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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Levítico 14

  • 1. Disse o SENHOR a Moisés:
  • 2. Esta será a lei do leproso no dia da sua purificação: será levado ao sacerdote;
  • 3. este sairá fora do arraial e o examinará. Se a praga da lepra do leproso está curada,
  • 4. então, o sacerdote ordenará que se tomem, para aquele que se houver de purificar, duas aves vivas e limpas, e pau de cedro, e estofo carmesim, e hissopo.
  • 5. Mandará também o sacerdote que se imole uma ave num vaso de barro, sobre águas correntes.
  • 6. Tomará a ave viva, e o pau de cedro, e o estofo carmesim, e o hissopo e os molhará no sangue da ave que foi imolada sobre as águas correntes.
  • 7. E, sobre aquele que há de purificar-se da lepra, aspergirá sete vezes; então, o declarará limpo e soltará a ave viva para o campo aberto.
  • 8. Aquele que tem de se purificar lavará as vestes, rapará todo o seu pelo, banhar-se-á com água e será limpo; depois, entrará no arraial, porém ficará fora da sua tenda por sete dias.
  • 9. Ao sétimo dia, rapará todo o seu cabelo, a cabeça, a barba e as sobrancelhas; rapará todo pelo, lavará as suas vestes, banhará o corpo com água e será limpo.
  • 10. No oitavo dia, tomará dois cordeiros sem defeito, uma cordeira sem defeito, de um ano, e três dízimas de um efa de flor de farinha, para oferta de manjares, amassada com azeite, e separadamente um sextário de azeite;
  • 11. e o sacerdote que faz a purificação apresentará o homem que houver de purificar-se e essas coisas diante do SENHOR, à porta da tenda da congregação;
  • 12. tomará um dos cordeiros e o oferecerá por oferta pela culpa e o sextário de azeite; e os moverá por oferta movida perante o SENHOR.
  • 13. Então, imolará o cordeiro no lugar em que se imola a oferta pelo pecado e o holocausto, no lugar santo; porque quer a oferta pela culpa como a oferta pelo pecado são para o sacerdote; são coisas santíssimas.
  • 14. O sacerdote tomará do sangue da oferta pela culpa e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o polegar da sua mão direita, e sobre o polegar do seu pé direito.
  • 15. Também tomará do sextário de azeite e o derramará na palma da própria mão esquerda.
  • 16. Molhará o dedo direito no azeite que está na mão esquerda e daquele azeite aspergirá, com o dedo, sete vezes perante o SENHOR;
  • 17. do restante do azeite que está na mão, o sacerdote porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o polegar da sua mão direita, e sobre o polegar do seu pé direito, em cima do sangue da oferta pela culpa;
  • 18. o restante do azeite que está na mão do sacerdote, pô-lo-á sobre a cabeça daquele que tem de purificar-se; assim, o sacerdote fará expiação por ele perante o SENHOR.
  • 19. Então, o sacerdote fará a oferta pelo pecado e fará expiação por aquele que tem de purificar-se da sua imundícia. Depois, imolará o holocausto
  • 20. e o oferecerá com a oferta de manjares sobre o altar; assim, o sacerdote fará expiação pelo homem, e este será limpo.
  • 21. Se for pobre, e as suas posses não lhe permitirem trazer tanto, tomará um cordeiro para oferta pela culpa como oferta movida, para fazer expiação por ele, e a dízima de um efa de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de manjares, e um sextário de azeite,
  • 22. duas rolas ou dois pombinhos, segundo as suas posses, dos quais um será para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto.
  • 23. Ao oitavo dia da sua purificação, os trará ao sacerdote, à porta da tenda da congregação, perante o SENHOR.
  • 24. O sacerdote tomará o cordeiro da oferta pela culpa e o sextário de azeite e os moverá por oferta movida perante o SENHOR.
  • 25. Então, o sacerdote imolará o cordeiro da oferta pela culpa, e tomará do sangue da oferta pela culpa, e o porá sobre a ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e sobre o polegar da sua mão direita, e sobre o polegar do seu pé direito.
  • 26. Derramará do azeite na palma da própria mão esquerda;
  • 27. e, com o dedo direito, aspergirá do azeite que está na sua mão esquerda, sete vezes perante o SENHOR;
  • 28. porá do azeite que está na sua mão na ponta da orelha direita daquele que tem de purificar-se, e no polegar da sua mão direita, e no polegar do seu pé direito, por cima do sangue da oferta pela culpa;
  • 29. o restante do azeite que está na mão do sacerdote porá sobre a cabeça do que tem de purificar-se, para fazer expiação por ele perante o SENHOR.
  • 30. Oferecerá uma das rolas ou um dos pombinhos, segundo as suas posses;
  • 31. será um para oferta pelo pecado, e o outro, para holocausto, além da oferta de manjares; e, assim, o sacerdote fará expiação por aquele que tem de purificar-se perante o SENHOR.
  • 32. Esta é a lei daquele em quem está a praga da lepra, cujas posses não lhe permitem o devido para a sua purificação.
  • 33. Disse mais o SENHOR a Moisés e a Arão:
  • 34. Quando entrardes na terra de Canaã, que vos darei por possessão, e eu enviar a praga da lepra a alguma casa da terra da vossa possessão,
  • 35. o dono da casa fará saber ao sacerdote, dizendo: Parece-me que há como que praga em minha casa.
  • 36. O sacerdote ordenará que despejem a casa, antes que venha para examinar a praga, para que não seja contaminado tudo o que está na casa; depois, virá o sacerdote, para examinar a casa,
  • 37. e examinará a praga. Se, nas paredes da casa, há manchas esverdinhadas ou avermelhadas e parecem mais fundas que a parede,
  • 38. então, o sacerdote sairá da casa e a cerrará por sete dias.
  • 39. Ao sétimo dia, voltará o sacerdote e examinará; se vir que a praga se estendeu nas paredes da casa,
  • 40. ele ordenará que arranquem as pedras em que estiver a praga e que as lancem fora da cidade num lugar imundo;
  • 41. e fará raspar a casa por dentro, ao redor, e o pó que houverem raspado lançarão, fora da cidade, num lugar imundo.
  • 42. Depois, tomarão outras pedras e as porão no lugar das primeiras; tomar-se-á outra argamassa e se rebocará a casa.
  • 43. Se a praga tornar a brotar na casa, depois de arrancadas as pedras, raspada a casa e de novo rebocada,
  • 44. então, o sacerdote entrará e examinará. Se a praga se tiver estendido na casa, há nela lepra maligna; está imunda.
  • 45. Derribar-se-á, portanto, a casa, as pedras e a sua madeira, como também todo o reboco da casa; e se levará tudo para fora da cidade, a um lugar imundo.
  • 46. Aquele que entrar na casa, enquanto está fechada, será imundo até à tarde.
  • 47. Também o que se deitar na casa lavará as suas vestes; e quem nela comer lavará as suas vestes.
  • 48. Porém, tornando o sacerdote a entrar, e, examinando, se a praga na casa não se tiver estendido depois que a casa foi rebocada, o sacerdote a declarará limpa, porque a praga está curada.
  • 49. Para purificar a casa, tomará duas aves, e pau de cedro, e estofo carmesim, e hissopo,
  • 50. imolará uma ave num vaso de barro sobre águas correntes,
  • 51. tomará o pau de cedro, e o hissopo, e o estofo carmesim, e a ave viva, e os molhará no sangue da ave imolada e nas águas correntes, e aspergirá a casa sete vezes.
  • 52. Assim, purificará aquela casa com o sangue da ave, e com as águas correntes, e com a ave viva, e com o pau de cedro, e com o hissopo, e com o estofo carmesim.
  • 53. Então, soltará a ave viva para fora da cidade, para o campo aberto; assim, fará expiação pela casa, e será limpa.
  • 54. Esta é a lei de toda sorte de praga de lepra, e de tinha,
  • 55. e da lepra das vestes, e das casas,
  • 56. e da inchação, e da pústula, e das manchas lustrosas,
  • 57. para ensinar quando qualquer coisa é limpa ou imunda. Esta é a lei da lepra.
  • Salmos 17

