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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Gênesis 47

  • 1. Então, veio José e disse a Faraó: Meu pai e meus irmãos, com os seus rebanhos e o seu gado, com tudo o que têm, chegaram da terra de Canaã; e eis que estão na terra de Gósen.
  • 2. E tomou cinco dos seus irmãos e os apresentou a Faraó.
  • 3. Então, perguntou Faraó aos irmãos de José: Qual é o vosso trabalho? Eles responderam: Os teus servos somos pastores de rebanho, tanto nós como nossos pais.
  • 4. Disseram mais a Faraó: Viemos para habitar nesta terra; porque não há pasto para o rebanho de teus servos, pois a fome é severa na terra de Canaã; agora, pois, te rogamos permitas habitem os teus servos na terra de Gósen.
  • 5. Então, disse Faraó a José: Teu pai e teus irmãos vieram a ti.
  • 6. A terra do Egito está perante ti; no melhor da terra faze habitar teu pai e teus irmãos; habitem na terra de Gósen. Se sabes haver entre eles homens capazes, põe-nos por chefes do gado que me pertence.
  • 7. Trouxe José a Jacó, seu pai, e o apresentou a Faraó; e Jacó abençoou a Faraó.
  • 8. Perguntou Faraó a Jacó: Quantos são os dias dos anos da tua vida?
  • 9. Jacó lhe respondeu: Os dias dos anos das minhas peregrinações são cento e trinta anos; poucos e maus foram os dias dos anos da minha vida e não chegaram aos dias dos anos da vida de meus pais, nos dias das suas peregrinações.
  • 10. E, tendo Jacó abençoado a Faraó, saiu de sua presença.
  • 11. Então, José estabeleceu a seu pai e a seus irmãos e lhes deu possessão na terra do Egito, no melhor da terra, na terra de Ramessés, como Faraó ordenara.
  • 12. E José sustentou de pão a seu pai, a seus irmãos e a toda a casa de seu pai, segundo o número de seus filhos.
  • 13. Não havia pão em toda a terra, porque a fome era mui severa; de maneira que desfalecia o povo do Egito e o povo de Canaã por causa da fome.
  • 14. Então, José arrecadou todo o dinheiro que se achou na terra do Egito e na terra de Canaã, pelo cereal que compravam, e o recolheu à casa de Faraó.
  • 15. Tendo-se acabado, pois, o dinheiro, na terra do Egito e na terra de Canaã, foram todos os egípcios a José e disseram: Dá-nos pão; por que haveremos de morrer em tua presença? Porquanto o dinheiro nos falta.
  • 16. Respondeu José: Se vos falta o dinheiro, trazei o vosso gado; em troca do vosso gado eu vos suprirei.
  • 17. Então, trouxeram o seu gado a José; e José lhes deu pão em troca de cavalos, de rebanhos, de gado e de jumentos; e os sustentou de pão aquele ano em troca do seu gado.
  • 18. Findo aquele ano, foram a José no ano próximo e lhe disseram: Não ocultaremos a meu senhor que se acabou totalmente o dinheiro; e meu senhor já possui os animais; nada mais nos resta diante de meu senhor, senão o nosso corpo e a nossa terra.
  • 19. Por que haveremos de perecer diante dos teus olhos, tanto nós como a nossa terra? Compra-nos a nós e a nossa terra a troco de pão, e nós e a nossa terra seremos escravos de Faraó; dá-nos semente para que vivamos e não morramos, e a terra não fique deserta.
  • 20. Assim, comprou José toda a terra do Egito para Faraó, porque os egípcios venderam cada um o seu campo, porquanto a fome era extrema sobre eles; e a terra passou a ser de Faraó.
  • 21. Quanto ao povo, ele o escravizou de uma a outra extremidade da terra do Egito.
  • 22. Somente a terra dos sacerdotes não a comprou ele; pois os sacerdotes tinham porção de Faraó e eles comiam a sua porção que Faraó lhes tinha dado; por isso, não venderam a sua terra.
  • 23. Então, disse José ao povo: Eis que hoje vos comprei a vós outros e a vossa terra para Faraó; aí tendes sementes, semeai a terra.
  • 24. Das colheitas dareis o quinto a Faraó, e as quatro partes serão vossas, para semente do campo, e para o vosso mantimento e dos que estão em vossas casas, e para que comam as vossas crianças.
  • 25. Responderam eles: A vida nos tens dado! Achemos mercê perante meu senhor e seremos escravos de Faraó.
  • 26. E José estabeleceu por lei até ao dia de hoje que, na terra do Egito, tirasse Faraó o quinto; só a terra dos sacerdotes não ficou sendo de Faraó.
  • 27. Assim, habitou Israel na terra do Egito, na terra de Gósen; nela tomaram possessão, e foram fecundos, e muito se multiplicaram.
  • 28. Jacó viveu na terra do Egito dezessete anos; de sorte que os dias de Jacó, os anos da sua vida, foram cento e quarenta e sete.
  • 29. Aproximando-se, pois, o tempo da morte de Israel, chamou a José, seu filho, e lhe disse: Se agora achei mercê à tua presença, rogo-te que ponhas a mão debaixo da minha coxa e uses comigo de beneficência e de verdade; rogo-te que me não enterres no Egito,
  • 30. porém que eu jaza com meus pais; por isso, me levarás do Egito e me enterrarás no lugar da sepultura deles. Respondeu José: Farei segundo a tua palavra.
  • 31. Então, lhe disse Jacó: Jura-me. E ele jurou-lhe; e Israel se inclinou sobre a cabeceira da cama.
  • Lucas 2

