os hebreus estão saindo dos buracos onde estavam escondidos”.
  • 12. E gritaram para Jônatas e seu escudeiro: “Subam até aqui e daremos uma lição em vocês”. Diante disso, Jônatas disse a seu escudeiro: “Siga-me; o SENHOR os entregou nas mãos de Israel”.
  • 13. Jônatas escalou o desfiladeiro, usando as mãos e os pés, e o escudeiro foi logo atrás. Jônatas os derrubava e seu escudeiro, logo atrás dele, os matava.
  • 14. Naquele primeiro ataque, Jônatas e seu escudeiro mataram cerca de vinte homens numa pequena área de terra.
  • 15. Então caiu terror sobre todo o exército, tanto sobre os que estavam no acampamento e no campo como sobre os que estavam nos destacamentos, e até mesmo nas tropas de ataque. O chão tremeu e houve um pânico terrível.
  • 16. As sentinelas de Saul em Gibeá de Benjamim viram o exército filisteu se dispersando, correndo em todas as direções.
  • 17. Então Saul disse aos seus soldados: “Contem os soldados e vejam quem está faltando”. Quando o fizeram, viram que Jônatas e seu escudeiro não estavam presentes.
  • 18. Saul ordenou a Aías: “Traga a arca de Deus”. Naquele tempo ela estava com os israelitas.
  • 19. Enquanto Saul falava com o sacerdote, o tumulto no acampamento filisteu ia crescendo cada vez mais. Então Saul disse ao sacerdote: “Não precisa trazer a arca”.
  • 20. Na mesma hora Saul e todos os soldados se reuniram e foram para a batalha. Encontraram os filisteus em total confusão, ferindo uns aos outros com suas espadas.
  • 21. Alguns hebreus que antes estavam do lado dos filisteus e que com eles tinham ido ao acampamento filisteu, passaram para o lado dos israelitas que estavam com Saul e Jônatas.
  • 22. Quando todos os israelitas que haviam se escondido nos montes de Efraim ouviram que os filisteus batiam em retirada, também entraram na batalha, perseguindo-os.
  • 23. Assim o SENHOR concedeu vitória a Israel naquele dia, e a batalha se espalhou para além de Bete-Áven.
  • 24. Os homens de Israel estavam exaustos naquele dia, pois Saul lhes havia imposto um juramento, dizendo: “Maldito seja todo o que comer antes do anoitecer, antes que eu tenha me vingado de meus inimigos!” Por isso ninguém tinha comido nada.
  • 25. O exército inteiro entrou num bosque, onde havia mel no chão.
  • 26. Eles viram o mel escorrendo, contudo ninguém comeu, pois temiam o juramento.
  • 27. Jônatas, porém, não sabia do juramento que seu pai havia imposto ao exército, de modo que estendeu a ponta da vara que tinha na mão e a molhou no favo de mel. Quando comeu, seus olhos brilharam.
  • 28. Então um dos soldados lhe disse: “Seu pai impôs ao exército um juramento severo, dizendo: ‘Maldito seja todo o que comer hoje!’ Por isso os homens estão exaustos”.
  • 29. Jônatas disse: “Meu pai trouxe desgraça para nós. Veja como meus olhos brilham desde que provei um pouco deste mel.
  • 30. Como teria sido bem melhor se os homens tivessem comido hoje um pouco do que tomaram dos seus inimigos. A matança de filisteus não teria sido ainda maior?”
  • 31. Naquele dia, depois de derrotarem os filisteus, desde Micmás até Aijalom, os israelitas estavam completamente exaustos.
  • 32. Eles então se lançaram sobre os despojos e pegaram ovelhas, bois e bezerros; mataram-nos ali mesmo e comeram a carne com o sangue.
  • 33. E alguém disse a Saul: “Veja, os soldados estão pecando contra o SENHOR, comendo carne com sangue”. Ele disse: “Vocês foram infiéis. Rolem uma grande pedra até aqui.
  • 34. Saiam entre os soldados e digam-lhes: Cada um traga a mim seu boi ou sua ovelha, abatam-nos e comam a carne aqui. Não pequem contra o SENHOR comendo carne com sangue”. Assim, cada um levou seu boi naquela noite e ali o abateu.
  • 35. Então, Saul edificou um altar para o SENHOR; foi a primeira vez que fez isso.
