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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 12

  • 1. Falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cuxita que tomara; pois tinha tomado a mulher cuxita.
  • 2. E disseram: Porventura, tem falado o SENHOR somente por Moisés? Não tem falado também por nós? O SENHOR o ouviu.
  • 3. Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra.
  • 4. Logo o SENHOR disse a Moisés, e a Arão, e a Miriã: Vós três, saí à tenda da congregação. E saíram eles três.
  • 5. Então, o SENHOR desceu na coluna de nuvem e se pôs à porta da tenda; depois, chamou a Arão e a Miriã, e eles se apresentaram.
  • 6. Então, disse: Ouvi, agora, as minhas palavras; se entre vós há profeta, eu, o SENHOR, em visão a ele, me faço conhecer ou falo com ele em sonhos.
  • 7. Não é assim com o meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa.
  • 8. Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a forma do SENHOR; como, pois, não temestes falar contra o meu servo, contra Moisés?
  • 9. E a ira do SENHOR contra eles se acendeu; e retirou-se.
  • 10. A nuvem afastou-se de sobre a tenda; e eis que Miriã achou-se leprosa, branca como neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa.
  • 11. Então, disse Arão a Moisés: Ai! Senhor meu, não ponhas, te rogo, sobre nós este pecado, pois loucamente procedemos e pecamos.
  • 12. Ora, não seja ela como um aborto, que, saindo do ventre de sua mãe, tenha metade de sua carne já consumida.
  • 13. Moisés clamou ao SENHOR, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures.
  • 14. Respondeu o SENHOR a Moisés: Se seu pai lhe cuspira no rosto, não seria envergonhada por sete dias? Seja detida sete dias fora do arraial e, depois, recolhida.
  • 15. Assim, Miriã foi detida fora do arraial por sete dias; e o povo não partiu enquanto Miriã não foi recolhida.
  • 16. Porém, depois, o povo partiu de Hazerote e acampou-se no deserto de Parã.
  • Números 13

  • 1. Disse o SENHOR a Moisés:
  • 2. Envia homens que espiem a terra de Canaã, que eu hei de dar aos filhos de Israel; de cada tribo de seus pais enviareis um homem, sendo cada qual príncipe entre eles.
  • 3. Enviou-os Moisés do deserto de Parã, segundo o mandado do SENHOR; todos aqueles homens eram cabeças dos filhos de Israel.
  • 4. São estes os seus nomes: da tribo de Rúben, Samua, filho de Zacur;
  • 5. da tribo de Simeão, Safate, filho de Hori;
  • 6. da tribo de Judá, Calebe, filho de Jefoné;
  • 7. da tribo de Issacar, Jigeal, filho de José;
  • 8. da tribo de Efraim, Oseias, filho de Num;
  • 9. da tribo de Benjamim, Palti, filho de Rafu;
  • 10. da tribo de Zebulom, Gadiel, filho de Sodi;
  • 11. da tribo de José, pela tribo de Manassés, Gadi, filho de Susi;
  • 12. da tribo de Dã, Amiel, filho de Gemali;
  • 13. da tribo de Aser, Setur, filho de Micael;
  • 14. da tribo de Naftali, Nabi, filho de Vofsi;
  • 15. da tribo de Gade, Geuel, filho de Maqui.
  • 16. São estes os nomes dos homens que Moisés enviou a espiar aquela terra; e a Oseias, filho de Num, Moisés chamou Josué.
  • 17. Enviou-os, pois, Moisés a espiar a terra de Canaã; e disse-lhes: Subi ao Neguebe e penetrai nas montanhas.
  • 18. Vede a terra, que tal é, e o povo que nela habita, se é forte ou fraco, se poucos ou muitos.
  • 19. E qual é a terra em que habita, se boa ou má; e que tais são as cidades em que habita, se em arraiais, se em fortalezas.
  • 20. Também qual é a terra, se fértil ou estéril, se nela há matas ou não. Tende ânimo e trazei do fruto da terra. Eram aqueles dias os dias das primícias das uvas.
  • 21. Assim, subiram e espiaram a terra desde o deserto de Zim até Reobe, à entrada de Hamate.
  • 22. E subiram pelo Neguebe e vieram até Hebrom; estavam ali Aimã, Sesai e Talmai, filhos de Anaque (Hebrom foi edificada sete anos antes de Zoã, no Egito).
  • 23. Depois, vieram até ao vale de Escol e dali cortaram um ramo de vide com um cacho de uvas, o qual trouxeram dois homens numa vara, como também romãs e figos.
  • 24. Esse lugar se chamou o vale de Escol, por causa do cacho que ali cortaram os filhos de Israel.
  • 25. Ao cabo de quarenta dias, voltaram de espiar a terra,
  • 26. caminharam e vieram a Moisés, e a Arão, e a toda a congregação dos filhos de Israel no deserto de Parã, a Cades; deram-lhes conta, a eles e a toda a congregação, e mostraram-lhes o fruto da terra.
  • 27. Relataram a Moisés e disseram: Fomos à terra a que nos enviaste; e, verdadeiramente, mana leite e mel; este é o fruto dela.
  • 28. O povo, porém, que habita nessa terra é poderoso, e as cidades, mui grandes e fortificadas; também vimos ali os filhos de Anaque.
  • 29. Os amalequitas habitam na terra do Neguebe; os heteus, os jebuseus e os amorreus habitam na montanha; os cananeus habitam ao pé do mar e pela ribeira do Jordão.
  • 30. Então, Calebe fez calar o povo perante Moisés e disse: Eia! Subamos e possuamos a terra, porque, certamente, prevaleceremos contra ela.
  • 31. Porém os homens que com ele tinham subido disseram: Não poderemos subir contra aquele povo, porque é mais forte do que nós.
  • 32. E, diante dos filhos de Israel, infamaram a terra que haviam espiado, dizendo: A terra pelo meio da qual passamos a espiar é terra que devora os seus moradores; e todo o povo que vimos nela são homens de grande estatura.
  • 33. Também vimos ali gigantes (os filhos de Anaque são descendentes de gigantes), e éramos, aos nossos próprios olhos, como gafanhotos e assim também o éramos aos seus olhos.
  • Salmos 49

