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Assim diz o SENHOR: O céu é o meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés; que casa me edificaríeis vós? E qual seria o lugar do meu descanso? Porque a minha mão fez todas estas coisas, e assim todas elas foram feitas, diz o SENHOR; mas para esse olharei, para o pobre e abatido de espírito, e que treme da minha palavra. [Isaías 66: 1-2]

    Números 23

  • 1. Então Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.
  • 2. Fez, pois, Balaque como Balaão dissera: e Balaque e Balaão ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada altar.
  • 3. Então Balaão disse a Balaque: Fica-te junto do teu holocausto, e eu irei; porventura o Senhor me sairá ao encontro, e o que me mostrar te notificarei. Então foi a um lugar alto.
  • 4. E encontrando-se Deus com Balaão, este lhe disse: Preparei sete altares, e ofereci um novilho e um carneiro sobre cada altar.
  • 5. Então o Senhor pôs a palavra na boca de Balaão, e disse: Torna-te para Balaque, e assim falarás.
  • 6. E tornando para ele, eis que estava junto do seu holocausto, ele e todos os príncipes dos moabitas.
  • 7. Então proferiu a sua parábola, e disse: De Arã, me mandou trazer Balaque, rei dos moabitas, das montanhas do oriente, dizendo: Vem, amaldiçoa-me a Jacó; e vem, denuncia a Israel.
  • 8. Como amaldiçoarei o que Deus não amaldiçoa? E como denunciarei, quando o Senhor não denuncia?
  • 9. Porque do cume das penhas o vejo, e dos outeiros o contemplo; eis que este povo habitará só, e entre as nações não será contado.
  • 10. Quem contará o pó de Jacó e o número da quarta parte de Israel? Que a minha alma morra da morte dos justos, e seja o meu fim como o seu.
  • 11. Então disse Balaque a Balaão: Que me fizeste? Chamei-te para amaldiçoar os meus inimigos, mas eis que inteiramente os abençoaste.
  • 12. E ele respondeu, e disse: Porventura não terei cuidado de falar o que o Senhor pôs na minha boca?
  • 13. Então Balaque lhe disse: Rogo-te que venhas comigo a outro lugar, de onde o verás; verás somente a última parte dele, mas a todo ele não verás; e amaldiçoa-mo dali.
  • 14. Assim o levou consigo ao campo de Zofim, ao cume de Pisga; e edificou sete altares, e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar.
  • 15. Então disse a Balaque: Fica aqui junto do teu holocausto, e eu irei ali ao encontro do Senhor.
  • 16. E, encontrando-se o Senhor com Balaão, pôs uma palavra na sua boca, e disse: Torna para Balaque, e assim falarás.
  • 17. E, vindo a ele, eis que estava junto do holocausto, e os príncipes dos moabitas com ele; disse-lhe pois Balaque: Que coisa falou o Senhor?
  • 18. Então proferiu a sua parábola, e disse: Levanta-te, Balaque, e ouve; inclina os teus ouvidos a mim, filho de Zipor.
  • 19. Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa; porventura diria ele, e não o faria? Ou falaria, e não o confirmaria?
  • 20. Eis que recebi mandado de abençoar; pois ele tem abençoado, e eu não o posso revogar.
  • 21. Não viu iniquidade em Israel, nem contemplou maldade em Jacó; o Senhor seu Deus é com ele, e no meio dele se ouve a aclamação de um rei.
  • 22. Deus os tirou do Egito; as suas forças são como as do boi selvagem.
  • 23. Pois contra Jacó não vale encantamento, nem adivinhação contra Israel; neste tempo se dirá de Jacó e de Israel: Que coisas Deus tem realizado!
  • 24. Eis que o povo se levantará como leoa, e se erguerá como leão; não se deitará até que coma a presa, e beba o sangue dos mortos.
  • 25. Então Balaque disse a Balaão: Nem o amaldiçoarás, nem o abençoarás.
  • 26. Porém Balaão respondeu, e disse a Balaque: Não te falei eu, dizendo: Tudo o que o Senhor falar isso farei?
  • 27. Disse mais Balaque a Balaão: Ora vem, e te levarei a outro lugar; porventura bem parecerá aos olhos de Deus que dali mo amaldiçoes.
  • 28. Então Balaque levou Balaão consigo ao cume de Peor, que dá para o lado do deserto.
  • 29. Balaão disse a Balaque: Edifica-me aqui sete altares, e prepara-me aqui sete novilhos e sete carneiros.
  • 30. Balaque, pois, fez como dissera Balaão: e ofereceu um novilho e um carneiro sobre cada altar.
  • Salmos 64

  • 1. Ouve, ó Deus, a minha voz na minha oração; guarda a minha vida do temor do inimigo.
  • 2. Esconde-me do secreto conselho dos maus, e do tumulto dos que praticam a iniquidade.
  • 3. Que afiaram as suas línguas como espadas; e armaram por suas flechas palavras amargas,
  • 4. A fim de atirarem em lugar oculto ao que é íntegro; disparam sobre ele repentinamente, e não temem.
  • 5. Firmam-se em mau intento; falam de armar laços secretamente, e dizem: Quem os verá?
  • 6. Andam inquirindo malícias, inquirem tudo o que se pode inquirir; e ambos, o íntimo pensamento de cada um deles, e o coração, são profundos.
  • 7. Mas Deus atirará sobre eles uma seta, e de repente ficarão feridos.
  • 8. Assim eles farão com que as suas línguas tropecem contra si mesmos; todos aqueles que os virem, fugirão.
  • 9. E todos os homens temerão, e anunciarão a obra de Deus; e considerarão prudentemente os feitos dele.
  • 10. O justo se alegrará no Senhor, e confiará nele, e todos os retos de coração se gloriarão.
  • Salmos 65