  • 36. Saul disse ainda: “Desçamos atrás dos filisteus à noite; vamos saqueá-los até o amanhecer e não deixemos vivo nem um só deles”. Eles responderam: “Faze o que achares melhor”. O sacerdote, porém, disse: “Consultemos aqui a Deus”.
  • 37. Então Saul perguntou a Deus: “Devo perseguir os filisteus? Tu os entregarás nas mãos de Israel?” Mas naquele dia Deus não lhe respondeu.
  • 38. Disse então Saul: “Venham cá, todos vocês que são líderes do exército, e descubramos que pecado foi cometido hoje.
  • 39. Juro pelo nome do SENHOR, o libertador de Israel; mesmo que seja meu filho Jônatas, ele morrerá”. Mas ninguém disse uma só palavra.
  • 40. A seguir disse Saul a todos os israelitas: “Fiquem vocês de um lado; eu e meu filho Jônatas ficaremos do outro”. E eles responderam: “Faze o que achares melhor”.
  • 41. E Saul orou ao SENHOR, ao Deus de Israel: “Dá-me a resposta certa”. A sorte caiu em Jônatas e Saul, e os soldados saíram livres.
  • 42. Saul disse: “Lancem sortes entre mim e meu filho Jônatas”. E Jônatas foi indicado.
  • 43. Então Saul disse a Jônatas: “Diga-me o que você fez”. E Jônatas lhe contou: “Eu provei um pouco de mel com a ponta de minha vara. Estou pronto para morrer”.
  • 44. Saul disse: “Que Deus me castigue com todo rigor, caso você não morra, Jônatas!”
  • 45. Os soldados, porém, disseram a Saul: “Será que Jônatas, que trouxe esta grande libertação para Israel, deve morrer? Nunca! Juramos pelo nome do SENHOR: Nem um só cabelo de sua cabeça cairá ao chão, pois o que ele fez hoje foi com o auxílio de Deus”. Então os homens resgataram Jônatas, e ele não foi morto.
  • 46. E Saul parou de perseguir os filisteus, e eles voltaram para a sua própria terra.
  • 47. Quando Saul assumiu o reinado sobre Israel, lutou contra os seus inimigos em redor: moabitas, amonitas, edomitas, os reis de Zobá e os filisteus. Para qualquer lado que fosse, infligia-lhes castigo.
  • 48. Lutou corajosamente e derrotou os amalequitas, libertando Israel das mãos daqueles que os saqueavam.
  • 49. Os filhos de Saul foram Jônatas, Isvi e Malquisua. O nome de sua filha mais velha era Merabe, e o da mais nova era Mical.
  • 50. Sua mulher chamava-se Ainoã e era filha de Aimaás. O nome do comandante do exército de Saul era Abner, filho de Ner, tio de Saul.
  • 51. Quis, pai de Saul, e Ner, pai de Abner, eram filhos de Abiel.
  • 52. Houve guerra acirrada contra os filisteus durante todo o reinado de Saul. Por isso, sempre que Saul conhecia um homem forte e corajoso, alistava-o no seu exército.
  • 1 Samuel 15

  • 1. Samuel disse a Saul: “Eu sou aquele a quem o SENHOR enviou para ungi-lo como rei de Israel, o povo dele; por isso escute agora a mensagem do SENHOR.
  • 2. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: ‘Castigarei os amalequitas pelo que fizeram a Israel, atacando-o quando saía do Egito.
  • 3. Agora vão, ataquem os amalequitas e consagrem ao SENHOR para destruição tudo o que lhes pertence. Não os poupem; matem homens, mulheres, crianças, recém-nascidos, bois, ovelhas, camelos e jumentos’ ”.
  • 4. Então convocou Saul os homens e os reuniu em Telaim: duzentos mil soldados de infantaria e dez mil homens de Judá.
  • 5. Saul foi à cidade de Amaleque e armou uma emboscada no vale.
  • 6. Depois disse aos queneus: “Retirem-se, saiam do meio dos amalequitas para que eu não os destrua com eles; pois vocês foram bondosos com os israelitas, quando eles estavam vindo do Egito”. Então os queneus saíram do meio dos amalequitas.
  • 7. E Saul atacou os amalequitas por todo o caminho, desde Havilá até Sur, a leste do Egito.
  • 8. Capturou vivo Agague, rei dos amalequitas, e exterminou o seu povo.
  • 9. Mas Saul e o exército pouparam Agague e o melhor das ovelhas e dos bois, os bezerros gordos e os cordeiros. Pouparam tudo o que era bom, mas tudo o que era desprezível e inútil destruíram por completo.
