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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    2 Crônicas 35

  • 1. Josias celebrou a Páscoa ao SENHOR, em Jerusalém; e mataram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do primeiro mês.
  • 2. Estabeleceu os sacerdotes nos seus cargos e os animou a servirem na Casa do SENHOR.
  • 3. Disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao SENHOR: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; já não tereis esta carga aos ombros; servi, pois, ao SENHOR, vosso Deus, e ao seu povo de Israel.
  • 4. Preparai-vos segundo as vossas famílias, segundo os vossos turnos, segundo a prescrição de Davi, rei de Israel, e a de Salomão, seu filho.
  • 5. Ministrai no santuário segundo os grupos das famílias de vossos irmãos, os filhos do povo; e haja, para cada grupo, uma parte das famílias dos levitas.
  • 6. Imolai o cordeiro da Páscoa; e santificai-vos e preparai-o para vossos irmãos, fazendo segundo a palavra do SENHOR, dada por intermédio de Moisés.
  • 7. Ofereceu Josias a todo o povo cordeiros e cabritos do rebanho, todos para os sacrifícios da Páscoa, em número de trinta mil, por todos que se achavam ali; e, de bois, três mil; tudo isto era da fazenda do rei.
  • 8. Também fizeram os seus príncipes ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos levitas; Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes da Casa de Deus, deram aos sacerdotes, para os sacrifícios da Páscoa, dois mil e seiscentos cordeiros e cabritos e trezentos bois.
  • 9. Conanias, Semaías e Natanael, seus irmãos, como também Hasabias, Jeiel e Jozabade, chefes dos levitas, apresentaram aos levitas, para os sacrifícios da Páscoa, cinco mil cordeiros e cabritos e quinhentos bois.
  • 10. Assim, se preparou o serviço, e puseram-se os sacerdotes nos seus lugares e também os levitas, pelos seus turnos, segundo o mandado do rei.
  • 11. Então, imolaram o cordeiro da Páscoa; e os sacerdotes aspergiam o sangue recebido das mãos dos levitas que esfolavam as reses.
  • 12. Puseram de parte o que era para os holocaustos e o deram ao povo, segundo os grupos das famílias, para que estes o oferecessem ao SENHOR, como está escrito no Livro de Moisés; e assim fizeram com os bois.
  • 13. Assaram o cordeiro da Páscoa no fogo, segundo o rito; as ofertas sagradas cozeram em panelas, em caldeirões e em assadeiras; e os levitas as repartiram entre todo o povo.
  • 14. Depois, as prepararam para si e para os sacerdotes; porque os sacerdotes, filhos de Arão, se ocuparam, até à noite, com o sacrifício dos holocaustos e da gordura; por isso é que os levitas prepararam para si e para os sacerdotes, filhos de Arão.
  • 15. Os cantores, filhos de Asafe, estavam nos seus lugares, segundo o mandado de Davi, e de Asafe, e de Hemã, e de Jedutum, vidente do rei, como também os porteiros, a cada porta; não necessitaram de se desviarem do seu ministério; porquanto seus irmãos, os levitas, preparavam o necessário para eles.
  • 16. Assim, se estabeleceu todo o serviço do SENHOR, naquele dia, para celebrar a Páscoa e oferecer holocaustos sobre o altar do SENHOR, segundo o mandado do rei Josias.
  • 17. Os filhos de Israel que se acharam presentes celebraram a Páscoa naquele tempo e a Festa dos Pães Asmos, por sete dias.
  • 18. Nunca, pois, se celebrou tal Páscoa em Israel, desde os dias do profeta Samuel; e nenhum dos reis de Israel celebrou tal Páscoa, como a que celebrou Josias com os sacerdotes e levitas, e todo o Judá e Israel, que se acharam ali, e os habitantes de Jerusalém.
  • 19. No décimo oitavo ano do reinado de Josias, se celebrou esta Páscoa.
  • 20. Depois de tudo isto, havendo Josias já restaurado o templo, subiu Neco, rei do Egito, para guerrear contra Carquemis, junto ao Eufrates. Josias saiu de encontro a ele.
  • 21. Então, Neco lhe mandou mensageiros, dizendo: Que tenho eu contigo, rei de Judá? Não vou contra ti hoje, mas contra a casa que me faz guerra; e disse Deus que me apressasse; cuida de não te opores a Deus, que é comigo, para que ele não te destrua.
  • 22. Porém Josias não tornou atrás; antes, se disfarçou para pelejar contra ele e, não dando ouvidos às palavras que Neco lhe falara da parte de Deus, saiu a pelejar no vale de Megido.
  • 23. Os flecheiros atiraram contra o rei Josias; então, o rei disse a seus servos: Tirai-me daqui, porque estou gravemente ferido.
  • 24. Seus servos o tiraram do carro, levaram-no para o segundo carro que tinha e o transportaram a Jerusalém; ele morreu, e o sepultaram nos sepulcros de seus pais. Todo o Judá e Jerusalém prantearam Josias.
  • 25. Jeremias compôs uma lamentação sobre Josias; e todos os cantores e cantoras, nas suas lamentações, se têm referido a Josias, até ao dia de hoje; porque as deram por prática em Israel, e estão escritas no Livro de Lamentações.
  • 26. Quanto aos atos de Josias e às suas beneficências, segundo está escrito na Lei do SENHOR,
  • 27. e aos mais atos, tanto os primeiros como os últimos, eis que estão escritos no Livro da História dos Reis de Israel e de Judá.
  • Apocalipse 21

