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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    1 Reis 10

  • 1. Tendo a rainha de Sabá ouvido a fama de Salomão, com respeito ao nome do SENHOR, veio prová-lo com perguntas difíceis.
  • 2. Chegou a Jerusalém com mui grande comitiva; com camelos carregados de especiarias, e muitíssimo ouro, e pedras preciosas; compareceu perante Salomão e lhe expôs tudo quanto trazia em sua mente.
  • 3. Salomão lhe deu resposta a todas as perguntas, e nada lhe houve profundo demais que não pudesse explicar.
  • 4. Vendo, pois, a rainha de Sabá toda a sabedoria de Salomão, e a casa que edificara,
  • 5. e a comida da sua mesa, e o lugar dos seus oficiais, e o serviço dos seus criados, e os trajes deles, e seus copeiros, e o holocausto que oferecia na Casa do SENHOR, ficou como fora de si
  • 6. e disse ao rei: Foi verdade a palavra que a teu respeito ouvi na minha terra e a respeito da tua sabedoria.
  • 7. Eu, contudo, não cria naquelas palavras, até que vim e vi com os meus próprios olhos. Eis que não me contaram a metade: sobrepujas em sabedoria e prosperidade a fama que ouvi.
  • 8. Felizes os teus homens, felizes estes teus servos, que estão sempre diante de ti e que ouvem a tua sabedoria!
  • 9. Bendito seja o SENHOR, teu Deus, que se agradou de ti para te colocar no trono de Israel; é porque o SENHOR ama a Israel para sempre, que te constituiu rei, para executares juízo e justiça.
  • 10. Deu ela ao rei cento e vinte talentos de ouro, e muitíssimas especiarias, e pedras preciosas; nunca mais veio especiaria em tanta abundância, como a que a rainha de Sabá ofereceu ao rei Salomão.
  • 11. Também as naus de Hirão, que de Ofir transportavam ouro, traziam de lá grande quantidade de madeira de sândalo e pedras preciosas.
  • 12. Desta madeira de sândalo, fez o rei balaústres para a Casa do SENHOR e para a casa real, como também harpas e alaúdes para os cantores; tal madeira nunca se havia trazido para ali, nem se viu mais semelhante madeira até ao dia de hoje.
  • 13. O rei Salomão deu à rainha de Sabá tudo quanto ela desejou e pediu, afora tudo o que lhe deu por sua generosidade real. Assim, voltou e se foi para a sua terra, com os seus servos.
  • 14. O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro,
  • 15. além do que entrava dos vendedores, e do tráfico dos negociantes, e de todos os reis da Arábia, e dos governadores da terra.
  • 16. Fez o rei Salomão duzentos paveses de ouro batido; seiscentos siclos de ouro mandou pesar para cada pavês;
  • 17. fez também trezentos escudos de ouro batido; três arráteis de ouro mandou pesar para cada escudo. E o rei os pôs na Casa do Bosque do Líbano.
  • 18. Fez mais o rei um grande trono de marfim e o cobriu de ouro puríssimo.
  • 19. O trono tinha seis degraus; o espaldar do trono, ao alto, era redondo; de ambos os lados tinha braços junto ao assento e dois leões junto aos braços.
  • 20. Também doze leões estavam ali sobre os seis degraus, um em cada extremo destes. Nunca se fizera obra semelhante em nenhum dos reinos.
  • 21. Todas as taças de que se servia o rei Salomão para beber eram de ouro, e também de ouro puro todas as da Casa do Bosque do Líbano; não havia nelas prata, porque nos dias de Salomão não se dava a ela estimação nenhuma.
  • 22. Porque o rei tinha no mar uma frota de Társis, com as naus de Hirão; de três em três anos, voltava a frota de Társis, trazendo ouro, prata, marfim, bugios e pavões.
  • 23. Assim, o rei Salomão excedeu a todos os reis do mundo, tanto em riqueza como em sabedoria.
  • 24. Todo o mundo procurava ir ter com ele para ouvir a sabedoria que Deus lhe pusera no coração.
  • 25. Cada um trazia o seu presente: objetos de prata e de ouro, roupas, armaduras, especiarias, cavalos e mulas; assim, ano após ano.
