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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    2 Samuel 1

  • 1. Depois da morte de Saul, voltando Davi da derrota dos amalequitas e estando já dois dias em Ziclague,
  • 2. sucedeu, ao terceiro dia, aparecer do arraial de Saul um homem com as vestes rotas e terra sobre a cabeça; em chegando ele a Davi, inclinou-se, lançando-se em terra.
  • 3. Perguntou-lhe Davi: Donde vens? Ele respondeu: Fugi do arraial de Israel.
  • 4. Disse-lhe Davi: Como foi lá isso? Conta-mo. Ele lhe respondeu: O povo fugiu da batalha, e muitos caíram e morreram, bem como Saul e Jônatas, seu filho.
  • 5. Disse Davi ao moço que lhe dava as novas: Como sabes tu que Saul e Jônatas, seu filho, são mortos?
  • 6. Então, disse o moço portador das notícias: Cheguei, por acaso, à montanha de Gilboa, e eis que Saul estava apoiado sobre a sua lança, e os carros e a cavalaria apertavam com ele.
  • 7. Olhando ele para trás, viu-me e chamou-me. Eu disse: Eis-me aqui.
  • 8. Ele me perguntou: Quem és tu? Eu respondi: Sou amalequita.
  • 9. Então, me disse: Arremete sobre mim e mata-me, pois me sinto vencido de cãibra, mas o tino se acha ainda todo em mim.
  • 10. Arremessei-me, pois, sobre ele e o matei, porque bem sabia eu que ele não viveria depois de ter caído. Tomei-lhe a coroa que trazia na cabeça e o bracelete e os trouxe aqui ao meu senhor.
  • 11. Então, apanhou Davi as suas próprias vestes e as rasgou, e assim fizeram todos os homens que estavam com ele.
  • 12. Prantearam, choraram e jejuaram até à tarde por Saul, e por Jônatas, seu filho, e pelo povo do SENHOR, e pela casa de Israel, porque tinham caído à espada.
  • 13. Então, perguntou Davi ao moço portador das notícias: Donde és tu? Ele respondeu: Sou filho de um homem estrangeiro, amalequita.
  • 14. Davi lhe disse: Como não temeste estender a mão para matares o ungido do SENHOR?
  • 15. Então, chamou Davi a um dos moços e lhe disse: Vem, lança-te sobre esse homem. Ele o feriu, de sorte que morreu.
  • 16. Disse-lhe Davi: O teu sangue seja sobre a tua cabeça, porque a tua própria boca testificou contra ti, dizendo: Matei o ungido do SENHOR.
  • 17. Pranteou Davi a Saul e a Jônatas, seu filho, com esta lamentação,
  • 18. determinando que fosse ensinado aos filhos de Judá o Hino ao Arco, o qual está escrito no Livro dos Justos.
  • 19. A tua glória, ó Israel, foi morta sobre os teus altos! Como caíram os valentes!
  • 20. Não o noticieis em Gate, nem o publiqueis nas ruas de Asquelom, para que não se alegrem as filhas dos filisteus, nem saltem de contentamento as filhas dos incircuncisos.
  • 21. Montes de Gilboa, não caia sobre vós nem orvalho, nem chuva, nem haja aí campos que produzam ofertas, pois neles foi profanado o escudo dos valentes, o escudo de Saul, que jamais será ungido com óleo.
  • 22. Sem sangue dos feridos, sem gordura dos valentes, nunca se recolheu o arco de Jônatas, nem voltou vazia a espada de Saul.
  • 23. Saul e Jônatas, queridos e amáveis, tanto na vida como na morte não se separaram! Eram mais ligeiros do que as águias, mais fortes do que os leões.
  • 24. Vós, filhas de Israel, chorai por Saul, que vos vestia de rica escarlata, que vos punha sobre os vestidos adornos de ouro.
  • 25. Como caíram os valentes no meio da peleja! Jônatas sobre os montes foi morto!
  • 26. Angustiado estou por ti, meu irmão Jônatas; tu eras amabilíssimo para comigo! Excepcional era o teu amor, ultrapassando o amor de mulheres.
  • 27. Como caíram os valentes, e pereceram as armas de guerra!
  • 1 Coríntios 12