  • 10. Então o SENHOR falou a Samuel:
  • 11. “Arrependo-me de ter posto Saul como rei, pois ele me abandonou e não seguiu as minhas instruções”. Samuel ficou irado e clamou ao SENHOR toda aquela noite.
  • 12. De madrugada Samuel foi ao encontro de Saul, mas lhe disseram: “Saul foi para o Carmelo, onde ergueu um monumento em sua própria honra e depois foi para Gilgal”.
  • 13. Quando Samuel o encontrou, Saul disse: “O SENHOR te abençoe! Eu segui as instruções do SENHOR”.
  • 14. Samuel, porém, perguntou: “Então que balido de ovelhas é esse que ouço com meus próprios ouvidos? Que mugido de bois é esse que estou ouvindo?”
  • 15. Respondeu Saul: “Os soldados os trouxeram dos amalequitas; eles pouparam o melhor das ovelhas e dos bois para sacrificarem ao SENHOR, o teu Deus, mas destruímos totalmente o restante”.
  • 16. Samuel disse a Saul: “Fique quieto! Eu direi a você o que o SENHOR me falou esta noite”. Respondeu Saul: “Dize-me”.
  • 17. E Samuel disse: “Embora pequeno aos seus próprios olhos, você não se tornou o líder das tribos de Israel? O SENHOR o ungiu como rei sobre Israel
  • 18. e o enviou numa missão, ordenando: ‘Vá e destrua completamente aquele povo ímpio, os amalequitas; guerreie contra eles até que os tenha eliminado’.
  • 19. Por que você não obedeceu ao SENHOR? Por que se lançou sobre os despojos e fez o que o SENHOR reprova?”
  • 20. Disse Saul: “Mas eu obedeci ao SENHOR! Cumpri a missão que o SENHOR me designou. Trouxe Agague, o rei dos amalequitas, mas exterminei os amalequitas.
  • 21. Os soldados tomaram ovelhas e bois do despojo, o melhor do que estava consagrado a Deus para destruição, a fim de os sacrificarem ao SENHOR, o seu Deus, em Gilgal”.
  • 22. Samuel, porém, respondeu: “Acaso tem o SENHOR tanto prazer em holocaustos e em sacrifícios quanto em que se obedeça à sua palavra? A obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão é melhor do que a gordura de carneiros.
  • 23. Pois a rebeldia é como o pecado da feitiçaria; a arrogância, como o mal da idolatria. Assim como você rejeitou a palavra do SENHOR, ele o rejeitou como rei”.
  • 24. “Pequei”, disse Saul. “Violei a ordem do SENHOR e as instruções que tu me deste. Tive medo dos soldados e os atendi.
  • 25. Agora eu te imploro, perdoa o meu pecado e volta comigo, para que eu adore o SENHOR.”
  • 26. Samuel, contudo, lhe disse: “Não voltarei com você. Você rejeitou a palavra do SENHOR, e o SENHOR o rejeitou como rei de Israel!”
  • 27. Quando Samuel se virou para sair, Saul agarrou-se à barra do manto dele, e o manto se rasgou.
  • 28. E Samuel lhe disse: “O SENHOR rasgou de você, hoje, o reino de Israel, e o entregou a alguém que é melhor que você.
  • 29. Aquele que é a Glória de Israel não mente nem se arrepende, pois não é homem para se arrepender”.
  • 30. Saul repetiu: “Pequei. Agora, honra-me perante as autoridades do meu povo e perante Israel; volta comigo, para que eu possa adorar o SENHOR, o teu Deus”.
  • 31. E assim Samuel voltou com ele, e Saul adorou o SENHOR.
  • 32. Então Samuel disse: “Traga-me Agague, o rei dos amalequitas”. Agague veio confiante, pensando : “Com certeza já passou a amargura da morte”.
  • 33. Samuel, porém, disse: “Assim como a sua espada deixou mulheres sem filhos, também sua mãe, entre as mulheres, ficará sem o seu filho”. E Samuel despedaçou Agague perante o SENHOR, em Gilgal.
  • 34. Então Samuel partiu para Ramá, e Saul foi para a sua casa, em Gibeá de Saul.
  • 35. Nunca mais Samuel viu Saul, até o dia de sua morte, embora se entristecesse por causa dele porque o SENHOR se arrependera de ter estabelecido Saul como rei de Israel.

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