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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

Leitura do Antigo Testamento em 324 dias

Nova Versão Internacional: 106 de 324 dias.

    1 Reis 16

  • 1. Então a palavra do SENHOR contra Baasa veio a Jeú, filho de Hanani:
  • 2. “Eu o levantei do pó e o tornei líder de Israel, o meu povo, mas você andou nos caminhos de Jeroboão e fez o meu povo pecar e provocar a minha ira por causa dos pecados deles.
  • 3. Por isso estou na iminência de destruir Baasa e a sua família, fazendo a ela o que fiz à de Jeroboão, filho de Nebate.
  • 4. Cães comerão os da família de Baasa que morrerem na cidade, e as aves do céu se alimentarão dos que morrerem no campo”.
  • 5. Os demais acontecimentos do reinado de Baasa, seus atos e suas realizações estão escritos nos registros históricos dos reis de Israel.
  • 6. Baasa descansou com os seus antepassados e foi sepultado em Tirza. E seu filho Elá foi o seu sucessor.
  • 7. A palavra do SENHOR veio por meio do profeta Jeú, filho de Hanani, a Baasa e sua família, por terem feito o que o SENHOR reprova, provocando a sua ira, tornando-se como a família de Jeroboão—e também porque Baasa destruiu a família de Jeroboão.
  • 8. No vigésimo sexto ano do reinado de Asa, rei de Judá, Elá, filho de Baasa, tornou-se rei de Israel e reinou dois anos em Tirza.
  • 9. Zinri, um dos seus oficiais, que comandava metade dos seus carros de guerra, conspirou contra ele. Elá estava em Tirza naquela ocasião, embriagando-se na casa de Arsa, o encarregado do palácio de Tirza.
  • 10. Zinri entrou, feriu-o e matou-o, no vigésimo sétimo ano do reinado de Asa, rei de Judá. E foi o seu sucessor.
  • 11. Assim que começou a reinar, logo que se assentou no trono, eliminou toda a família de Baasa. Não poupou uma só pessoa do sexo masculino , fosse parente fosse amigo.
  • 12. Assim Zinri destruiu toda a família de Baasa, de acordo com a palavra do SENHOR que o profeta Jeú dissera contra Baasa,
  • 13. por causa de todos os pecados que este e seu filho Elá haviam cometido e levado Israel a cometer, pois, com os seus ídolos inúteis, provocaram a ira do SENHOR, o Deus de Israel.
  • 14. Os demais acontecimentos do reinado de Elá e tudo o que fez estão escritos nos registros históricos dos reis de Israel.
  • 15. No vigésimo sétimo ano do reinado de Asa, rei de Judá, Zinri reinou sete dias em Tirza. O exército estava acampado perto da cidade filisteia de Gibetom.
  • 16. Quando os acampados souberam que Zinri havia conspirado contra o rei e o tinha assassinado, no mesmo dia, ali no acampamento, proclamaram Onri, o comandante do exército, rei sobre Israel.
  • 17. Então Onri e todo o seu exército saíram de Gibetom e sitiaram Tirza.
  • 18. Quando Zinri viu que a cidade tinha sido tomada, entrou na cidadela do palácio real e incendiou o palácio em torno de si, e morreu.
  • 19. Tudo por causa dos pecados que ele havia cometido, fazendo o que o SENHOR reprova e andando nos caminhos de Jeroboão e no pecado que ele tinha cometido e levado Israel a cometer.
  • 20. Os demais acontecimentos do reinado de Zinri e a rebelião que liderou estão escritos nos registros históricos dos reis de Israel.
  • 21. Então o povo de Israel dividiu-se em duas facções: metade apoiava Tibni, filho de Ginate, para fazê-lo rei, e a outra metade apoiava Onri.
  • 22. Mas os seguidores de Onri revelaram-se mais fortes do que os de Tibni, filho de Ginate. E aconteceu que Tibni morreu e Onri tornou-se rei.
  • 23. No trigésimo primeiro ano do reinado de Asa, rei de Judá, Onri tornou-se rei de Israel e reinou doze anos, seis deles em Tirza.
  • 24. Por setenta quilos de prata ele comprou de Sêmer a colina de Samaria, onde construiu uma cidade, a qual chamou Samaria, por causa de Sêmer, o nome do antigo proprietário da colina.
  • 25. Onri, porém, fez o que o SENHOR reprova e pecou mais do que todos os que reinaram antes dele.
  • 26. Andou nos caminhos de Jeroboão, filho de Nebate, e no pecado que ele tinha levado Israel a cometer, e assim, com os seus ídolos inúteis, provocou a ira do SENHOR, o Deus de Israel.
  • 27. Os demais acontecimentos do reinado de Onri, seus atos e suas realizações, tudo está escrito nos registros históricos dos reis de Israel.
  • 28. Onri descansou com os seus antepassados e foi sepultado em Samaria. E seu filho Acabe foi o seu sucessor.
  • 29. No trigésimo oitavo ano do reinado de Asa, rei de Judá, Acabe, filho de Onri, tornou-se rei de Israel e reinou vinte e dois anos sobre Israel, em Samaria.
  • 30. Acabe, filho de Onri, fez o que o SENHOR reprova, mais do que qualquer outro antes dele.
  • 31. Ele não apenas achou que não tinha importância cometer os pecados de Jeroboão, filho de Nebate, mas também se casou com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios, e passou a prestar culto a Baal e a adorá-lo.
  • 32. No templo de Baal, que ele mesmo tinha construído em Samaria, Acabe ergueu um altar para Baal.
  • 33. Fez também um poste sagrado. Ele provocou a ira do SENHOR, o Deus de Israel, mais do que todos os reis de Israel antes dele.
  • 34. Durante o seu reinado, Hiel, de Betel, reconstruiu Jericó. Lançou os alicerces à custa da vida do seu filho mais velho, Abirão, e instalou as suas portas à custa da vida do seu filho mais novo, Segube, de acordo com a palavra que o SENHOR tinha falado por meio de Josué, filho de Num.
  • 1 Reis 17

