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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 20

  • 1. Chegando os filhos de Israel, toda a congregação, ao deserto de Zim, no mês primeiro, o povo ficou em Cades. Ali, morreu Miriã e, ali, foi sepultada.
  • 2. Não havia água para o povo; então, se ajuntaram contra Moisés e contra Arão.
  • 3. E o povo contendeu com Moisés, e disseram: Antes tivéssemos perecido quando expiraram nossos irmãos perante o SENHOR!
  • 4. Por que trouxestes a congregação do SENHOR a este deserto, para morrermos aí, nós e os nossos animais?
  • 5. E por que nos fizestes subir do Egito, para nos trazer a este mau lugar, que não é de cereais, nem de figos, nem de vides, nem de romãs, nem de água para beber?
  • 6. Então, Moisés e Arão se foram de diante do povo para a porta da tenda da congregação e se lançaram sobre o seu rosto; e a glória do SENHOR lhes apareceu.
  • 7. Disse o SENHOR a Moisés:
  • 8. Toma o bordão, ajunta o povo, tu e Arão, teu irmão, e, diante dele, falai à rocha, e dará a sua água; assim lhe tirareis água da rocha e dareis a beber à congregação e aos seus animais.
  • 9. Então, Moisés tomou o bordão de diante do SENHOR, como lhe tinha ordenado.
  • 10. Moisés e Arão reuniram o povo diante da rocha, e Moisés lhe disse: Ouvi, agora, rebeldes: porventura, faremos sair água desta rocha para vós outros?
  • 11. Moisés levantou a mão e feriu a rocha duas vezes com o seu bordão, e saíram muitas águas; e bebeu a congregação e os seus animais.
  • 12. Mas o SENHOR disse a Moisés e a Arão: Visto que não crestes em mim, para me santificardes diante dos filhos de Israel, por isso, não fareis entrar este povo na terra que lhe dei.
  • 13. São estas as águas de Meribá, porque os filhos de Israel contenderam com o SENHOR; e o SENHOR se santificou neles.
  • 14. Enviou Moisés, de Cades, mensageiros ao rei de Edom, a dizer-lhe: Assim diz teu irmão Israel: Bem sabes todo o trabalho que nos tem sobrevindo;
  • 15. como nossos pais desceram ao Egito, e nós no Egito habitamos muito tempo, e como os egípcios nos maltrataram, a nós e a nossos pais;
  • 16. e clamamos ao SENHOR, e ele ouviu a nossa voz, e mandou o Anjo, e nos tirou do Egito. E eis que estamos em Cades, cidade nos confins do teu país.
  • 17. Deixa-nos passar pela tua terra; não o faremos pelo campo, nem pelas vinhas, nem beberemos a água dos poços; iremos pela estrada real; não nos desviaremos para a direita nem para a esquerda, até que passemos pelo teu país.
  • 18. Porém Edom lhe disse: Não passarás por mim, para que não saia eu de espada ao teu encontro.
  • 19. Então, os filhos de Israel lhe disseram: Subiremos pelo caminho trilhado, e, se eu e o meu gado bebermos das tuas águas, pagarei o preço delas; outra coisa não desejo senão passar a pé.
  • 20. Porém ele disse: Não passarás. E saiu-lhe Edom ao encontro, com muita gente e com mão forte.
  • 21. Assim recusou Edom deixar passar a Israel pelo seu país; pelo que Israel se desviou dele.
  • 22. Então, partiram de Cades; e os filhos de Israel, toda a congregação, foram ao monte Hor.
  • 23. Disse o SENHOR a Moisés e a Arão no monte Hor, nos confins da terra de Edom:
  • 24. Arão será recolhido a seu povo, porque não entrará na terra que dei aos filhos de Israel, pois fostes rebeldes à minha palavra, nas águas de Meribá.
  • 25. Toma Arão e Eleazar, seu filho, e faze-os subir ao monte Hor;
  • 26. depois, despe Arão das suas vestes e veste com elas a Eleazar, seu filho; porque Arão será recolhido a seu povo e aí morrerá.
  • 27. Fez Moisés como o SENHOR lhe ordenara; subiram ao monte Hor, perante os olhos de toda a congregação.
  • 28. Moisés, pois, despiu a Arão de suas vestes e vestiu com elas a Eleazar, seu filho; morreu Arão ali sobre o cimo do monte; e dali desceram Moisés e Eleazar.
  • 29. Vendo, pois, toda a congregação que Arão era morto, choraram por Arão trinta dias, isto é, toda a casa de Israel.
  • Salmos 58

  • 1. Falais verdadeiramente justiça, ó juízes? Julgais com retidão os filhos dos homens?
  • 2. Longe disso; antes, no íntimo engendrais iniquidades e distribuís na terra a violência de vossas mãos.
  • 3. Desviam-se os ímpios desde a sua concepção; nascem e já se desencaminham, proferindo mentiras.
  • 4. Têm peçonha semelhante à peçonha da serpente; são como a víbora surda, que tapa os ouvidos,
  • 5. para não ouvir a voz dos encantadores, do mais fascinante em encantamentos.
  • 6. Ó Deus, quebra-lhes os dentes na boca; arranca, SENHOR, os queixais aos leõezinhos.
  • 7. Desapareçam como águas que se escoam; ao dispararem flechas, fiquem elas embotadas.
  • 8. Sejam como a lesma, que passa diluindo-se; como o aborto de mulher, não vejam nunca o sol.
  • 9. Como espinheiros, antes que vossas panelas sintam deles o calor, tanto os verdes como os que estão em brasa serão arrebatados como por um redemoinho.
  • 10. Alegrar-se-á o justo quando vir a vingança; banhará os pés no sangue do ímpio.
  • 11. Então, se dirá: Na verdade, há recompensa para o justo; há um Deus, com efeito, que julga na terra.
  • Salmos 59