  • 1. A ti, ó Deus, espera o louvor em Sião, e a ti se pagará o voto.
  • 2. Ó tu que ouves as orações, a ti virá toda a carne.
  • 3. Prevalecem as iniquidades contra mim; porém tu limpas as nossas transgressões.
  • 4. Bem-aventurado aquele a quem tu escolhes, e fazes chegar a ti, para que habite em teus átrios; nós seremos fartos da bondade da tua casa e do teu santo templo.
  • 5. Com coisas tremendas em justiça nos responderás, ó Deus da nossa salvação; tu és a esperança de todas as extremidades da terra, e daqueles que estão longe sobre o mar.
  • 6. O que pela sua força consolida os montes, cingido de fortaleza;
  • 7. O que aplaca o ruído dos mares, o ruído das suas ondas, e o tumulto dos povos.
  • 8. E os que habitam nos fins da terra temem os teus sinais; tu fazes alegres as saídas da manhã e da tarde.
  • 9. Tu visitas a terra, e a refrescas; tu a enriqueces grandemente com o rio de Deus, que está cheio de água; tu lhe preparas o trigo, quando assim a tens preparada.
  • 10. Enches de água os seus sulcos; tu lhe aplanas as leivas; tu a amoleces com a muita chuva; abençoas as suas novidades.
  • 11. Coroas o ano com a tua bondade, e as tuas veredas destilam gordura.
  • 12. Destilam sobre os pastos do deserto, e os outeiros os cingem de alegria.
  • 13. Os campos se vestem de rebanhos, e os vales se cobrem de trigo; eles se regozijam e cantam.
  • Isaías 13

  • 1. Peso de Babilônia, que viu Isaías, filho de Amós.
  • 2. Alçai uma bandeira sobre o monte elevado, levantai a voz para eles; acenai-lhes com a mão, para que entrem pelas portas dos nobres.
  • 3. Eu dei ordens aos meus santificados; sim, já chamei os meus poderosos para executarem a minha ira, os que exultam com a minha majestade.
  • 4. Já se ouve a gritaria da multidão sobre os montes, como a de muito povo; o som do rebuliço de reinos e de nações congregados. O Senhor dos Exércitos passa em revista o exército de guerra.
  • 5. Já vem de uma terra remota, desde a extremidade do céu, o Senhor, e os instrumentos da sua indignação, para destruir toda aquela terra.
  • 6. Clamai, pois, o dia do Senhor está perto; vem do Todo-Poderoso como assolação.
  • 7. Portanto, todas as mãos se debilitarão, e o coração de todos os homens se desanimará.
  • 8. E assombrar-se-ão, e apoderar-se-ão deles dores e ais, e se angustiarão, como a mulher com dores de parto; cada um se espantará do seu próximo; os seus rostos serão rostos flamejantes.
  • 9. Eis que vem o dia do Senhor, horrendo, com furor e ira ardente, para pôr a terra em assolação, e dela destruir os pecadores.
  • 10. Porque as estrelas dos céus e as suas constelações não darão a sua luz; o sol se escurecerá ao nascer, e a lua não resplandecerá com a sua luz.
  • 11. E visitarei sobre o mundo a maldade, e sobre os ímpios a sua iniquidade; e farei cessar a arrogância dos atrevidos, e abaterei a soberba dos tiranos.
  • 12. Farei que o homem seja mais precioso do que o ouro puro, e mais raro do que o ouro fino de Ofir.
  • 13. Por isso farei estremecer os céus; e a terra se moverá do seu lugar, por causa do furor do Senhor dos Exércitos, e por causa do dia da sua ardente ira.
  • 14. E cada um será como a corça que foge, e como a ovelha que ninguém recolhe; cada um voltará para o seu povo, e cada um fugirá para a sua terra.
  • 15. Todo o que for achado será transpassado; e todo o que se unir a ele cairá à espada.
  • 16. E suas crianças serão despedaçadas perante os seus olhos; as suas casas serão saqueadas, e as suas mulheres violadas.
  • 17. Eis que eu despertarei contra eles os medos, que não farão caso da prata, nem tampouco desejarão ouro.
  • 18. E os seus arcos despedaçarão os jovens, e não se compadecerão do fruto do ventre; os seus olhos não pouparão aos filhos.
  • 19. E Babilônia, o ornamento dos reinos, a glória e a soberba dos caldeus, será como Sodoma e Gomorra, quando Deus as transtornou.
  • 20. Nunca mais será habitada, nem nela morará alguém de geração em geração; nem o árabe armará ali a sua tenda, nem tampouco os pastores ali farão deitar os seus rebanhos.
  • 21. Mas as feras do deserto repousarão ali, e as suas casas se encherão de horríveis animais; e ali habitarão os avestruzes, e os sátiros pularão ali.
  • 22. E os animais selvagens das ilhas uivarão em suas casas vazias, como também os chacais nos seus palácios de prazer; pois bem perto já vem chegando o seu tempo, e os seus dias não se prolongarão.

Almeida Corrigida Fiel

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