  • 1. Ora, Elias, de Tisbe , em Gileade, disse a Acabe: “Juro pelo nome do SENHOR, o Deus de Israel, a quem sirvo, que não cairá orvalho nem chuva nos anos seguintes, exceto mediante a minha palavra”.
  • 2. Depois disso a palavra do SENHOR veio a Elias:
  • 3. “Saia daqui, vá para o leste e esconda-se perto do riacho de Querite, a leste do Jordão.
  • 4. Você beberá do riacho, e dei ordens aos corvos para o alimentarem lá”.
  • 5. E ele fez o que o SENHOR lhe tinha dito. Foi para o riacho de Querite, a leste do Jordão, e ficou lá.
  • 6. Os corvos lhe traziam pão e carne de manhã e de tarde, e ele bebia água do riacho.
  • 7. Algum tempo depois, o riacho secou-se por falta de chuva.
  • 8. Então a palavra do SENHOR veio a Elias:
  • 9. “Vá imediatamente para a cidade de Sarepta de Sidom e fique por lá. Ordenei a uma viúva daquele lugar que lhe forneça comida”.
  • 10. E ele foi. Quando chegou à porta da cidade, encontrou uma viúva que estava colhendo gravetos. Ele a chamou e perguntou: “Pode me trazer um pouco dʼágua numa jarra para eu beber?”
  • 11. Enquanto ela ia buscar água, ele gritou: “Por favor, traga também um pedaço de pão”.
  • 12. Mas ela respondeu: “Juro pelo nome do SENHOR, o teu Deus, que não tenho nenhum pedaço de pão; só um punhado de farinha num jarro e um pouco de azeite numa botija. Estou colhendo uns dois gravetos para levar para casa e preparar uma refeição para mim e para o meu filho, para que a comamos e depois morramos.”
  • 13. Elias, porém, lhe disse: “Não tenha medo. Vá para casa e faça o que eu disse. Mas primeiro faça um pequeno bolo com o que você tem e traga para mim, e depois faça algo para você e para o seu filho.
  • 14. Pois assim diz o SENHOR, o Deus de Israel: ‘A farinha na vasilha não se acabará e o azeite na botija não se secará até o dia em que o SENHOR fizer chover sobre a terra’ ”.
  • 15. Ela foi e fez conforme Elias lhe dissera. E aconteceu que a comida durou muito tempo, para Elias e para a mulher e sua família.
  • 16. Pois a farinha na vasilha não se acabou e o azeite na botija não se secou, conforme a palavra do SENHOR proferida por Elias.
  • 17. Algum tempo depois o filho da mulher, dona da casa, ficou doente, foi piorando e finalmente parou de respirar.
  • 18. E a mulher reclamou a Elias: “Que foi que eu te fiz, ó homem de Deus? Vieste para lembrar-me do meu pecado e matar o meu filho?”
  • 19. “Dê-me o seu filho”, respondeu Elias. Ele o apanhou dos braços dela, levou-o para o quarto de cima, onde estava hospedado, e o pôs na cama.
  • 20. Então clamou ao SENHOR: “Ó SENHOR, meu Deus, trouxeste também desgraça sobre esta viúva, com quem estou hospedado, fazendo morrer o seu filho?”
  • 21. Então ele se deitou sobre o menino três vezes e clamou ao SENHOR: “Ó SENHOR, meu Deus, faze voltar a vida a este menino!”
  • 22. O SENHOR ouviu o clamor de Elias, e a vida voltou ao menino, e ele viveu.
  • 23. Então Elias levou o menino para baixo, entregou-o à mãe e disse: “Veja, seu filho está vivo!”
  • 24. Então a mulher disse a Elias: “Agora sei que tu és um homem de Deus e que a palavra do SENHOR, vinda da tua boca, é a verdade”.
  • 1 Reis 18

