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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 36

  • 1. Chegaram os cabeças das casas paternas da família dos filhos de Gileade, filho de Maquir, filho de Manassés, das famílias dos filhos de José, e falaram diante de Moisés e diante dos príncipes, cabeças das casas paternas dos filhos de Israel,
  • 2. e disseram: O SENHOR ordenou a meu senhor que dê esta terra por sorte em herança aos filhos de Israel; e a meu senhor foi ordenado pelo SENHOR que a herança do nosso irmão Zelofeade se desse a suas filhas.
  • 3. Porém, casando-se elas com algum dos filhos das outras tribos dos filhos de Israel, então, a sua herança seria diminuída da herança de nossos pais e acrescentada à herança da tribo a que vierem pertencer; assim, se tiraria da nossa herança que nos tocou em sorte.
  • 4. Vindo também o Ano do Jubileu dos filhos de Israel, a herança delas se acrescentaria à herança da tribo daqueles a que vierem pertencer; assim, a sua herança será tirada da tribo de nossos pais.
  • 5. Então, Moisés deu ordem aos filhos de Israel, segundo o mandado do SENHOR, dizendo: A tribo dos filhos de José fala o que é justo.
  • 6. Esta é a palavra que o SENHOR mandou acerca das filhas de Zelofeade, dizendo: Sejam por mulheres a quem bem parecer aos seus olhos, contanto que se casem na família da tribo de seu pai.
  • 7. Assim, a herança dos filhos de Israel não passará de tribo em tribo; pois os filhos de Israel se hão de vincular cada um à herança da tribo de seus pais.
  • 8. Qualquer filha que possuir alguma herança das tribos dos filhos de Israel se casará com alguém da família da tribo de seu pai, para que os filhos de Israel possuam cada um a herança de seus pais.
  • 9. Assim, a herança não passará de uma tribo a outra; pois as tribos dos filhos de Israel se hão de vincular cada uma à sua herança.
  • 10. Como o SENHOR ordenara a Moisés, assim fizeram as filhas de Zelofeade,
  • 11. pois Macla, Tirza, Hogla, Milca e Noa, filhas de Zelofeade, se casaram com os filhos de seus tios paternos.
  • 12. Casaram-se nas famílias dos filhos de Manassés, filho de José, e a herança delas permaneceu na tribo da família de seu pai.
  • 13. São estes os mandamentos e os juízos que ordenou o SENHOR, por intermédio de Moisés, aos filhos de Israel nas campinas de Moabe, junto ao Jordão, na altura de Jericó.
  • Salmos 80

  • 1. Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho; tu que estás entronizado acima dos querubins, mostra o teu esplendor.
  • 2. Perante Efraim, Benjamim e Manassés, desperta o teu poder e vem salvar-nos.
  • 3. Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
  • 4. Ó SENHOR, Deus dos Exércitos, até quando estarás indignado contra a oração do teu povo?
  • 5. Dás-lhe a comer pão de lágrimas e a beber copioso pranto.
  • 6. Constituis-nos em contendas para os nossos vizinhos, e os nossos inimigos zombam de nós a valer.
  • 7. Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
  • 8. Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste.
  • 9. Dispuseste-lhe o terreno, ela deitou profundas raízes e encheu a terra.
  • 10. Com a sombra dela os montes se cobriram, e, com os seus sarmentos, os cedros de Deus.
  • 11. Estendeu ela a sua ramagem até ao mar e os seus rebentos, até ao rio.
  • 12. Por que lhe derribaste as cercas, de sorte que a vindimam todos os que passam pelo caminho?
  • 13. O javali da selva a devasta, e nela se repastam os animais que pululam no campo.
  • 14. Ó Deus dos Exércitos, volta-te, nós te rogamos, olha do céu, e vê, e visita esta vinha;
  • 15. protege o que a tua mão direita plantou, o sarmento que para ti fortaleceste.
  • 16. Está queimada, está decepada. Pereçam os nossos inimigos pela repreensão do teu rosto.
  • 17. Seja a tua mão sobre o povo da tua destra, sobre o filho do homem que fortaleceste para ti.
  • 18. E assim não nos apartaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome.
  • 19. Restaura-nos, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
  • Isaías 28