  • 1. Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe.
  • 2. Vi também a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus, ataviada como noiva adornada para o seu esposo.
  • 3. Então, ouvi grande voz vinda do trono, dizendo: Eis o tabernáculo de Deus com os homens. Deus habitará com eles. Eles serão povos de Deus, e Deus mesmo estará com eles.
  • 4. E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram.
  • 5. E aquele que está assentado no trono disse: Eis que faço novas todas as coisas. E acrescentou: Escreve, porque estas palavras são fiéis e verdadeiras.
  • 6. Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Ômega, o Princípio e o Fim. Eu, a quem tem sede, darei de graça da fonte da água da vida.
  • 7. O vencedor herdará estas coisas, e eu lhe serei Deus, e ele me será filho.
  • 8. Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte.
  • 9. Então, veio um dos sete anjos que têm as sete taças cheias dos últimos sete flagelos e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro;
  • 10. e me transportou, em espírito, até a uma grande e elevada montanha e me mostrou a santa cidade, Jerusalém, que descia do céu, da parte de Deus,
  • 11. a qual tem a glória de Deus. O seu fulgor era semelhante a uma pedra preciosíssima, como pedra de jaspe cristalina.
  • 12. Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.
  • 13. Três portas se achavam a leste, três, ao norte, três, ao sul, e três, a oeste.
  • 14. A muralha da cidade tinha doze fundamentos, e estavam sobre estes os doze nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.
  • 15. Aquele que falava comigo tinha por medida uma vara de ouro para medir a cidade, as suas portas e a sua muralha.
  • 16. A cidade é quadrangular, de comprimento e largura iguais. E mediu a cidade com a vara até doze mil estádios. O seu comprimento, largura e altura são iguais.
  • 17. Mediu também a sua muralha, cento e quarenta e quatro côvados, medida de homem, isto é, de anjo.
  • 18. A estrutura da muralha é de jaspe; também a cidade é de ouro puro, semelhante a vidro límpido.
  • 19. Os fundamentos da muralha da cidade estão adornados de toda espécie de pedras preciosas. O primeiro fundamento é de jaspe; o segundo, de safira; o terceiro, de calcedônia; o quarto, de esmeralda;
  • 20. o quinto, de sardônio; o sexto, de sárdio; o sétimo, de crisólito; o oitavo, de berilo; o nono, de topázio; o décimo, de crisópraso; o undécimo, de jacinto; e o duodécimo, de ametista.
  • 21. As doze portas são doze pérolas, e cada uma dessas portas, de uma só pérola. A praça da cidade é de ouro puro, como vidro transparente.
  • 22. Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro.
  • 23. A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada.
  • 24. As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória.
  • 25. As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite.
  • 26. E lhe trarão a glória e a honra das nações.
  • 27. Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro.
  • Malaquias 3

  • 1. Eis que eu envio o meu mensageiro, que preparará o caminho diante de mim; de repente, virá ao seu templo o Senhor, a quem vós buscais, o Anjo da Aliança, a quem vós desejais; eis que ele vem, diz o SENHOR dos Exércitos.
  • 2. Mas quem poderá suportar o dia da sua vinda? E quem poderá subsistir quando ele aparecer? Porque ele é como o fogo do ourives e como a potassa dos lavandeiros.
  • 3. Assentar-se-á como derretedor e purificador de prata; purificará os filhos de Levi e os refinará como ouro e como prata; eles trarão ao SENHOR justas ofertas.
  • 4. Então, a oferta de Judá e de Jerusalém será agradável ao SENHOR, como nos dias antigos e como nos primeiros anos.
  • 5. Chegar-me-ei a vós outros para juízo; serei testemunha veloz contra os feiticeiros, e contra os adúlteros, e contra os que juram falsamente, e contra os que defraudam o salário do jornaleiro, e oprimem a viúva e o órfão, e torcem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o SENHOR dos Exércitos.
  • 6. Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso, vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos.
  • 7. Desde os dias de vossos pais, vos desviastes dos meus estatutos e não os guardastes; tornai-vos para mim, e eu me tornarei para vós outros, diz o SENHOR dos Exércitos; mas vós dizeis: Em que havemos de tornar?
  • 8. Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas.
  • 9. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais, vós, a nação toda.
  • 10. Trazei todos os dízimos à casa do Tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o SENHOR dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênção sem medida.
  • 11. Por vossa causa, repreenderei o devorador, para que não vos consuma o fruto da terra; a vossa vide no campo não será estéril, diz o SENHOR dos Exércitos.
  • 12. Todas as nações vos chamarão felizes, porque vós sereis uma terra deleitosa, diz o SENHOR dos Exércitos.
  • 13. As vossas palavras foram duras para mim, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti?
  • 14. Vós dizeis: Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos e em andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos?
  • 15. Ora, pois, nós reputamos por felizes os soberbos; também os que cometem impiedade prosperam, sim, eles tentam ao SENHOR e escapam.
  • 16. Então, os que temiam ao SENHOR falavam uns aos outros; o SENHOR atentava e ouvia; havia um memorial escrito diante dele para os que temem ao SENHOR e para os que se lembram do seu nome.
  • 17. Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve.
  • 18. Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve.

Almeida Revista e Atualizada

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