  • 1. Ouve, SENHOR, a causa justa, atende ao meu clamor, dá ouvidos à minha oração, que procede de lábios não fraudulentos.
  • 2. Baixe de tua presença o julgamento a meu respeito; os teus olhos veem com equidade.
  • 3. Sondas-me o coração, de noite me visitas, provas-me no fogo e iniquidade nenhuma encontras em mim; a minha boca não transgride.
  • 4. Quanto às ações dos homens, pela palavra dos teus lábios, eu me tenho guardado dos caminhos do violento.
  • 5. Os meus passos se afizeram às tuas veredas, os meus pés não resvalaram.
  • 6. Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras.
  • 7. Mostra as maravilhas da tua bondade, ó Salvador dos que à tua destra buscam refúgio dos que se levantam contra eles.
  • 8. Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das tuas asas,
  • 9. dos perversos que me oprimem, inimigos que me assediam de morte.
  • 10. Insensíveis, cerram o coração, falam com lábios insolentes;
  • 11. andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos deitar por terra.
  • 12. Parecem-se com o leão, ávido por sua presa, ou o leãozinho, que espreita de emboscada.
  • 13. Levanta-te, SENHOR, defronta-os, arrasa-os; livra do ímpio a minha alma com a tua espada,
  • 14. com a tua mão, SENHOR, dos homens mundanos, cujo quinhão é desta vida e cujo ventre tu enches dos teus tesouros; os quais se fartam de filhos e o que lhes sobra deixam aos seus pequeninos.
  • 15. Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança.
  • Provérbios 28