  • 1. Ai da soberba coroa dos bêbados de Efraim e da flor caduca da sua gloriosa formosura que está sobre a parte alta do fertilíssimo vale dos vencidos do vinho!
  • 2. Eis que o Senhor tem certo homem valente e poderoso; este, como uma queda de saraiva, como uma tormenta de destruição e como uma tempestade de impetuosas águas que transbordam, com poder as derribará por terra.
  • 3. A soberba coroa dos bêbados de Efraim será pisada aos pés.
  • 4. A flor caduca da sua gloriosa formosura, que está sobre a parte alta do fertilíssimo vale, será como o figo prematuro, que amadurece antes do verão, o qual, em pondo nele alguém os olhos, mal o apanha, já o devora.
  • 5. Naquele dia, o SENHOR dos Exércitos será a coroa de glória e o formoso diadema para os restantes de seu povo;
  • 6. será o espírito de justiça para o que se assenta a julgar e fortaleza para os que fazem recuar o assalto contra as portas.
  • 7. Mas também estes cambaleiam por causa do vinho e não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; o sacerdote e o profeta cambaleiam por causa da bebida forte, são vencidos pelo vinho, não podem ter-se em pé por causa da bebida forte; erram na visão, tropeçam no juízo.
  • 8. Porque todas as mesas estão cheias de vômitos, e não há lugar sem imundícia.
  • 9. A quem, pois, se ensinaria o conhecimento? E a quem se daria a entender o que se ouviu? Acaso, aos desmamados e aos que foram afastados dos seios maternos?
  • 10. Porque é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali.
  • 11. Pelo que por lábios gaguejantes e por língua estranha falará o SENHOR a este povo,
  • 12. ao qual ele disse: Este é o descanso, dai descanso ao cansado; e este é o refrigério; mas não quiseram ouvir.
  • 13. Assim, pois, a palavra do SENHOR lhes será preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e mais regra; um pouco aqui, um pouco ali; para que vão, e caiam para trás, e se quebrantem, se enlacem, e sejam presos.
  • 14. Ouvi, pois, a palavra do SENHOR, homens escarnecedores, que dominais este povo que está em Jerusalém.
  • 15. Porquanto dizeis: Fizemos aliança com a morte e com o além fizemos acordo; quando passar o dilúvio do açoite, não chegará a nós, porque, por nosso refúgio, temos a mentira e debaixo da falsidade nos temos escondido.
  • 16. Portanto, assim diz o SENHOR Deus: Eis que eu assentei em Sião uma pedra, pedra já provada, pedra preciosa, angular, solidamente assentada; aquele que crer não foge.
  • 17. Farei do juízo a régua e da justiça, o prumo; a saraiva varrerá o refúgio da mentira, e as águas arrastarão o esconderijo.
  • 18. A vossa aliança com a morte será anulada, e o vosso acordo com o além não subsistirá; e, quando o dilúvio do açoite passar, sereis esmagados por ele.
  • 19. Todas as vezes que passar, vos arrebatará, porque passará manhã após manhã, e todos os dias, e todas as noites; e será puro terror o só ouvir tal notícia.
  • 20. Porque a cama será tão curta, que ninguém se poderá estender nela; e o cobertor, tão estreito, que ninguém se poderá cobrir com ele.
  • 21. Porque o SENHOR se levantará, como no monte Perazim, e se irará, como no vale de Gibeão, para realizar a sua obra, a sua obra estranha, e para executar o seu ato, o seu ato inaudito.
  • 22. Agora, pois, não mais escarneçais, para que os vossos grilhões não se façam mais fortes; porque já do Senhor, o SENHOR dos Exércitos, ouvi falar de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra.
  • 23. Inclinai os ouvidos e ouvi a minha voz; atendei bem e ouvi o meu discurso.
  • 24. Porventura, lavra todo dia o lavrador, para semear? Ou todo dia sulca a sua terra e a esterroa?
  • 25. Porventura, quando já tem nivelado a superfície, não lhe espalha o endro, não semeia o cominho, não lança nela o trigo em leiras, ou cevada, no devido lugar, ou a espelta, na margem?
  • 26. Pois o seu Deus assim o instrui devidamente e o ensina.
  • 27. Porque o endro não se trilha com instrumento de trilhar, nem sobre o cominho se passa roda de carro; mas com vara se sacode o endro, e o cominho, com pau.
  • 28. Acaso, é esmiuçado o cereal? Não; o lavrador nem sempre o está debulhando, nem sempre está fazendo passar por cima dele a roda do seu carro e os seus cavalos.
  • 29. Também isso procede do SENHOR dos Exércitos; ele é maravilhoso em conselho e grande em sabedoria.

Almeida Revista e Atualizada

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