  • 1. Naqueles dias, foi publicado um decreto de César Augusto, convocando toda a população do império para recensear-se.
  • 2. Este, o primeiro recenseamento, foi feito quando Quirino era governador da Síria.
  • 3. Todos iam alistar-se, cada um à sua própria cidade.
  • 4. José também subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, para a Judeia, à cidade de Davi, chamada Belém, por ser ele da casa e família de Davi,
  • 5. a fim de alistar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida.
  • 6. Estando eles ali, aconteceu completarem-se-lhe os dias,
  • 7. e ela deu à luz o seu filho primogênito, enfaixou-o e o deitou numa manjedoura, porque não havia lugar para eles na hospedaria.
  • 8. Havia, naquela mesma região, pastores que viviam nos campos e guardavam o seu rebanho durante as vigílias da noite.
  • 9. E um anjo do Senhor desceu aonde eles estavam, e a glória do Senhor brilhou ao redor deles; e ficaram tomados de grande temor.
  • 10. O anjo, porém, lhes disse: Não temais; eis aqui vos trago boa-nova de grande alegria, que o será para todo o povo:
  • 11. é que hoje vos nasceu, na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo, o Senhor.
  • 12. E isto vos servirá de sinal: encontrareis uma criança envolta em faixas e deitada em manjedoura.
  • 13. E, subitamente, apareceu com o anjo uma multidão da milícia celestial, louvando a Deus e dizendo:
  • 14. Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem.
  • 15. E, ausentando-se deles os anjos para o céu, diziam os pastores uns aos outros: Vamos até Belém e vejamos os acontecimentos que o Senhor nos deu a conhecer.
  • 16. Foram apressadamente e acharam Maria e José e a criança deitada na manjedoura.
  • 17. E, vendo-o, divulgaram o que lhes tinha sido dito a respeito deste menino.
  • 18. Todos os que ouviram se admiraram das coisas referidas pelos pastores.
  • 19. Maria, porém, guardava todas estas palavras, meditando-as no coração.
  • 20. Voltaram, então, os pastores glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, como lhes fora anunciado.
  • 21. Completados oito dias para ser circuncidado o menino, deram-lhe o nome de JESUS, como lhe chamara o anjo, antes de ser concebido.
  • 22. Passados os dias da purificação deles segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor,
  • 23. conforme o que está escrito na Lei do Senhor: Todo primogênito ao Senhor será consagrado;
  • 24. e para oferecer um sacrifício, segundo o que está escrito na referida Lei: Um par de rolas ou dois pombinhos.
  • 25. Havia em Jerusalém um homem chamado Simeão; homem este justo e piedoso que esperava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre ele.
  • 26. Revelara-lhe o Espírito Santo que não passaria pela morte antes de ver o Cristo do Senhor.
  • 27. Movido pelo Espírito, foi ao templo; e, quando os pais trouxeram o menino Jesus para fazerem com ele o que a Lei ordenava,
  • 28. Simeão o tomou nos braços e louvou a Deus, dizendo:
  • 29. Agora, Senhor, podes despedir em paz o teu servo, segundo a tua palavra;
  • 30. porque os meus olhos já viram a tua salvação,
  • 31. a qual preparaste diante de todos os povos:
  • 32. luz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel.
  • 33. E estavam o pai e a mãe do menino admirados do que dele se dizia.
  • 34. Simeão os abençoou e disse a Maria, mãe do menino: Eis que este menino está destinado tanto para ruína como para levantamento de muitos em Israel e para ser alvo de contradição
  • 35. (também uma espada traspassará a tua própria alma), para que se manifestem os pensamentos de muitos corações.
  • 36. Havia uma profetisa, chamada Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser, avançada em dias, que vivera com seu marido sete anos desde que se casara
  • 37. e que era viúva de oitenta e quatro anos. Esta não deixava o templo, mas adorava noite e dia em jejuns e orações.
  • 38. E, chegando naquela hora, dava graças a Deus e falava a respeito do menino a todos os que esperavam a redenção de Jerusalém.
  • 39. Cumpridas todas as ordenanças segundo a Lei do Senhor, voltaram para a Galileia, para a sua cidade de Nazaré.
  • 40. Crescia o menino e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele.
  • 41. Ora, anualmente iam seus pais a Jerusalém, para a Festa da Páscoa.
  • 42. Quando ele atingiu os doze anos, subiram a Jerusalém, segundo o costume da festa.
  • 43. Terminados os dias da festa, ao regressarem, permaneceu o menino Jesus em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem.
  • 44. Pensando, porém, estar ele entre os companheiros de viagem, foram caminho de um dia e, então, passaram a procurá-lo entre os parentes e os conhecidos;
  • 45. e, não o tendo encontrado, voltaram a Jerusalém à sua procura.
  • 46. Três dias depois, o acharam no templo, assentado no meio dos doutores, ouvindo-os e interrogando-os.
  • 47. E todos os que o ouviam muito se admiravam da sua inteligência e das suas respostas.
  • 48. Logo que seus pais o viram, ficaram maravilhados; e sua mãe lhe disse: Filho, por que fizeste assim conosco? Teu pai e eu, aflitos, estamos à tua procura.
  • 49. Ele lhes respondeu: Por que me procuráveis? Não sabíeis que me cumpria estar na casa de meu Pai?
  • 50. Não compreenderam, porém, as palavras que lhes dissera.
  • 51. E desceu com eles para Nazaré; e era-lhes submisso. Sua mãe, porém, guardava todas estas coisas no coração.
  • 52. E crescia Jesus em sabedoria, estatura e graça, diante de Deus e dos homens.
  • Jó 14

