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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Êxodo 40

  • 1. Depois, disse o SENHOR a Moisés:
  • 2. No primeiro dia do primeiro mês, levantarás o tabernáculo da tenda da congregação.
  • 3. Porás, nele, a arca do Testemunho e a cobrirás com o véu.
  • 4. Meterás, nele, a mesa e porás por ordem as coisas que estão sobre ela; também meterás, nele, o candelabro e acenderás as suas lâmpadas.
  • 5. Porás o altar de ouro para o incenso diante da arca do Testemunho e pendurarás o reposteiro da porta do tabernáculo.
  • 6. Porás o altar do holocausto diante da porta do tabernáculo da tenda da congregação.
  • 7. Porás a bacia entre a tenda da congregação e o altar e a encherás de água.
  • 8. Depois, porás o átrio ao redor e pendurarás o reposteiro à porta do átrio.
  • 9. E tomarás o óleo da unção, e ungirás o tabernáculo e tudo o que nele está, e o consagrarás com todos os seus pertences; e será santo.
  • 10. Ungirás também o altar do holocausto e todos os seus utensílios e consagrarás o altar; e o altar se tornará santíssimo.
  • 11. Então, ungirás a bacia e o seu suporte e a consagrarás.
  • 12. Farás também chegar Arão e seus filhos à porta da tenda da congregação e os lavarás com água.
  • 13. Vestirás Arão das vestes sagradas, e o ungirás, e o consagrarás para que me oficie como sacerdote.
  • 14. Também farás chegar seus filhos, e lhes vestirás as túnicas,
  • 15. e os ungirás como ungiste seu pai, para que me oficiem como sacerdotes; sua unção lhes será por sacerdócio perpétuo durante as suas gerações.
  • 16. E tudo fez Moisés segundo o SENHOR lhe havia ordenado; assim o fez.
  • 17. No primeiro mês do segundo ano, no primeiro dia do mês, se levantou o tabernáculo.
  • 18. Moisés levantou o tabernáculo, e pôs as suas bases, e armou as suas tábuas, e meteu, nele, as suas vergas, e levantou as suas colunas;
  • 19. estendeu a tenda sobre o tabernáculo e pôs a coberta da tenda por cima, segundo o SENHOR ordenara a Moisés.
  • 20. Tomou o Testemunho, e o pôs na arca, e meteu os varais na arca, e pôs o propiciatório em cima da arca.
  • 21. Introduziu a arca no tabernáculo, e pendurou o véu do reposteiro, e com ele cobriu a arca do Testemunho, segundo o SENHOR ordenara a Moisés.
  • 22. Pôs também a mesa na tenda da congregação, ao lado do tabernáculo, para o norte, fora do véu,
  • 23. e sobre ela pôs em ordem os pães da proposição perante o SENHOR, segundo o SENHOR ordenara a Moisés.
  • 24. Pôs também, na tenda da congregação, o candelabro defronte da mesa, ao lado do tabernáculo, para o sul,
  • 25. e preparou as lâmpadas perante o SENHOR, segundo o SENHOR ordenara a Moisés.
  • 26. Pôs o altar de ouro na tenda da congregação, diante do véu,
  • 27. e acendeu sobre ele o incenso aromático, segundo o SENHOR ordenara a Moisés.
  • 28. Pendurou também o reposteiro da porta do tabernáculo,
  • 29. pôs o altar do holocausto à porta do tabernáculo da tenda da congregação e ofereceu sobre ele holocausto e oferta de cereais, segundo o SENHOR ordenara a Moisés.
  • 30. Pôs a bacia entre a tenda da congregação e o altar e a encheu de água, para se lavar.
  • 31. Nela, Moisés, Arão e seus filhos lavavam as mãos e os pés,
  • 32. quando entravam na tenda da congregação e quando se chegavam ao altar, segundo o SENHOR ordenara a Moisés.
  • 33. Levantou também o átrio ao redor do tabernáculo e do altar e pendurou o reposteiro da porta do átrio. Assim Moisés acabou a obra.
  • 34. Então, a nuvem cobriu a tenda da congregação, e a glória do SENHOR encheu o tabernáculo.
  • 35. Moisés não podia entrar na tenda da congregação, porque a nuvem permanecia sobre ela, e a glória do SENHOR enchia o tabernáculo.
  • 36. Quando a nuvem se levantava de sobre o tabernáculo, os filhos de Israel caminhavam avante, em todas as suas jornadas;
  • 37. se a nuvem, porém, não se levantava, não caminhavam, até ao dia em que ela se levantava.
  • 38. De dia, a nuvem do SENHOR repousava sobre o tabernáculo, e, de noite, havia fogo nela, à vista de toda a casa de Israel, em todas as suas jornadas.
  • João 20