  • 26. Também ajuntou Salomão carros e cavaleiros, tinha mil e quatrocentos carros e doze mil cavalarianos, que distribuiu às cidades para os carros e junto ao rei, em Jerusalém.
  • 27. Fez o rei que, em Jerusalém, houvesse prata como pedras e cedros em abundância como os sicômoros que estão nas planícies.
  • 28. Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia; e comerciantes do rei os recebiam da Cilícia por certo preço.
  • 29. Importava-se, do Egito, um carro por seiscentos siclos de prata e um cavalo por cento e cinquenta; nas mesmas condições, as caravanas os traziam e os exportavam para todos os reis dos heteus e para os reis da Síria.
  • Filipenses 1

  • 1. Paulo e Timóteo, servos de Cristo Jesus, a todos os santos em Cristo Jesus, inclusive bispos e diáconos que vivem em Filipos,
  • 2. graça e paz a vós outros, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.
  • 3. Dou graças ao meu Deus por tudo que recordo de vós,
  • 4. fazendo sempre, com alegria, súplicas por todos vós, em todas as minhas orações,
  • 5. pela vossa cooperação no evangelho, desde o primeiro dia até agora.
  • 6. Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la até ao Dia de Cristo Jesus.
  • 7. Aliás, é justo que eu assim pense de todos vós, porque vos trago no coração, seja nas minhas algemas, seja na defesa e confirmação do evangelho, pois todos sois participantes da graça comigo.
  • 8. Pois minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus.
  • 9. E também faço esta oração: que o vosso amor aumente mais e mais em pleno conhecimento e toda a percepção,
  • 10. para aprovardes as coisas excelentes e serdes sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo,
  • 11. cheios do fruto de justiça, o qual é mediante Jesus Cristo, para a glória e louvor de Deus.
  • 12. Quero ainda, irmãos, cientificar-vos de que as coisas que me aconteceram têm, antes, contribuído para o progresso do evangelho;
  • 13. de maneira que as minhas cadeias, em Cristo, se tornaram conhecidas de toda a guarda pretoriana e de todos os demais;
  • 14. e a maioria dos irmãos, estimulados no Senhor por minhas algemas, ousam falar com mais desassombro a palavra de Deus.
  • 15. Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade;
  • 16. estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho;
  • 17. aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias.
  • 18. Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei.
  • 19. Porque estou certo de que isto mesmo, pela vossa súplica e pela provisão do Espírito de Jesus Cristo, me redundará em libertação,
  • 20. segundo a minha ardente expectativa e esperança de que em nada serei envergonhado; antes, com toda a ousadia, como sempre, também agora, será Cristo engrandecido no meu corpo, quer pela vida, quer pela morte.
  • 21. Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro.
  • 22. Entretanto, se o viver na carne traz fruto para o meu trabalho, já não sei o que hei de escolher.
  • 23. Ora, de um e outro lado, estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor.
  • 24. Mas, por vossa causa, é mais necessário permanecer na carne.
  • 25. E, convencido disto, estou certo de que ficarei e permanecerei com todos vós, para o vosso progresso e gozo da fé,
  • 26. a fim de que aumente, quanto a mim, o motivo de vos gloriardes em Cristo Jesus, pela minha presença, de novo, convosco.
  • 27. Vivei, acima de tudo, por modo digno do evangelho de Cristo, para que, ou indo ver-vos ou estando ausente, ouça, no tocante a vós outros, que estais firmes em um só espírito, como uma só alma, lutando juntos pela fé evangélica;
  • 28. e que em nada estais intimidados pelos adversários. Pois o que é para eles prova evidente de perdição é, para vós outros, de salvação, e isto da parte de Deus.
  • 29. Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele,
  • 30. pois tendes o mesmo combate que vistes em mim e, ainda agora, ouvis que é o meu.
  • Ezequiel 40

  • 1. No ano vigésimo quinto do nosso exílio, no princípio do ano, no décimo dia do mês, catorze anos após ter caído a cidade, nesse mesmo dia, veio sobre mim a mão do SENHOR, e ele me levou para lá.