  • 1. Depois de um longo tempo, no terceiro ano da seca, a palavra do SENHOR veio a Elias: “Vá apresentar-se a Acabe, pois enviarei chuva sobre a terra”.
  • 2. E Elias foi. Como a fome era grande em Samaria,
  • 3. Acabe convocou Obadias, o responsável por seu palácio, homem que temia muito o SENHOR.
  • 4. Jezabel estava exterminando os profetas do SENHOR. Por isso Obadias reuniu cem profetas e os escondeu em duas cavernas, cinquenta em cada uma, e lhes forneceu comida e água.
  • 5. Certa vez Acabe disse a Obadias: “Vamos a todas as fontes e vales do país. Talvez consigamos achar um pouco de capim para manter vivos os cavalos e as mulas e assim não será preciso matar nenhum animal”.
  • 6. Para isso dividiram o território que iam percorrer; Acabe foi numa direção e Obadias noutra.
  • 7. Quando Obadias estava a caminho, Elias o encontrou. Obadias o reconheceu, inclinou-se até o chão e perguntou: “És tu mesmo, meu senhor Elias?”
  • 8. “Sou”, respondeu Elias. “Vá dizer ao seu senhor: ‘Elias está aqui’.”
  • 9. “O que eu fiz de errado”, perguntou Obadias, “para que entregues o teu servo a Acabe para ser morto?
  • 10. Juro pelo nome do SENHOR, o teu Deus, que não há uma só nação ou reino aonde o rei, meu senhor, não enviou alguém para procurar por ti. E, sempre que uma nação ou reino afirmava que tu não estavas lá, ele os fazia jurar que não conseguiram encontrar-te.
  • 11. Mas agora me dizes para ir dizer ao meu senhor: ‘Elias está aqui’.
  • 12. Não sei para onde o Espírito do SENHOR poderá levar-te quando eu te deixar. Se eu for dizer isso a Acabe e ele não te encontrar, ele me matará. E eu, que sou teu servo, tenho adorado o SENHOR desde a minha juventude.
  • 13. Por acaso não ouviste, meu senhor, o que eu fiz enquanto Jezabel estava matando os profetas do SENHOR? Escondi cem dos profetas do SENHOR em duas cavernas, cinquenta em cada uma, e os abasteci de comida e água.
  • 14. E agora me dizes que vá dizer ao meu senhor: ‘Elias está aqui’. Ele vai me matar!”
  • 15. E disse Elias: “Juro pelo nome do SENHOR dos Exércitos, a quem eu sirvo, que hoje eu me apresentarei a Acabe”.
  • 16. Então Obadias dirigiu-se a Acabe, passou-lhe a informação, e Acabe foi ao encontro de Elias.
  • 17. Quando viu Elias, disse-lhe: “É você mesmo, perturbador de Israel?”
  • 18. “Não tenho perturbado Israel”, Elias respondeu. “Mas você e a família do seu pai têm. Vocês abandonaram os mandamentos do SENHOR e seguiram os baalins.
  • 19. Agora convoque todo o povo de Israel para encontrar-se comigo no monte Carmelo. E traga os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas de Aserá, que comem à mesa de Jezabel.”
  • 20. Acabe convocou então todo o Israel e reuniu os profetas no monte Carmelo.
  • 21. Elias dirigiu-se ao povo e disse: “Até quando vocês vão oscilar para um lado e para o outro? Se o SENHOR é Deus, sigam-no; mas, se Baal é Deus, sigam-no”. O povo, porém, nada respondeu.
  • 22. Disse então Elias: “Eu sou o único que restou dos profetas do SENHOR, mas Baal tem quatrocentos e cinquenta profetas.
  • 23. Tragam dois novilhos. Escolham eles um, cortem-no em pedaços e o ponham sobre a lenha, mas não acendam fogo. Eu prepararei o outro novilho e o colocarei sobre a lenha, e também não acenderei fogo nela.
  • 24. Então vocês invocarão o nome do seu deus, e eu invocarei o nome do SENHOR. O deus que responder por meio do fogo, esse é Deus”. Então todo o povo disse: “O que você disse é bom”.
