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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura do Antigo Testamento em 324 dias

Nova Versão Internacional: 117 de 324 dias.

    2 Reis 24

  • 1. Durante o reinado de Jeoaquim, Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o país, e Jeoaquim tornou-se seu vassalo por três anos. Então ele voltou atrás e rebelou-se contra Nabucodonosor.
  • 2. O SENHOR enviou contra ele tropas babilônicas , aramaicas, moabitas e amonitas para destruir Judá, de acordo com a palavra do SENHOR proclamada por seus servos, os profetas.
  • 3. Isso aconteceu a Judá conforme a ordem do SENHOR, a fim de removê-los da sua presença, por causa de todos os pecados que Manassés cometeu,
  • 4. inclusive o derramamento de sangue inocente. Pois ele havia enchido Jerusalém de sangue inocente, e o SENHOR não o quis perdoar.
  • 5. Os demais acontecimentos do reinado de Jeoaquim e todas as suas realizações estão escritos no livro dos registros históricos dos reis de Judá.
  • 6. Jeoaquim descansou com os seus antepassados. Seu filho Joaquim foi o seu sucessor.
  • 7. O rei do Egito não mais se atreveu a sair com seu exército de suas próprias fronteiras, pois o rei da Babilônia havia ocupado todo o território entre o ribeiro do Egito e o rio Eufrates, que antes pertencera ao Egito.
  • 8. Joaquim tinha dezoito anos de idade quando começou a reinar e reinou três meses em Jerusalém. O nome da sua mãe era Neusta, filha de Elnatã; ela era de Jerusalém.
  • 9. Ele fez o que o SENHOR reprova, tal como seu pai.
  • 10. Naquela ocasião os oficiais de Nabucodonosor, rei da Babilônia, avançaram até Jerusalém e a cercaram.
  • 11. Enquanto os seus oficiais a cercavam, o próprio Nabucodonosor veio à cidade.
  • 12. Então Joaquim, rei de Judá, sua mãe, seus conselheiros, seus nobres e seus oficiais se entregaram; todos se renderam a ele. No oitavo ano do reinado do rei da Babilônia, Nabucodonosor levou Joaquim como prisioneiro.
  • 13. Conforme o SENHOR tinha declarado, ele retirou todos os tesouros do templo do SENHOR e do palácio real, quebrando todos os utensílios de ouro que Salomão, rei de Israel, fizera para o templo do SENHOR.
  • 14. Levou para o exílio toda Jerusalém: todos os líderes e os homens de combate, todos os artesãos e artífices. Era um total de dez mil pessoas; só ficaram os mais pobres.
  • 15. Nabucodonosor levou prisioneiro Joaquim para a Babilônia. Também levou de Jerusalém para a Babilônia a mãe do rei, suas mulheres, seus oficiais e os líderes do país.
  • 16. O rei da Babilônia também deportou para a Babilônia toda a força de sete mil homens de combate, homens fortes e preparados para a guerra, e mil artífices e artesãos.
  • 17. Fez Matanias, tio de Joaquim, reinar em seu lugar, e mudou seu nome para Zedequias.
  • 18. Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar e reinou onze anos em Jerusalém. O nome de sua mãe era Hamutal, filha de Jeremias; ela era de Libna.
  • 19. Ele fez o que o SENHOR reprova, tal como fizera Jeoaquim.
  • 20. Por causa da ira do SENHOR tudo isso aconteceu a Jerusalém e a Judá; por fim ele os lançou para longe da sua presença. Ora, Zedequias rebelou-se contra o rei da Babilônia.
  • 2 Reis 25