  • 1. A respeito dos dons espirituais, não quero, irmãos, que sejais ignorantes.
  • 2. Sabeis que, outrora, quando éreis gentios, deixáveis conduzir-vos aos ídolos mudos, segundo éreis guiados.
  • 3. Por isso, vos faço compreender que ninguém que fala pelo Espírito de Deus afirma: Anátema, Jesus! Por outro lado, ninguém pode dizer: Senhor Jesus!, senão pelo Espírito Santo.
  • 4. Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo.
  • 5. E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo.
  • 6. E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos.
  • 7. A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso.
  • 8. Porque a um é dada, mediante o Espírito, a palavra da sabedoria; e a outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento;
  • 9. a outro, no mesmo Espírito, a fé; e a outro, no mesmo Espírito, dons de curar;
  • 10. a outro, operações de milagres; a outro, profecia; a outro, discernimento de espíritos; a um, variedade de línguas; e a outro, capacidade para interpretá-las.
  • 11. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente.
  • 12. Porque, assim como o corpo é um e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, constituem um só corpo, assim também com respeito a Cristo.
  • 13. Pois, em um só Espírito, todos nós fomos batizados em um corpo, quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado beber de um só Espírito.
  • 14. Porque também o corpo não é um só membro, mas muitos.
  • 15. Se disser o pé: Porque não sou mão, não sou do corpo; nem por isso deixa de ser do corpo.
  • 16. Se o ouvido disser: Porque não sou olho, não sou do corpo; nem por isso deixa de o ser.
  • 17. Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido? Se todo fosse ouvido, onde, o olfato?
  • 18. Mas Deus dispôs os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprouve.
  • 19. Se todos, porém, fossem um só membro, onde estaria o corpo?
  • 20. O certo é que há muitos membros, mas um só corpo.
  • 21. Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós.
  • 22. Pelo contrário, os membros do corpo que parecem ser mais fracos são necessários;
  • 23. e os que nos parecem menos dignos no corpo, a estes damos muito maior honra; também os que em nós não são decorosos revestimos de especial honra.
  • 24. Mas os nossos membros nobres não têm necessidade disso. Contudo, Deus coordenou o corpo, concedendo muito mais honra àquilo que menos tinha,
  • 25. para que não haja divisão no corpo; pelo contrário, cooperem os membros, com igual cuidado, em favor uns dos outros.
  • 26. De maneira que, se um membro sofre, todos sofrem com ele; e, se um deles é honrado, com ele todos se regozijam.
  • 27. Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo.
  • 28. A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.
  • 29. Porventura, são todos apóstolos? Ou, todos profetas? São todos mestres? Ou, operadores de milagres?
  • 30. Têm todos dons de curar? Falam todos em outras línguas? Interpretam-nas todos?
  • 31. Entretanto, procurai, com zelo, os melhores dons. E eu passo a mostrar-vos ainda um caminho sobremodo excelente.
  • Ezequiel 10

  • 1. Olhei, e eis que, no firmamento que estava por cima da cabeça dos querubins, apareceu sobre eles uma como pedra de safira semelhando a forma de um trono.
  • 2. E falou ao homem vestido de linho, dizendo: Vai por entre as rodas, até debaixo dos querubins, e enche as mãos de brasas acesas dentre os querubins, e espalha-as sobre a cidade. Ele entrou à minha vista.
  • 3. Os querubins estavam ao lado direito da casa, quando entrou o homem; e a nuvem encheu o átrio interior.
  • 4. Então, se levantou a glória do SENHOR de sobre o querubim, indo para a entrada da casa; a casa encheu-se da nuvem, e o átrio, da resplandecência da glória do SENHOR.
  • 5. O tatalar das asas dos querubins se ouviu até ao átrio exterior, como a voz do Deus Todo-Poderoso, quando fala.
  • 6. Tendo o SENHOR dado ordem ao homem vestido de linho, dizendo: Toma fogo dentre as rodas, dentre os querubins, ele entrou e se pôs junto às rodas.
  • 7. Então, estendeu um querubim a mão de entre os querubins para o fogo que estava entre os querubins; tomou dele e o pôs nas mãos do homem que estava vestido de linho, o qual o tomou e saiu.
  • 8. Tinham os querubins uma semelhança de mão de homem debaixo das suas asas.
  • 9. Olhei, e eis quatro rodas junto aos querubins, uma roda junto a cada querubim; o aspecto das rodas era brilhante como pedra de berilo.
  • 10. Quanto ao seu aspecto, tinham as quatro a mesma aparência; eram como se estivesse uma roda dentro da outra.
  • 11. Andando elas, podiam ir em quatro direções e não se viravam quando iam; para onde ia a primeira, seguiam as outras e não se viravam quando iam.
  • 12. Todo o corpo dos querubins, suas costas, as mãos, as asas e também as rodas que os quatro tinham estavam cheias de olhos ao redor.
  • 13. Quanto às rodas, foram elas chamadas girantes, ouvindo-o eu.
  • 14. Cada um dos seres viventes tinha quatro rostos: o rosto do primeiro era rosto de querubim, o do segundo, rosto de homem, o do terceiro, rosto de leão, e o do quarto, rosto de águia.
  • 15. Os querubins se elevaram. São estes os mesmos seres viventes que vi junto ao rio Quebar.
  • 16. Andando os querubins, andavam as rodas juntamente com eles; e, levantando os querubins as suas asas, para se elevarem de sobre a terra, as rodas não se separavam deles.
  • 17. Parando eles, paravam elas; e, elevando-se eles, elevavam-se elas, porque o espírito dos seres viventes estava nelas.
  • 18. Então, saiu a glória do SENHOR da entrada da casa e parou sobre os querubins.
  • 19. Os querubins levantaram as suas asas e se elevaram da terra à minha vista, quando saíram acompanhados pelas rodas; pararam à entrada da porta oriental da Casa do SENHOR, e a glória do Deus de Israel estava no alto, sobre eles.
  • 20. São estes os seres viventes que vi debaixo do Deus de Israel, junto ao rio Quebar, e fiquei sabendo que eram querubins.
  • 21. Cada um tinha quatro rostos e quatro asas e a semelhança de mãos de homem debaixo das asas.
  • 22. A aparência dos seus rostos era como a dos rostos que eu vira junto ao rio Quebar; tinham o mesmo aspecto, eram os mesmos seres. Cada qual andava para a sua frente.

Almeida Revista e Atualizada

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