  • 25. Elias disse aos profetas de Baal: “Escolham um dos novilhos e preparem-no primeiro, visto que vocês são tantos. Clamem pelo nome do seu deus, mas não acendam o fogo”.
  • 26. Então pegaram o novilho que lhes foi dado e o prepararam. E clamaram pelo nome de Baal desde a manhã até o meio-dia. “Ó Baal, responde-nos!”, gritavam. E dançavam em volta do altar que haviam feito. Mas não houve nenhuma resposta; ninguém respondeu.
  • 27. Ao meio-dia Elias começou a zombar deles. “Gritem mais alto!”, dizia, “já que ele é um deus. Quem sabe está meditando, ou ocupado, ou viajando. Talvez esteja dormindo e precise ser despertado.”
  • 28. Então passaram a gritar ainda mais alto e a ferir-se com espadas e lanças, de acordo com o costume deles, até sangrarem.
  • 29. Passou o meio-dia, e eles continuaram profetizando em transe até a hora do sacrifício da tarde. Mas não houve resposta alguma; ninguém respondeu, ninguém deu atenção.
  • 30. Então Elias disse a todo o povo: “Aproximem-se de mim”. O povo aproximou-se, e Elias reparou o altar do SENHOR, que estava em ruínas.
  • 31. Depois apanhou doze pedras, uma para cada tribo dos descendentes de Jacó, a quem a palavra do SENHOR tinha sido dirigida, dizendo-lhe: “Seu nome será Israel”.
  • 32. Com as pedras construiu um altar em honra ao nome do SENHOR e cavou ao redor do altar uma valeta na qual poderiam ser semeadas duas medidas de sementes.
  • 33. Depois arrumou a lenha, cortou o novilho em pedaços e o pôs sobre a lenha. Então lhes disse: “Encham de água quatro jarras grandes e derramem-na sobre o holocausto e sobre a lenha”.
  • 34. “Façam-no novamente”, disse, e eles o fizeram de novo. “Façam-no pela terceira vez”, ordenou, e eles o fizeram pela terceira vez.
  • 35. A água escorria do altar, chegando a encher a valeta.
  • 36. À hora do sacrifício, o profeta Elias colocou-se à frente do altar e orou: “Ó SENHOR, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, que hoje fique conhecido que tu és Deus em Israel e que sou o teu servo e que fiz todas estas coisas por ordem tua.
  • 37. Responde-me, ó SENHOR, responde-me, para que este povo saiba que tu, ó SENHOR, és Deus e que fazes o coração deles voltar para ti”.
  • 38. Então o fogo do SENHOR caiu e queimou completamente o holocausto, a lenha, as pedras e o chão, e também secou totalmente a água na valeta.
  • 39. Quando o povo viu isso, todos caíram prostrados e gritaram: “O SENHOR é Deus! O SENHOR é Deus!”
  • 40. Então Elias ordenou-lhes: “Prendam os profetas de Baal. Não deixem nenhum escapar!” Eles os prenderam, e Elias os fez descer ao riacho de Quisom e lá os matou.
  • 41. E Elias disse a Acabe: “Vá comer e beber, pois já ouço o barulho de chuva pesada”.
  • 42. Então Acabe foi comer e beber, mas Elias subiu até o alto do Carmelo, dobrou-se até o chão e pôs o rosto entre os joelhos.
  • 43. “Vá e olhe na direção do mar”, disse ao seu servo. E ele foi e olhou. “Não há nada lá”, disse ele. Sete vezes Elias mandou: “Volte para ver”.
  • 44. Na sétima vez o servo disse: “Uma nuvem tão pequena quanto a mão de um homem está se levantando do mar”. Então Elias disse: “Vá dizer a Acabe: Prepare o seu carro e desça, antes que a chuva o impeça”.
  • 45. Enquanto isso, nuvens escuras apareceram no céu, começou a ventar e a chover forte, e Acabe partiu de carro para Jezreel.
  • 46. O poder do SENHOR veio sobre Elias, e ele, prendendo a capa com o cinto, correu à frente de Acabe por todo o caminho até Jezreel.

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