  • 1. Então, no nono ano do reinado de Zedequias, no décimo dia do décimo mês, Nabucodonosor, rei da Babilônia, marchou contra Jerusalém com todo o seu exército. Ele acampou em frente da cidade e construiu rampas de ataque ao redor dela.
  • 2. A cidade foi mantida sob cerco até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
  • 3. No nono dia do quarto mês, a fome na cidade havia se tornado tão rigorosa que não havia nada para o povo comer.
  • 4. Então o muro da cidade foi rompido, e todos os soldados fugiram de noite pela porta entre os dois muros próximos ao jardim do rei, embora os babilônios estivessem em torno da cidade. Fugiram na direção da Arabá ,
  • 5. mas o exército babilônio perseguiu o rei e o alcançou nas planícies de Jericó. Todos os seus soldados o abandonaram,
  • 6. e ele foi capturado. Foi levado ao rei da Babilônia, em Ribla, onde pronunciaram a sentença contra ele.
  • 7. Executaram os filhos de Zedequias na sua frente, furaram os seus olhos, prenderam-no com algemas de bronze e o levaram para a Babilônia.
  • 8. No sétimo dia do quinto mês do décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nebuzaradã, comandante da guarda imperial, conselheiro do rei da Babilônia, foi a Jerusalém.
  • 9. Incendiou o templo do SENHOR, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e todos os edifícios importantes.
  • 10. Todo o exército babilônio que acompanhava Nebuzaradã derrubou os muros de Jerusalém.
  • 11. E ele levou para o exílio o povo que sobrou na cidade, os que passaram para o lado do rei da Babilônia e o restante da população.
  • 12. Mas o comandante deixou para trás alguns dos mais pobres do país, para trabalharem nas vinhas e nos campos.
  • 13. Os babilônios destruíram as colunas de bronze, os suportes e o tanque de bronze que estavam no templo do SENHOR e levaram o bronze para a Babilônia.
  • 14. Também levaram as panelas, as pás, os cortadores de pavio, as vasilhas e todos os utensílios de bronze utilizados no serviço do templo.
  • 15. O comandante da guarda imperial levou os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
  • 16. As duas colunas, o tanque e os suportes, que Salomão fizera para o templo do SENHOR, eram mais do que podia ser pesado.
  • 17. Cada coluna tinha oito metros e dez centímetros de altura. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor.
  • 18. O comandante da guarda levou como prisioneiros o sumo sacerdote Seraías, Sofonias, o segundo sacerdote, e os três guardas da porta.
  • 19. Dos que ainda estavam na cidade, ele levou o oficial responsável pelos homens de combate e cinco conselheiros reais. Também levou o secretário, principal líder responsável pelo alistamento militar no país, e sessenta homens do povo.
  • 20. O comandante Nebuzaradã levou todos ao rei da Babilônia, em Ribla.
  • 21. Lá, em Ribla, na terra de Hamate, o rei mandou executá-los. Assim Judá foi para o exílio, para longe da sua terra.
  • 22. Nabucodonosor, rei da Babilônia, nomeou Gedalias, filho de Aicam e neto de Safã, como governador do povo que havia sido deixado em Judá.
  • 23. Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho do netofatita Tanumete, e Jazanias, filho de um maacatita, todos os líderes do exército, souberam que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador, eles e os seus soldados foram falar com Gedalias em Mispá.
  • 24. Gedalias fez um juramento a esses líderes e a seus soldados, dizendo: “Não tenham medo dos oficiais babilônios. Estabeleçam-se nesta terra e sirvam o rei da Babilônia, e tudo lhes irá bem”.
  • 25. Mas, no sétimo mês, Ismael, filho de Netanias e neto de Elisama, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e os judeus e os babilônios que estavam com ele em Mispá.
  • 26. Então todo o povo, desde as crianças até os velhos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com medo dos babilônios.
  • 27. No trigésimo sétimo ano do exílio de Joaquim, rei de Judá, no ano em que Evil-Merodaque se tornou rei da Babilônia, ele tirou Joaquim da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.
  • 28. Ele o tratou com bondade e deu-lhe o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia.
  • 29. Assim, Joaquim deixou suas vestes de prisão e pelo resto de sua vida comeu à mesa do rei.
  • 30. E diariamente, enquanto viveu, Joaquim recebeu uma pensão do rei.

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