  • 2. Em visões, Deus me levou à terra de Israel e me pôs sobre um monte muito alto; sobre este havia um como edifício de cidade, para o lado sul.
  • 3. Ele me levou para lá, e eis um homem cuja aparência era como a do bronze; estava de pé na porta e tinha na mão um cordel de linho e uma cana de medir.
  • 4. Disse-me o homem: Filho do homem, vê com os próprios olhos, ouve com os próprios ouvidos; e põe no coração tudo quanto eu te mostrar, porque para isso foste trazido para aqui; anuncia, pois, à casa de Israel tudo quanto estás vendo.
  • 5. Vi um muro exterior que rodeava toda a casa e, na mão do homem, uma cana de medir, de seis côvados, cada um dos quais media um côvado e quatro dedos. Ele mediu a largura do edifício, uma cana; e a altura, uma cana.
  • 6. Então, veio à porta que olhava para o oriente e subiu pelos seus degraus; mediu o limiar da porta: uma cana de largura, e o outro limiar: uma cana de largura.
  • 7. Cada câmara tinha uma cana de comprido e uma cana de largura; o espaço entre uma e outra câmara era de cinco côvados; o limiar da porta, junto ao vestíbulo da porta interior, tinha uma cana.
  • 8. Também mediu o vestíbulo da porta interior: uma cana.
  • 9. Então, mediu o vestíbulo da porta, que tinha oito côvados; e os seus pilares: dois côvados; o vestíbulo olha do interior da casa para a porta.
  • 10. A porta para o lado oriental possuía três câmaras de cada lado, cuja medida era a mesma para cada uma; também os pilares deste lado e do outro mediam o mesmo.
  • 11. Mediu mais a largura da entrada da porta, que era de dez côvados; a profundidade da entrada: treze côvados.
  • 12. O espaço em frente das câmaras era de um côvado, e de um côvado, o espaço do outro lado; cada câmara tinha seis côvados em quadrado.
  • 13. Então, mediu a porta desde a extremidade do teto de uma câmara até à da outra: vinte e cinco côvados de largura; e uma porta defronte da outra.
  • 14. Mediu a distância até aos pilares, sessenta côvados, e o átrio se estendia até aos pilares em redor da porta.
  • 15. Desde a dianteira da porta da entrada até à dianteira do vestíbulo da porta interior, havia cinquenta côvados.
  • 16. Havia também janelas com fasquias fixas superpostas para as câmaras e para os pilares, e da mesma sorte, para os vestíbulos; as janelas estavam à roda pela parte de dentro, e nos pilares havia palmeiras esculpidas.
  • 17. Ele me levou ao átrio exterior; e eis que havia nele câmaras e um pavimento feito no átrio em redor; defronte deste pavimento havia trinta câmaras.
  • 18. O pavimento ao lado das portas era a par do comprimento das portas; era o pavimento inferior.
  • 19. Então, mediu a largura desde a dianteira da porta inferior até à dianteira do átrio interior, por fora: cem côvados do lado leste e do norte.
  • 20. Quanto à porta que olhava para o norte, no átrio exterior, ele mediu o seu comprimento e a sua largura.
  • 21. As suas câmaras, três de um lado e três do outro, e os seus pilares, e os seus vestíbulos eram da medida do primeiro vestíbulo; de cinquenta côvados era o seu comprimento, e a largura, de vinte e cinco côvados.
  • 22. As suas janelas, e os seus vestíbulos, e as suas palmeiras eram da medida da porta que olhava para o oriente; subia-se para ela por sete degraus, e o seu vestíbulo estava diante dela.
  • 23. Essa porta do átrio interior estava defronte tanto da porta do norte como da do oriente; e mediu, de porta a porta, cem côvados.
  • 24. Então, ele me levou para o lado sul, e eis que havia ali uma porta que olhava para o sul; e mediu os seus pilares e os seus vestíbulos, que tinham as mesmas dimensões.
  • 25. Havia também janelas em redor dos seus vestíbulos, como as outras janelas; cinquenta côvados, o comprimento do vestíbulo, e a largura, vinte e cinco côvados.
