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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    1 Samuel 9

  • 1. Havia um homem de Benjamim, cujo nome era Quis, filho de Abiel, filho de Zeror, filho de Becorate, filho de Afias, benjamita, homem de bens.
  • 2. Tinha ele um filho cujo nome era Saul, moço e tão belo, que entre os filhos de Israel não havia outro mais belo do que ele; desde os ombros para cima, sobressaía a todo o povo.
  • 3. Extraviaram-se as jumentas de Quis, pai de Saul. Disse Quis a Saul, seu filho: Toma agora contigo um dos moços, dispõe-te e vai procurar as jumentas.
  • 4. Então, atravessando a região montanhosa de Efraim e a terra de Salisa, não as acharam; depois, passaram à terra de Saalim; porém elas não estavam ali; passaram ainda à terra de Benjamim; todavia, não as acharam.
  • 5. Vindo eles, então, à terra de Zufe, Saul disse para o seu moço, com quem ele ia: Vem, e voltemos; não suceda que meu pai deixe de preocupar-se com as jumentas e se aflija por causa de nós.
  • 6. Porém ele lhe disse: Nesta cidade há um homem de Deus, e é muito estimado; tudo quanto ele diz sucede; vamo-nos, agora, lá; mostrar-nos-á, porventura, o caminho que devemos seguir.
  • 7. Então, Saul disse ao seu moço: Eis, porém, se lá formos, que levaremos, então, àquele homem? Porque o pão de nossos alforjes se acabou, e presente não temos que levar ao homem de Deus. Que temos?
  • 8. O moço tornou a responder a Saul e disse: Eis que tenho ainda em mãos um quarto de siclo de prata, o qual darei ao homem de Deus, para que nos mostre o caminho.
  • 9. (Antigamente, em Israel, indo alguém consultar a Deus, dizia: Vinde, vamos ter com o vidente; porque ao profeta de hoje, antigamente, se chamava vidente.)
  • 10. Então, disse Saul ao moço: Dizes bem; anda, pois, vamos. E foram-se à cidade onde estava o homem de Deus.
  • 11. Subindo eles pela encosta da cidade, encontraram umas moças que saíam a tirar água e lhes perguntaram: Está aqui o vidente?
  • 12. Elas responderam: Está. Eis aí o tens diante de ti; apressa-te, pois, porque, hoje, veio à cidade; porquanto o povo oferece, hoje, sacrifício no alto.
  • 13. Entrando vós na cidade, logo o achareis, antes que suba ao alto para comer; porque o povo não comerá enquanto ele não chegar, porque ele tem de abençoar o sacrifício, e só depois comem os convidados; subi, pois, agora, que, hoje, o achareis.
  • 14. Subiram, pois, à cidade; ao entrarem, eis que Samuel lhes saiu ao encontro, para subir ao alto.
  • 15. Ora, o SENHOR, um dia antes de Saul chegar, o revelara a Samuel, dizendo:
  • 16. Amanhã a estas horas, te enviarei um homem da terra de Benjamim, o qual ungirás por príncipe sobre o meu povo de Israel, e ele livrará o meu povo das mãos dos filisteus; porque atentei para o meu povo, pois o seu clamor chegou a mim.
  • 17. Quando Samuel viu a Saul, o SENHOR lhe disse: Eis o homem de quem eu já te falara. Este dominará sobre o meu povo.
  • 18. Saul se chegou a Samuel no meio da porta e disse: Mostra-me, peço-te, onde é aqui a casa do vidente.
  • 19. Samuel respondeu a Saul e disse: Eu sou o vidente; sobe adiante de mim ao alto; hoje, comereis comigo. Pela manhã, te despedirei e tudo quanto está no teu coração to declararei.
  • 20. Quanto às jumentas que há três dias se te perderam, não se preocupe o teu coração com elas, porque já se encontraram. E para quem está reservado tudo o que é precioso em Israel? Não é para ti e para toda a casa de teu pai?
  • 21. Então, respondeu Saul e disse: Porventura, não sou benjamita, da menor das tribos de Israel? E a minha família, a menor de todas as famílias da tribo de Benjamim? Por que, pois, me falas com tais palavras?
  • 22. Samuel, tomando a Saul e ao seu moço, levou-os à sala de jantar e lhes deu o lugar de honra entre os convidados, que eram cerca de trinta pessoas.
  • 23. Então, disse Samuel ao cozinheiro: Traze a porção que te dei, de que te disse: Põe-na à parte contigo.
  • 24. Tomou, pois, o cozinheiro a coxa com o que havia nela e a pôs diante de Saul. Disse Samuel: Eis que isto é o que foi reservado; toma-o e come, pois se guardou para ti para esta ocasião, ao dizer eu: Convidei o povo. Assim, comeu Saul com Samuel naquele dia.
  • 25. Tendo descido do alto para a cidade, falou Samuel com Saul sobre o eirado.
  • 26. Levantaram-se de madrugada; e, quase ao subir da alva, chamou Samuel a Saul ao eirado, dizendo: Levanta-te; eu irei contigo para te encaminhar. Levantou-se Saul, e saíram ambos, ele e Samuel.
  • 27. Desciam eles para a extremidade da cidade, quando Samuel disse a Saul: Dize ao moço que passe adiante de nós, e tu, tendo ele passado, espera, que te farei saber a palavra de Deus.
  • Romanos 7