  • 1. Livra-me, Deus meu, dos meus inimigos; põe-me acima do alcance dos meus adversários.
  • 2. Livra-me dos que praticam a iniquidade e salva-me dos homens sanguinários,
  • 3. pois que armam ciladas à minha alma; contra mim se reúnem os fortes, sem transgressão minha, ó SENHOR, ou pecado meu.
  • 4. Sem culpa minha, eles se apressam e investem; desperta, vem ao meu encontro e vê.
  • 5. Tu, SENHOR, Deus dos Exércitos, és o Deus de Israel; desperta, pois, e vem de encontro a todas as nações; não te compadeças de nenhum dos que traiçoeiramente praticam a iniquidade.
  • 6. Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
  • 7. Alardeiam de boca; em seus lábios há espadas. Pois dizem eles: Quem há que nos escute?
  • 8. Mas tu, SENHOR, te rirás deles; zombarás de todas as nações.
  • 9. Em ti, força minha, esperarei; pois Deus é meu alto refúgio.
  • 10. Meu Deus virá ao meu encontro com a sua benignidade, Deus me fará ver o meu desejo sobre os meus inimigos.
  • 11. Não os mates, para que o meu povo não se esqueça; dispersa-os pelo teu poder e abate-os, ó Senhor, escudo nosso.
  • 12. Pelo pecado de sua boca, pelas palavras dos seus lábios, na sua própria soberba sejam enredados e pela abominação e mentiras que proferem.
  • 13. Consome-os com indignação, consome-os, de sorte que jamais existam e se saiba que reina Deus em Jacó, até aos confins da terra.
  • 14. Ao anoitecer, uivam como cães, à volta da cidade.
  • 15. Vagueiam à procura de comida e, se não se fartam, então, rosnam.
  • 16. Eu, porém, cantarei a tua força; pela manhã louvarei com alegria a tua misericórdia; pois tu me tens sido alto refúgio e proteção no dia da minha angústia.
  • 17. A ti, força minha, cantarei louvores, porque Deus é meu alto refúgio, é o Deus da minha misericórdia.
  • Isaías 9

  • 1. Mas para a terra que estava aflita não continuará a obscuridade. Deus, nos primeiros tempos, tornou desprezível a terra de Zebulom e a terra de Naftali; mas, nos últimos, tornará glorioso o caminho do mar, além do Jordão, Galileia dos gentios.
  • 2. O povo que andava em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a luz.
  • 3. Tens multiplicado este povo, a alegria lhe aumentaste; alegram-se eles diante de ti, como se alegram na ceifa e como exultam quando repartem os despojos.
  • 4. Porque tu quebraste o jugo que pesava sobre eles, a vara que lhes feria os ombros e o cetro do seu opressor, como no dia dos midianitas;
  • 5. porque toda bota com que anda o guerreiro no tumulto da batalha e toda veste revolvida em sangue serão queimadas, servirão de pasto ao fogo.
  • 6. Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz;
  • 7. para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.
  • 8. O Senhor enviou uma palavra contra Jacó, e ela caiu em Israel.
  • 9. Todo o povo o saberá, Efraim e os moradores de Samaria, que em soberba e altivez de coração dizem:
  • 10. Os tijolos ruíram por terra, mas tornaremos a edificar com pedras lavradas; cortaram-se os sicômoros, mas por cedros os substituiremos.
  • 11. Portanto, o SENHOR suscita contra ele os adversários de Rezim e instiga os inimigos.
  • 12. Do Oriente vêm os siros, do Ocidente, os filisteus e devoram a Israel à boca escancarada. Com tudo isto, não se aparta a sua ira, e a mão dele continua ainda estendida.
  • 13. Todavia, este povo não se voltou para quem o fere, nem busca ao SENHOR dos Exércitos.
  • 14. Pelo que o SENHOR corta de Israel a cabeça e a cauda, a palma e o junco, num mesmo dia.
  • 15. O ancião, o homem de respeito, é a cabeça; o profeta que ensina a mentira é a cauda.
  • 16. Porque os guias deste povo são enganadores, e os que por eles são dirigidos são devorados.
  • 17. Pelo que o Senhor não se regozija com os jovens dele e não se compadece dos seus órfãos e das suas viúvas, porque todos eles são ímpios e malfazejos, e toda boca profere doidices. Com tudo isto, não se aparta a sua ira, e a mão dele continua ainda estendida.
  • 18. Porque a maldade lavra como um fogo, ela devora os espinheiros e os abrolhos; acende as brenhas do bosque, e estas sobem em espessas nuvens de fumaça.
  • 19. Por causa da ira do SENHOR dos Exércitos, a terra está abrasada, e o povo é pasto do fogo; ninguém poupa a seu irmão.
  • 20. Abocanha à direita e ainda tem fome, devora à esquerda e não se farta; cada um come a carne do seu próximo:
  • 21. Manassés ataca a Efraim, e Efraim ataca a Manassés, e ambos, juntos, atacam a Judá. Com tudo isto, não se aparta a sua ira, e a mão dele continua ainda estendida.

Almeida Revista e Atualizada

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