  • 1. Fogem os perversos, sem que ninguém os persiga; mas o justo é intrépido como o leão.
  • 2. Por causa da transgressão da terra, mudam-se frequentemente os príncipes, mas por um, sábio e prudente, se faz estável a sua ordem.
  • 3. O homem pobre que oprime os pobres é como chuva que a tudo arrasta e não deixa trigo.
  • 4. Os que desamparam a lei louvam o perverso, mas os que guardam a lei se indignam contra ele.
  • 5. Os homens maus não entendem o que é justo, mas os que buscam o SENHOR entendem tudo.
  • 6. Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o perverso, nos seus caminhos, ainda que seja rico.
  • 7. O que guarda a lei é filho prudente, mas o companheiro de libertinos envergonha a seu pai.
  • 8. O que aumenta os seus bens com juros e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre.
  • 9. O que desvia os ouvidos de ouvir a lei, até a sua oração será abominável.
  • 10. O que desvia os retos para o mau caminho, ele mesmo cairá na cova que fez, mas os íntegros herdarão o bem.
  • 11. O homem rico é sábio aos seus próprios olhos; mas o pobre que é sábio sabe sondá-lo.
  • 12. Quando triunfam os justos, há grande festividade; quando, porém, sobem os perversos, os homens se escondem.
  • 13. O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.
  • 14. Feliz o homem constante no temor de Deus; mas o que endurece o coração cairá no mal.
  • 15. Como leão que ruge e urso que ataca, assim é o perverso que domina sobre um povo pobre.
  • 16. O príncipe falto de inteligência multiplica as opressões, mas o que aborrece a avareza viverá muitos anos.
  • 17. O homem carregado do sangue de outrem fugirá até à cova; ninguém o detenha.
  • 18. O que anda em integridade será salvo, mas o perverso em seus caminhos cairá logo.
  • 19. O que lavra a sua terra virá a fartar-se de pão, mas o que se ajunta a vadios se fartará de pobreza.
  • 20. O homem fiel será cumulado de bênçãos, mas o que se apressa a enriquecer não passará sem castigo.
  • 21. Parcialidade não é bom, porque até por um bocado de pão o homem prevaricará.
  • 22. Aquele que tem olhos invejosos corre atrás das riquezas, mas não sabe que há de vir sobre ele a penúria.
  • 23. O que repreende ao homem achará, depois, mais favor do que aquele que lisonjeia com a língua.
  • 24. O que rouba a seu pai ou a sua mãe e diz: Não é pecado, companheiro é do destruidor.
  • 25. O cobiçoso levanta contendas, mas o que confia no SENHOR prosperará.
  • 26. O que confia no seu próprio coração é insensato, mas o que anda em sabedoria será salvo.
  • 27. O que dá ao pobre não terá falta, mas o que dele esconde os olhos será cumulado de maldições.
  • 28. Quando sobem os perversos, os homens se escondem, mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam.

Almeida Revista e Atualizada

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