  • 1. Porventura, ignorais, irmãos (pois falo aos que conhecem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem toda a sua vida?
  • 2. Ora, a mulher casada está ligada pela lei ao marido, enquanto ele vive; mas, se o mesmo morrer, desobrigada ficará da lei conjugal.
  • 3. De sorte que será considerada adúltera se, vivendo ainda o marido, unir-se com outro homem; porém, se morrer o marido, estará livre da lei e não será adúltera se contrair novas núpcias.
  • 4. Assim, meus irmãos, também vós morrestes relativamente à lei, por meio do corpo de Cristo, para pertencerdes a outro, a saber, aquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que frutifiquemos para Deus.
  • 5. Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte.
  • 6. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra.
  • 7. Que diremos, pois? É a lei pecado? De modo nenhum! Mas eu não teria conhecido o pecado, senão por intermédio da lei; pois não teria eu conhecido a cobiça, se a lei não dissera: Não cobiçarás.
  • 8. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, despertou em mim toda sorte de concupiscência; porque, sem lei, está morto o pecado.
  • 9. Outrora, sem a lei, eu vivia; mas, sobrevindo o preceito, reviveu o pecado, e eu morri.
  • 10. E o mandamento que me fora para vida, verifiquei que este mesmo se me tornou para morte.
  • 11. Porque o pecado, prevalecendo-se do mandamento, pelo mesmo mandamento, me enganou e me matou.
  • 12. Por conseguinte, a lei é santa; e o mandamento, santo, e justo, e bom.
  • 13. Acaso o bom se me tornou em morte? De modo nenhum! Pelo contrário, o pecado, para revelar-se como pecado, por meio de uma coisa boa, causou-me a morte, a fim de que, pelo mandamento, se mostrasse sobremaneira maligno.
  • 14. Porque bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal, vendido à escravidão do pecado.
  • 15. Porque nem mesmo compreendo o meu próprio modo de agir, pois não faço o que prefiro, e sim o que detesto.
  • 16. Ora, se faço o que não quero, consinto com a lei, que é boa.
  • 17. Neste caso, quem faz isto já não sou eu, mas o pecado que habita em mim.
  • 18. Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo.
  • 19. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço.
  • 20. Mas, se eu faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, e sim o pecado que habita em mim.
  • 21. Então, ao querer fazer o bem, encontro a lei de que o mal reside em mim.
  • 22. Porque, no tocante ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus;
  • 23. mas vejo, nos meus membros, outra lei que, guerreando contra a lei da minha mente, me faz prisioneiro da lei do pecado que está nos meus membros.
  • 24. Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo desta morte?
  • 25. Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor. De maneira que eu, de mim mesmo, com a mente, sou escravo da lei de Deus, mas, segundo a carne, da lei do pecado.
  • Jeremias 45

  • 1. Palavra que falou Jeremias, o profeta, a Baruque, filho de Nerias, escrevendo ele aquelas palavras num livro, ditadas por Jeremias, no ano quarto de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá, dizendo:
  • 2. Assim diz o SENHOR, Deus de Israel, acerca de ti, ó Baruque:
  • 3. Disseste: Ai de mim agora! Porque me acrescentou o SENHOR tristeza ao meu sofrimento; estou cansado do meu gemer e não acho descanso.
  • 4. Assim lhe dirás: Isto diz o SENHOR: Eis que estou demolindo o que edifiquei e arrancando o que plantei, e isto em toda a terra.
  • 5. E procuras tu grandezas? Não as procures; porque eis que trarei mal sobre toda carne, diz o SENHOR; a ti, porém, eu te darei a tua vida como despojo, em todo lugar para onde fores.
  • Jeremias 46