  • 1. No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida.
  • 2. Então, correu e foi ter com Simão Pedro e com o outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Tiraram do sepulcro o Senhor, e não sabemos onde o puseram.
  • 3. Saiu, pois, Pedro e o outro discípulo e foram ao sepulcro.
  • 4. Ambos corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro;
  • 5. e, abaixando-se, viu os lençóis de linho; todavia, não entrou.
  • 6. Então, Simão Pedro, seguindo-o, chegou e entrou no sepulcro. Ele também viu os lençóis,
  • 7. e o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, e que não estava com os lençóis, mas deixado num lugar à parte.
  • 8. Então, entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu.
  • 9. Pois ainda não tinham compreendido a Escritura, que era necessário ressuscitar ele dentre os mortos.
  • 10. E voltaram os discípulos outra vez para casa.
  • 11. Maria, entretanto, permanecia junto à entrada do túmulo, chorando. Enquanto chorava, abaixou-se, e olhou para dentro do túmulo,
  • 12. e viu dois anjos vestidos de branco, sentados onde o corpo de Jesus fora posto, um à cabeceira e outro aos pés.
  • 13. Então, eles lhe perguntaram: Mulher, por que choras? Ela lhes respondeu: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram.
  • 14. Tendo dito isto, voltou-se para trás e viu Jesus em pé, mas não reconheceu que era Jesus.
  • 15. Perguntou-lhe Jesus: Mulher, por que choras? A quem procuras? Ela, supondo ser ele o jardineiro, respondeu: Senhor, se tu o tiraste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei.
  • 16. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, lhe disse, em hebraico: Raboni (que quer dizer Mestre)!
  • 17. Recomendou-lhe Jesus: Não me detenhas; porque ainda não subi para meu Pai, mas vai ter com os meus irmãos e dize-lhes: Subo para meu Pai e vosso Pai, para meu Deus e vosso Deus.
  • 18. Então, saiu Maria Madalena anunciando aos discípulos: Vi o Senhor! E contava que ele lhe dissera estas coisas.
  • 19. Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!
  • 20. E, dizendo isto, lhes mostrou as mãos e o lado. Alegraram-se, portanto, os discípulos ao verem o Senhor.
  • 21. Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio.
  • 22. E, havendo dito isto, soprou sobre eles e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo.
  • 23. Se de alguns perdoardes os pecados, são-lhes perdoados; se lhos retiverdes, são retidos.
  • 24. Ora, Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus.
  • 25. Disseram-lhe, então, os outros discípulos: Vimos o Senhor. Mas ele respondeu: Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei.
  • 26. Passados oito dias, estavam outra vez ali reunidos os seus discípulos, e Tomé, com eles. Estando as portas trancadas, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!
  • 27. E logo disse a Tomé: Põe aqui o dedo e vê as minhas mãos; chega também a mão e põe-na no meu lado; não sejas incrédulo, mas crente.
  • 28. Respondeu-lhe Tomé: Senhor meu e Deus meu!
  • 29. Disse-lhe Jesus: Porque me viste, creste? Bem-aventurados os que não viram e creram.
  • 30. Na verdade, fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro.
  • 31. Estes, porém, foram registrados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.
  • Provérbios 17

  • 1. Melhor é um bocado seco e tranquilidade do que a casa farta de carnes e contendas.
  • 2. O escravo prudente dominará sobre o filho que causa vergonha e, entre os irmãos, terá parte na herança.
  • 3. O crisol prova a prata, e o forno, o ouro; mas aos corações prova o SENHOR.
  • 4. O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna.
  • 5. O que escarnece do pobre insulta ao que o criou; o que se alegra da calamidade não ficará impune.
  • 6. Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais.
  • 7. Ao insensato não convém a palavra excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso!
  • 8. Pedra mágica é o suborno aos olhos de quem o dá, e para onde quer que se volte terá seu proveito.
  • 9. O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos.
  • 10. Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato.
  • 11. O rebelde não busca senão o mal; por isso, mensageiro cruel se enviará contra ele.
  • 12. Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia.
  • 13. Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa.
  • 14. Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas.
  • 15. O que justifica o perverso e o que condena o justo abomináveis são para o SENHOR, tanto um como o outro.
  • 16. De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento?
  • 17. Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.
  • 18. O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador do seu próximo.
  • 19. O que ama a contenda ama o pecado; o que faz alta a sua porta facilita a própria queda.
  • 20. O perverso de coração jamais achará o bem; e o que tem a língua dobre vem a cair no mal.
  • 21. O filho estulto é tristeza para o pai, e o pai do insensato não se alegra.
  • 22. O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos.
  • 23. O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça.
  • 24. A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra.
  • 25. O filho insensato é tristeza para o pai e amargura para quem o deu à luz.
  • 26. Não é bom punir ao justo; é contra todo direito ferir ao príncipe.
  • 27. Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência.
  • 28. Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.

Almeida Revista e Atualizada

84 | 85 | 86 | 87 | 88 | Dia 89 | 90 | 91 | 92 | 93 | 94 |


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