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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    2 Samuel 22

  • 1. E falou Davi ao Senhor as palavras deste cântico, no dia em que o Senhor o livrou das mãos de todos os seus inimigos e das mãos de Saul.
  • 2. Disse pois: O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador.
  • 3. Deus é o meu rochedo, nele confiarei; o meu escudo, e a força da minha salvação, o meu alto retiro, e o meu refúgio. Ó meu Salvador, da violência me salvas.
  • 4. O Senhor, digno de louvor, invocarei, e de meus inimigos ficarei livre,
  • 5. Porque me cercaram as ondas de morte; as torrentes dos homens ímpios me assombraram.
  • 6. Cordas do inferno me cingiram; encontraram-me laços de morte.
  • 7. Estando em angústia, invoquei ao Senhor, e a meu Deus clamei; do seu templo ouviu ele a minha voz, e o meu clamor chegou aos seus ouvidos.
  • 8. Então se abalou e tremeu a terra, os fundamentos dos céus se moveram e abalaram, porque ele se irou.
  • 9. Subiu fumaça de suas narinas, e da sua boca um fogo devorador; carvões se incenderam dele.
  • 10. E abaixou os céus, e desceu; e uma escuridão havia debaixo de seus pés.
  • 11. E subiu sobre um querubim, e voou; e foi visto sobre as asas do vento.
  • 12. E por tendas pôs as trevas ao redor de si; ajuntamento de águas, nuvens dos céus.
  • 13. Pelo resplendor da sua presença brasas de fogo se acenderam.
  • 14. Trovejou desde os céus o Senhor; e o Altíssimo fez soar a sua voz.
  • 15. E disparou flechas, e os dissipou; raios, e os perturbou.
  • 16. E apareceram as profundezas do mar, e os fundamentos do mundo se descobriram; pela repreensão do Senhor, pelo sopro do vento das suas narinas.
  • 17. Desde o alto enviou, e me tomou; tirou-me das muitas águas.
  • 18. Livrou-me do meu poderoso inimigo, e daqueles que me tinham ódio, porque eram mais fortes do que eu.
  • 19. Encontraram-me no dia da minha calamidade; porém o Senhor se fez o meu amparo.
  • 20. E tirou-me para um lugar espaçoso, e livrou-me, porque tinha prazer em mim.
  • 21. Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça; conforme a pureza de minhas mãos me retribuiu.
  • 22. Porque guardei os caminhos do Senhor; e não me apartei impiamente do meu Deus.
  • 23. Porque todos os seus juízos estavam diante de mim; e de seus estatutos não me desviei.
  • 24. Porém fui sincero perante ele; e guardei-me da minha iniquidade.
  • 25. E me retribuiu o Senhor conforme a minha justiça, conforme a minha pureza diante dos seus olhos.
  • 26. Com o benigno te mostras benigno; com o homem íntegro te mostras perfeito.
  • 27. Com o puro te mostras puro; mas com o perverso te mostras rígido.
  • 28. E o povo aflito livras; mas teus olhos são contra os altivos, e tu os abaterás.
  • 29. Porque tu, Senhor, és a minha lâmpada; e o Senhor ilumina as minhas trevas.
  • 30. Porque contigo passo pelo meio de um esquadrão; pelo meu Deus salto um muro.
  • 31. O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do Senhor refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam.
  • 32. Por que, quem é Deus, senão o Senhor? E quem é rochedo, senão o nosso Deus?
  • 33. Deus é a minha fortaleza e a minha força, e ele perfeitamente desembaraça o meu caminho.
  • 34. Faz ele os meus pés como os das cervas, e me põe sobre as minhas alturas.
  • 35. Instrui as minhas mãos para a peleja, de maneira que um arco de cobre se quebra pelos meus braços.
  • 36. Também me deste o escudo da tua salvação, e pela tua brandura me vieste a engrandecer.
  • 37. Alargaste os meus passos debaixo de mim, e não vacilaram os meus pés.
  • 38. Persegui os meus inimigos, e os derrotei, e nunca me tornei até que os consumisse.
  • 39. E os consumi, e os atravessei, de modo que nunca mais se levantaram, mas caíram debaixo dos meus pés.
  • 40. Porque me cingiste de força para a peleja; fizeste abater-se debaixo de mim os que se levantaram contra mim,
  • 41. E deste-me o pescoço de meus inimigos, daqueles que me tinham ódio, e os destruí.
  • 42. Olharam, porém não houve libertador; sim, para o Senhor, porém não lhes respondeu.
  • 43. Então os moí como o pó da terra; como a lama das ruas os trilhei e dissipei.
  • 44. Também me livraste das contendas do meu povo; guardaste-me para cabeça das nações; o povo que não conhecia me servirá.
  • 45. Os filhos de estranhos se me sujeitaram; ouvindo a minha voz, me obedeceram.
  • 46. Os filhos de estranhos desfaleceram; e, cingindo-se, saíram dos seus esconderijos.
  • 47. Vive o Senhor, e bendito seja o meu rochedo; e exaltado seja Deus, a rocha da minha salvação,
  • 48. O Deus que me dá inteira vingança, e sujeita os povos debaixo de mim.
  • 49. E o que me tira dentre os meus inimigos; e tu me exaltas sobre os que contra mim se levantam; do homem violento me livras.
  • 50. Por isso, ó Senhor, te louvarei entre os gentios, e entoarei louvores ao teu nome.
  • 51. Ele é a torre das salvações do seu rei, e usa de benignidade com o seu ungido, com Davi, e com a sua descendência para sempre.
  • Gálatas 2