  • 1. O homem, nascido de mulher, vive breve tempo, cheio de inquietação.
  • 2. Nasce como a flor e murcha; foge como a sombra e não permanece;
  • 3. e sobre tal homem abres os olhos e o fazes entrar em juízo contigo?
  • 4. Quem da imundícia poderá tirar coisa pura? Ninguém!
  • 5. Visto que os seus dias estão contados, contigo está o número dos seus meses; tu ao homem puseste limites além dos quais não passará.
  • 6. Desvia dele os olhares, para que tenha repouso, até que, como o jornaleiro, tenha prazer no seu dia.
  • 7. Porque há esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos.
  • 8. Se envelhecer na terra a sua raiz, e no chão morrer o seu tronco,
  • 9. ao cheiro das águas brotará e dará ramos como a planta nova.
  • 10. O homem, porém, morre e fica prostrado; expira o homem e onde está?
  • 11. Como as águas do lago se evaporam, e o rio se esgota e seca,
  • 12. assim o homem se deita e não se levanta; enquanto existirem os céus, não acordará, nem será despertado do seu sono.
  • 13. Que me encobrisses na sepultura e me ocultasses até que a tua ira se fosse, e me pusesses um prazo e depois te lembrasses de mim!
  • 14. Morrendo o homem, porventura tornará a viver? Todos os dias da minha luta esperaria, até que eu fosse substituído.
  • 15. Chamar-me-ias, e eu te responderia; terias saudades da obra de tuas mãos;
  • 16. e até contarias os meus passos e não levarias em conta os meus pecados.
  • 17. A minha transgressão estaria selada num saco, e terias encoberto as minhas iniquidades.
  • 18. Como o monte que se esboroa e se desfaz, e a rocha que se remove do seu lugar,
  • 19. como as águas gastam as pedras, e as cheias arrebatam o pó da terra, assim destróis a esperança do homem.
  • 20. Tu prevaleces para sempre contra ele, e ele passa, mudas-lhe o semblante e o despedes para o além.
  • 21. Os seus filhos recebem honras, e ele o não sabe; são humilhados, e ele o não percebe.
  • 22. Ele sente as dores apenas de seu próprio corpo, e só a seu respeito sofre a sua alma.

Almeida Revista e Atualizada

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