  • 1. Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da terra,
  • 2. tanto plebeus como os de fina estirpe, todos juntamente, ricos e pobres.
  • 3. Os meus lábios falarão sabedoria, e o meu coração terá pensamentos judiciosos.
  • 4. Inclinarei os ouvidos a uma parábola, decifrarei o meu enigma ao som da harpa.
  • 5. Por que hei de eu temer nos dias da tribulação, quando me salteia a iniquidade dos que me perseguem,
  • 6. dos que confiam nos seus bens e na sua muita riqueza se gloriam?
  • 7. Ao irmão, verdadeiramente, ninguém o pode remir, nem pagar por ele a Deus o seu resgate
  • 8. (Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre.),
  • 9. para que continue a viver perpetuamente e não veja a cova;
  • 10. porquanto vê-se morrerem os sábios e perecerem tanto o estulto como o inepto, os quais deixam a outros as suas riquezas.
  • 11. O seu pensamento íntimo é que as suas casas serão perpétuas e, as suas moradas, para todas as gerações; chegam a dar seu próprio nome às suas terras.
  • 12. Todavia, o homem não permanece em sua ostentação; é, antes, como os animais, que perecem.
  • 13. Tal proceder é estultícia deles; assim mesmo os seus seguidores aplaudem o que eles dizem.
  • 14. Como ovelhas são postos na sepultura; a morte é o seu pastor; eles descem diretamente para a cova, onde a sua formosura se consome; a sepultura é o lugar em que habitam.
  • 15. Mas Deus remirá a minha alma do poder da morte, pois ele me tomará para si.
  • 16. Não temas, quando alguém se enriquecer, quando avultar a glória de sua casa;
  • 17. pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará.
  • 18. Ainda que durante a vida ele se tenha lisonjeado, e ainda que o louvem quando faz o bem a si mesmo,
  • 19. irá ter com a geração de seus pais, os quais já não verão a luz.
  • 20. O homem, revestido de honrarias, mas sem entendimento, é, antes, como os animais, que perecem.
  • Isaías 2

  • 1. Palavra que, em visão, veio a Isaías, filho de Amoz, a respeito de Judá e Jerusalém.
  • 2. Nos últimos dias, acontecerá que o monte da Casa do SENHOR será estabelecido no cimo dos montes e se elevará sobre os outeiros, e para ele afluirão todos os povos.
  • 3. Irão muitas nações e dirão: Vinde, e subamos ao monte do SENHOR e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos, e andemos pelas suas veredas; porque de Sião sairá a lei, e a palavra do SENHOR, de Jerusalém.
  • 4. Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra.
  • 5. Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do SENHOR.
  • 6. Pois, tu, SENHOR, desamparaste o teu povo, a casa de Jacó, porque os seus se encheram da corrupção do Oriente e são agoureiros como os filisteus e se associam com os filhos dos estranhos.
  • 7. A sua terra está cheia de prata e de ouro, e não têm conta os seus tesouros; também está cheia de cavalos, e os seus carros não têm fim.
  • 8. Também está cheia a sua terra de ídolos; adoram a obra das suas mãos, aquilo que os seus próprios dedos fizeram.
  • 9. Com isso, a gente se abate, e o homem se avilta; portanto, não lhes perdoarás.
  • 10. Vai, entra nas rochas e esconde-te no pó, ante o terror do SENHOR e a glória da sua majestade.
  • 11. Os olhos altivos dos homens serão abatidos, e a sua altivez será humilhada; só o SENHOR será exaltado naquele dia.
  • 12. Porque o Dia do SENHOR dos Exércitos será contra todo soberbo e altivo e contra todo aquele que se exalta, para que seja abatido;
  • 13. contra todos os cedros do Líbano, altos, mui elevados; e contra todos os carvalhos de Basã;
  • 14. contra todos os montes altos e contra todos os outeiros elevados;
  • 15. contra toda torre alta e contra toda muralha firme;
  • 16. contra todos os navios de Társis e contra tudo o que é belo à vista.
  • 17. A arrogância do homem será abatida, e a sua altivez será humilhada; só o SENHOR será exaltado naquele dia.
  • 18. Os ídolos serão de todo destruídos.
  • 19. Então, os homens se meterão nas cavernas das rochas e nos buracos da terra, ante o terror do SENHOR e a glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra.
  • 20. Naquele dia, os homens lançarão às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem,
  • 21. e meter-se-ão pelas fendas das rochas e pelas cavernas das penhas, ante o terror do SENHOR e a glória da sua majestade, quando ele se levantar para espantar a terra.
  • 22. Afastai-vos, pois, do homem cujo fôlego está no seu nariz. Pois em que é ele estimado?

Almeida Revista e Atualizada

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