  • 26. De sete degraus eram as suas subidas, e os seus vestíbulos estavam diante deles; e tinha palmeiras esculpidas, uma de um lado e outra do outro, nos seus pilares.
  • 27. Também havia uma porta no átrio interior para o sul; e mediu, de porta a porta, para o sul, cem côvados.
  • 28. Então, me levou ao átrio interior pela porta do sul; e mediu a porta do sul, que tinha as mesmas dimensões.
  • 29. As suas câmaras, e os seus pilares, e os seus vestíbulos eram segundo estas medidas; e tinham também janelas ao redor dos seus vestíbulos; o comprimento do vestíbulo era de cinquenta côvados, e a largura, de vinte e cinco côvados.
  • 30. Havia vestíbulos em redor; o comprimento era de vinte e cinco côvados, e a largura, de cinco côvados.
  • 31. Os seus vestíbulos olhavam para o átrio exterior, e havia palmeiras nos seus pilares; e de oito degraus eram as suas subidas.
  • 32. Depois, me levou ao átrio interior, para o oriente, e mediu a porta, que tinha as mesmas dimensões.
  • 33. Também as suas câmaras, e os seus pilares, e os seus vestíbulos, segundo estas medidas; havia também janelas em redor dos seus vestíbulos; o comprimento do vestíbulo era de cinquenta côvados, e a largura, de vinte e cinco côvados.
  • 34. Os seus vestíbulos olhavam para o átrio exterior; também havia palmeiras nos seus pilares, de um e de outro lado; e eram as suas subidas de oito degraus.
  • 35. Então, me levou à porta do norte e a mediu; tinha as mesmas dimensões.
  • 36. Também as suas câmaras, e os seus pilares, e os seus vestíbulos, e as suas janelas em redor; o comprimento do vestíbulo era de cinquenta côvados, e a largura, de vinte e cinco côvados.
  • 37. Os seus pilares olhavam para o átrio exterior; também havia palmeiras nos seus pilares, de um e de outro lado; e eram as suas subidas de oito degraus.
  • 38. A sua câmara e a sua entrada estavam junto aos pilares dos vestíbulos onde lavavam o holocausto.
  • 39. No vestíbulo da porta havia duas mesas de um lado e duas do outro, para nelas se degolar o holocausto e a oferta pelo pecado e pela culpa.
  • 40. Também do lado de fora da subida para a entrada da porta do norte havia duas mesas; e, no outro lado do vestíbulo da porta, havia duas mesas.
  • 41. Quatro mesas de um lado, e quatro do outro lado; junto à porta, oito mesas, sobre as quais imolavam.
  • 42. As quatro mesas para o holocausto eram de pedras lavradas; o comprimento era de um côvado e meio, a largura, de um côvado e meio, e a altura, de um côvado; sobre elas se punham os instrumentos com que imolavam o holocausto e os sacrifícios.
  • 43. Os ganchos, de quatro dedos de comprimento, estavam fixados por dentro ao redor, e sobre as mesas estava a carne da oblação.
  • 44. Fora da porta interior estavam duas câmaras dos cantores, no átrio de dentro; uma, do lado da porta do norte, e olhava para o sul; outra, do lado da porta do sul, e olhava para o norte.
  • 45. Ele me disse: Esta câmara que olha para o sul é para os sacerdotes que têm a guarda do templo.
  • 46. Mas a câmara que olha para o norte é para os sacerdotes que têm a guarda do altar; são estes os filhos de Zadoque, os quais, dentre os filhos de Levi, se chegam ao SENHOR para o servirem.
  • 47. Ele mediu o átrio: comprimento, cem côvados, largura, cem côvados, um quadrado; o altar estava diante do templo.
  • 48. Então, me levou ao vestíbulo do templo e mediu cada pilar do vestíbulo, cinco côvados de um lado e cinco do outro; e a largura da porta, três côvados de um lado e três do outro.
  • 49. O comprimento do vestíbulo era de vinte côvados, e a largura, de onze; e era por degraus que se subia. Havia colunas junto aos pilares, uma de um lado e outra do outro.

Almeida Revista e Atualizada

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