  • 1. Palavra do SENHOR que veio a Jeremias, o profeta, contra as nações.
  • 2. A respeito do Egito. Contra o exército de Faraó-Neco, rei do Egito, exército que estava junto ao rio Eufrates em Carquemis; ao qual feriu Nabucodonosor, rei da Babilônia, no ano quarto de Jeoaquim, filho de Josias, rei de Judá:
  • 3. Preparai o escudo e o pavês e chegai-vos para a peleja.
  • 4. Selai os cavalos, montai, cavaleiros, e apresentai-vos com elmos; poli as lanças, vesti-vos de couraças.
  • 5. Por que razão vejo os medrosos voltando as costas? Estão derrotados os seus valentes e vão fugindo, sem olhar para trás; há terror ao redor, diz o SENHOR.
  • 6. Não fuja o ligeiro, nem escape o valente; para o lado do Norte, junto à borda do rio Eufrates, tropeçaram e caíram.
  • 7. Quem é este que vem subindo como o Nilo, como rios cujas águas se agitam?
  • 8. O Egito vem subindo como o Nilo, como rios cujas águas se agitam; ele disse: Subirei, cobrirei a terra, destruirei a cidade e os que habitam nela.
  • 9. Avançai, ó cavaleiros, estrondeai, ó carros, e saiam os valentes; os etíopes e os de Pute, que manejam o escudo, e os lídios, que manejam e entesam o arco.
  • 10. Porque este dia é o Dia do Senhor, o SENHOR dos Exércitos, dia de vingança contra os seus adversários; a espada devorará, fartar-se-á e se embriagará com o sangue deles; porque o Senhor, o SENHOR dos Exércitos tem um sacrifício na terra do Norte, junto ao rio Eufrates.
  • 11. Sobe a Gileade e toma bálsamo, ó virgem filha do Egito; debalde multiplicas remédios, pois não há remédio para curar-te.
  • 12. As nações ouviram falar da tua vergonha, e a terra está cheia do teu clamor; porque, fugindo o valente, tropeçou no valente, e ambos caíram juntos.
  • 13. Palavra que falou o SENHOR a Jeremias, o profeta, acerca da vinda de Nabucodonosor, rei da Babilônia, para ferir a terra do Egito:
  • 14. Anunciai no Egito e fazei ouvir isto em Migdol; fazei também ouvi-lo em Mênfis e em Tafnes; dizei: Apresenta-te e prepara-te; porque a espada já devorou o que está ao redor de ti.
  • 15. Por que foi derribado o teu Touro? Não se pôde ter de pé, porque o SENHOR o abateu.
  • 16. O SENHOR multiplicou os que tropeçavam; também caíram uns sobre os outros e disseram: Levanta-te, e voltemos ao nosso povo e à terra do nosso nascimento, por causa da espada que oprime.
  • 17. Ali, apelidarão a Faraó, rei do Egito, de Espalhafatoso, porque deixou passar o tempo adequado.
  • 18. Tão certo como vivo eu, diz o Rei, cujo nome é SENHOR dos Exércitos, certamente, como o Tabor é entre os montes e o Carmelo junto ao mar, assim ele virá.
  • 19. Prepara a tua bagagem para o exílio, ó moradora, filha do Egito; porque Mênfis se tornará em desolação e ficará arruinada e sem moradores.
  • 20. Novilha mui formosa é o Egito; mas mutuca do Norte já lhe vem, sim, vem.
  • 21. Até os seus soldados mercenários no meio dele, bezerros cevados, viraram as costas e fugiram juntos; não resistiram, porque veio sobre eles o dia da sua ruína e o tempo do seu castigo.
  • 22. Faz o Egito um ruído como o da serpente que foge, porque os seus inimigos vêm contra ele, com machados, quais derribadores de árvores.
  • 23. Cortarão o seu bosque, diz o SENHOR, ainda que impenetrável; porque se multiplicaram mais do que os gafanhotos; são inumeráveis.
  • 24. A filha do Egito está envergonhada; foi entregue nas mãos do povo do Norte.
  • 25. Diz o SENHOR dos Exércitos, o Deus de Israel: Eis que eu castigarei a Amom de Nô, a Faraó, ao Egito, aos deuses e aos seus reis, ao próprio Faraó e aos que confiam nele.
  • 26. Entregá-los-ei nas mãos dos que lhes procuram a morte, nas mãos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e nas mãos dos seus servos; mas depois será habitada, como nos dias antigos, diz o Senhor.
  • 27. Não temas, pois, tu, servo meu, Jacó, nem te espantes, ó Israel; porque eu te livrarei do país remoto e a tua descendência, da terra do seu cativeiro; Jacó voltará e ficará tranquilo e confiante; não haverá quem o atemorize.
  • 28. Não temas, servo meu, Jacó, diz o SENHOR, porque estou contigo; darei cabo de todas as nações para as quais eu te arrojei; mas de ti não darei cabo; castigar-te-ei, mas em justa medida; não te inocentarei de todo.

Almeida Revista e Atualizada

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