  • 1. Depois, passados catorze anos, subi outra vez a Jerusalém com Barnabé, levando também comigo Tito.
  • 2. E subi por uma revelação, e lhes expus o evangelho, que prego entre os gentios, e particularmente aos que estavam em estima; para que de maneira alguma não corresse ou não tivesse corrido em vão.
  • 3. Mas nem ainda Tito, que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se;
  • 4. E isto por causa dos falsos irmãos que se intrometeram, e secretamente entraram a espiar a nossa liberdade, que temos em Cristo Jesus, para nos porem em servidão;
  • 5. Aos quais nem ainda por uma hora cedemos com sujeição, para que a verdade do evangelho permanecesse entre vós.
  • 6. E, quanto àqueles que pareciam ser alguma coisa (quais tenham sido noutro tempo, não se me dá; Deus não aceita a aparência do homem), esses, digo, que pareciam ser alguma coisa, nada me comunicaram;
  • 7. Antes, pelo contrário, quando viram que o evangelho da incircuncisão me estava confiado, como a Pedro o da circuncisão
  • 8. (Porque aquele que operou eficazmente em Pedro para o apostolado da circuncisão, esse operou também em mim com eficácia para com os gentios),
  • 9. E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que me havia sido dada, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles à circuncisão;
  • 10. Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência.
  • 11. E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível.
  • 12. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão.
  • 13. E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação.
  • 14. Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?
  • 15. Nós somos judeus por natureza, e não pecadores dentre os gentios.
  • 16. Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Cristo Jesus, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada.
  • 17. Pois, se nós, que procuramos ser justificados em Cristo, nós mesmos também somos achados pecadores, é porventura Cristo ministro do pecado? De maneira nenhuma.
  • 18. Porque, se torno a edificar aquilo que destruí, constituo-me a mim mesmo transgressor.
  • 19. Porque eu, pela lei, estou morto para a lei, para viver para Deus.
  • 20. Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a pela fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.
  • 21. Não aniquilo a graça de Deus; porque, se a justiça provém da lei, segue-se que Cristo morreu em vão.
  • Ezequiel 29

  • 1. No décimo ano, no décimo mês, no dia doze do mês, veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
  • 2. Filho do homem, dirige o teu rosto contra Faraó, rei do Egito, e profetiza contra ele e contra todo o Egito.
  • 3. Fala, e dize: Assim diz o Senhor Deus: Eis-me contra ti, ó Faraó, rei do Egito, grande dragão, que pousas no meio dos teus rios, e que dizes: O meu rio é meu, e eu o fiz para mim.
  • 4. Mas eu porei anzóis em teus queixos, e farei que os peixes dos teus rios se apeguem às tuas escamas; e tirar-te-ei do meio dos teus rios, e todos os peixes dos teus rios se apegarem às tuas escamas.
  • 5. E te deixarei no deserto, a ti e a todo o peixe dos teus rios; sobre a face do campo cairás; não serás recolhido nem ajuntado; aos animais da terra e às aves do céu te dei por mantimento.
  • 6. E saberão todos os moradores do Egito que eu sou o Senhor, porquanto se tornaram um cajado de cana para a casa de Israel.
  • 7. Tomando-te eles pela mão, te quebraste, e lhes rasgaste todo o ombro; e quando se apoiaram em ti, te quebraste, e lhes fazias tremer todos os seus lombos.
  • 8. Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu trarei sobre ti a espada, e de ti destruirei homem e animal,
  • 9. E a terra do Egito se tornará em desolação e deserto; e saberão que eu sou o Senhor, porquanto disse: O rio é meu, e eu o fiz.
  • 10. Portanto, eis que eu estou contra ti, e contra os teus rios; e tornarei a terra do Egito deserta, em completa desolação, desde a torre de Syene até aos confins da Etiópia.
  • 11. Não passará por ela pé de homem, nem pé de animal passará por ela, nem será habitada quarenta anos.
  • 12. Porque tornarei a terra do Egito em desolação no meio das terras desoladas; e as suas cidades entre as cidades desertas se tornarão em desolação por quarenta anos; e espalharei os egípcios entre as nações, e os dispersarei pelas terras.
  • 13. Porém, assim diz o Senhor Deus: Ao fim de quarenta anos ajuntarei os egípcios dentre os povos entre os quais foram espalhados.
  • 14. E removerei o cativeiro dos egípcios, e os farei voltar à terra de Patros, à terra de sua origem; e serão ali um reino humilde;
  • 15. Mais humilde se fará do que os outros reinos, e nunca mais se exalçará sobre as nações; porque os diminuirei, para que não dominem sobre as nações.
  • 16. E não será mais a confiança da casa de Israel, para lhes trazer à lembrança a sua iniquidade, quando olharem para trás deles; antes saberão que eu sou o Senhor Deus.
  • 17. E sucedeu que, no ano vinte e sete, no primeiro mês, no primeiro dia do mês, veio a mim a palavra do Senhor, dizendo:
  • 18. Filho do homem, Nabucodonosor, rei de Babilônia, fez com que o seu exército prestasse um grande serviço contra Tiro; toda a cabeça se tornou calva, e todo o ombro se pelou; e não houve paga de Tiro para ele, nem para o seu exército, pelo serviço que prestou contra ela.
  • 19. Portanto, assim diz o Senhor Deus: Eis que eu darei a Nabucodonosor, rei de Babilônia, a terra do Egito; e levará a sua multidão, e tomará o seu despojo, e roubará a sua presa, e isto será a recompensa para o seu exército.
  • 20. Como recompensa do seu trabalho, com que serviu contra ela, lhe dei a terra do Egito; porquanto trabalharam por mim, diz o Senhor Deus.
  • 21. Naquele dia farei brotar o poder na casa de Israel, e abrirei a tua boca no meio deles; e saberão que eu sou o Senhor.

Almeida Corrigida Fiel

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